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A balança da desigualdade

André Dutra | 25 de setembro de 2009 | 17:35
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Mais uma notícia vergonhosa que teve espaço na grande mídia brasileira. Veja aí, saiu na imprensa (clique no link para ir ao site originário da notícia, o Época Negócios):

Ricos gastam em três dias o que pobres levam um ano para gastar

A constatação é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que divulgou hoje (24) uma análise com base nos dados apresentados na semana passada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) relativa ao ano de 2008

Por Agência Brasil

Brasília – No Brasil, o que um pobre gasta em um ano é o mesmo gasto por um rico – que faz parte de 1% da população – em três dias. A constatação é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que divulgou hoje (24) uma análise com base nos dados apresentados na semana passada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) relativa ao ano de 2008.

“Apesar de estar registrando desde 2001 queda da desigualdade social num ritmo realmente bom, o Brasil ainda é um monumento à desigualdade. Aqui, uma família considerada pobre leva um ano para gastar o mesmo que o 1% mais rico gasta em apenas três dias”, informa o pesquisador do Ipea, Sergei Soares.

Para medir o índice de desigualdade do país, o Ipea adotou o chamado índice de Gini, que varia de zero a um. Quanto mais próximo de um for esse índice, menos justa é a distribuição de renda da sociedade.

Em 2001, o índice de Gini no Brasil estava em 0,594. Desde então, vem caindo ano a ano, e chegou a 0,544 em 2008.

Sergei explica que mantendo essa tendência recente de redução da desigualdade registrada nos últimos anos, que em média foi de -0,007, “o Brasil levará 20 anos para chegar a um patamar que pode ser considerado justo”. Segundo ele, isso corresponde a um valor de 0,40 no índice de Gini.

O pesquisador sugere que o governo “continue fazendo mais do mesmo”, estimulando programas como o Bolsa Família e o aumento do salário mínimo, e invista em educação e estimule a formalidade no mercado de trabalho.

“Para acelerar esse processo é necessário que façamos mais do que apenas olhar as coisas positivas que têm sido feitas. O indicado é que o país atue de forma a melhorar o sistema educacional e a reduzir a informalidade”, afirmou. “E, claro, isso envolve também medidas que objetivem também a redução da desigualdade racial e regional do país”.

É isso… não adianta tacar fermento no bolo, com vontade, se não tem um recheio, uma cobertura e uma divisão decente. Sonho em ver o dia que o Brasil deixará de ter políticas de governo e colocará em prática políticas sérias de Estado para áreas cruciais à sociedade, como saúde, segurança, educação e repartição da renda nacional.

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A quadrilha da (falta de) saúde no DF

André Dutra | 23 de setembro de 2009 | 16:22
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Matéria da Carta Capital do dia 21/09/2009, por Leandro Fortes, sobre os conchavos na saúde pública do DF. Vale a pena ler até o fim e repassar… e ainda querem enterrar a CPI que estava instalada na Câmara Legislativa, hein…porqueira!

O embuste dos kits (Clique para ver no site da Carta Capital)

Na manhã de 16 de junho, o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, do DEM, e o secretário de Saúde Distrital, Augusto Carvalho, do PPS, se encontraram no Almoxarifado Central da Secretaria para participar de um lance de marketing: a entrega de 30 kits de equipamentos, no valor de 3 milhões de reais, para desafogar a precária rede de unidades de terapia intensiva (UTIs) do sistema de saúde local. O evento, como logo em seguida iria demonstrar o Ministério Público, era um embuste. A compra não só era falsa como a transação escondia parte de um esquema voltado para a privatização da saúde no DF.

Dois dias depois, ao mesmo Almoxarifado se dirigiu um grupo liderado pelo promotor Jairo Bisol, do Ministério Público do Distrito Federal, titular da Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde (Prosus). Acompanhado de um perito e dois analistas, todos médicos, Bisol descobriu que os equipamentos eram, além de usados, tecnologicamente obsoletos. Além disso, a maioria não tinha nota fiscal nem qualquer documento a lhe atestar a origem. O destinatário da mercadoria não era o secretário Augusto Carvalho, mas duas pessoas estranhas ao serviço público: Gustavo Teixeira de Aquino e Marisete Anes de Carvalho.

No endereço indicado nas caixas, um escritório no Setor Sudoeste de Brasília, o Ministério Público localizou a empresária Marisete Carvalho, dona de uma pequena empresa de reformas de condomínios e de comércio de equipamentos hospitalares. Marisete é um dos elos a unir os negócios da saúde no Distrito Federal a um esquema de contratos irregulares descoberto pelo MP do DF, com potencial de se transformar numa ação de improbidade administrativa contra diversas autoridades brasilienses.

Ao depor no Ministério Público, Marisete Carvalho disse ter sido procurada, em maio, por um empresário de Goiânia, Davi Clemente Monteiro Correia, dono da Equipamed. Amigo pessoal de Fernando Antunes, secretário-adjunto de Saúde do DF e braço direito de Augusto Carvalho, usou apenas o endereço comercial de Marisete para formalizar a remessa dos equipamentos por carga aérea. Ao promotor Bisol, a empresária disse que as caixas foram recolhidas no aeroporto de Brasília. Disse desconhecer o outro destinatário, Gustavo Teixeira Aquino, embora ambos tenham figurado como habitantes do mesmo endereço.

O mistério em torno do tal Gustavo foi resolvido pelo MP. Ele é irmão de Rodrigo Teixeira de Aquino, dono da Intensicare Gestão em Saúde Ltda, representante de equipamentos hospitalares. E sócio do empresário Davi Correia – amigão do secretário-adjunto Fernando Antunes – em um Centro Brasileiro de Medicina Avançada, em Goiânia. Em 2 de julho, 15 dias depois de Arruda e Carvalho anunciarem a compra fajuta dos kits de saúde, a empresa de Rodrigo Aquino foi agraciada com um contrato de 33,3 milhões de reais para administrar 70 leitos de UTI do Hospital Regional de Santa Maria – a menina dos olhos do esquema de privatização da saúde no DF.

A explicação dada ao promotor Jairo Bisol sobre o imbróglio aqui descrito beira o surreal. Ao depor no Ministério Público, o secretário-adjunto Fernando Antunes admitiu a amizade com o empresário Davi Correia, da Equipamed, e fez uma confissão aparentemente absurda: os 30 kits levados ao Almoxarifado Central, anunciados publicamente pelo governo Arruda como parte de um projeto de ampliação de UTIs, ao custo de 3 milhões de reais, resultavam de um empréstimo de aparelhos usados, a serem devolvidos em 90 dias.

Na origem das transações está a decisão de Arruda em contratar, sem licitação, a Real Sociedade Espanhola de Beneficência, da Bahia, para gerir o Hospital Regional de Santa Maria, inaugurado há um ano e meio, ao custo de 130 milhões de reais (8 milhões dos quais repassados pelo governo federal). Trata-se de um contrato de dois anos, firmado em janeiro, de 222 milhões de reais, sob suspeita de servir ao caixa 2 eleitoral. O contrato soa irregular a começar pela instituição contratada, investigada pelos ministérios públicos estadual e federal da Bahia por fraude e desvio de verbas da prefeitura de Salvador, sob auspícios do prefeito João Henrique Barradas, do PMDB.

O processo de escolha da Real Sociedade Espanhola tem sido contestado pelo Ministério Público e pela bancada de quatro deputados do PT na Câmara Legislativa do DF. O partido entregou, em vão, uma representação ao procurador-geral de Justiça, Leonardo Bandarra, para suspender o convênio. “Há uma quadrilha instalada na Secretaria de Saúde”, acusa o deputado Cabo Patrício, do PT, um dos articuladores da natimorta CPI da Saúde do DF. Graças ao apoio de 20 dos 24 deputados distritais, Arruda evitou a investigação na Câmara local.

Em 15 de abril, a promotora de Justiça Cátia Vergara tentou impedir a terceirização do Hospital de Santa Maria. De acordo com ela, a Constituição Federal concedia à iniciativa privada uma participação exclusivamente complementar junto ao Sistema Único de Saúde (SUS). A mesma norma é reforçada pela Lei Orgânica da Saúde, Lei Orgânica do DF, Lei de Licitações e Contratos, uma portaria do Ministério da Saúde e outra do Conselho Nacional de Saúde.

Por meio de uma ação civil pública, Cátia Vergara acusou a terceirização de injustificável do ponto de vista administrativo, haja vista existirem centenas de aprovados em concursos públicos realizados pela Secretaria de Saúde do DF, jamais chamados a trabalhar. Para ela, o Hospital de Santa Maria poderia estar em regime de pleno atendimento à população, não fosse a decisão do governador Arruda de terceirizá-lo.

Em 20 de abril, a 8ª Vara de Fazenda Pública do DF, com base na ação do Ministério Público Distrital e de um parecer do Tribunal de Contas do DF, determinou a suspensão do contrato com a Real Sociedade Espanhola. Menos de um mês depois, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal derrubou a decisão de primeira instância e o GDF prosseguiu a terceirização do Santa Maria. Para tal, ignorou outros graves antecedentes da feliz ganhadora do contrato.

A Real Sociedade Espanhola é investigada pela Controladoria-Geral da União (CGU) por suspeita de desvio de dinheiro público em Salvador. A CGU apontou o envolvimento da entidade no desvio de cerca de 80 milhões de reais de verbas federais, estaduais e municipais. A investigação foi iniciada após o assassinato de Neylton Souto da Silveira, em 2007, na sede da Secretaria Municipal de Saúde. Silveira trabalhava no setor de Gestão Plena, responsável pelo pagamento das prestadoras de serviços terceirizados à prefeitura de Salvador.

Com base nessas informações, há duas semanas, o Conselho Nacional de Saúde solicitou ao Ministério da Saúde o cancelamento dos repasses do SUS ao GDF até o final das investigações sobre o contrato de terceirização do Hospital de Santa Maria. O CNS levou em conta as informações levantadas, em agosto, pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus), do ministério. A auditoria revelou que recursos repassados pelo governo federal eram usados em aplicações financeiras no Banco de Brasília (BRB), estatal e controlado por Arruda. Outras informações foram levantadas pelo Sindicato dos Médicos (Sindmédico) do DF, responsável por uma pesquisa do Instituto Vox Populi, de junho, que aponta a reprovação de mais de 80% do sistema de saúde local pela população.

Segundo o Denasus, o GDF recebeu, em 2008, 378 milhões de reais da União para investir em programas de Saúde. Mas, em março, 238 milhões de reais desse montante estavam aplicados em Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) no BRB. Por uma razão jamais devidamente esclarecida, o secretário Augusto Carvalho, bancário de origem, aplicou recursos públicos federais em troca de rendimentos. Procurado por CartaCapital, Carvalho não foi encontrado, por três dias, pela assessoria de imprensa da secretaria para esclarecer as denúncias.

No Ministério Público Distrital e no Conselho Nacional de Saúde há desconfiança na política de privatização da saúde no DF. “Vários desses processos de terceirização demonstram ter sido montados para formar caixa 2 de campanha de grupos políticos”, diz Francisco Batista Júnior, presidente do CNS. Ele espera, constatadas as irregularidades, que o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, nomeie interventor federal para gerir recursos no DF. O ministro tem 30 dias para decidir se acata a resolução do CNS.

A inspiração terceirizante de José Roberto Arruda veio de uma doutrina do governador José Serra (PSDB), de São Paulo, transformada em lei estadual em 4 de setembro, de modo a reservar 25% do atendimento nos hospitais a convênios e consultas da rede privada. Esses espaços, assim como no caso do Hospital de Santa Maria, serão administrados pelas Organizações Sociais (OSs), como a Real Sociedade Espanhola de Beneficência. “Só querem dar a essas organizações o filé dos serviços, os mais rentáveis, como as UTIs”, avisa o promotor Jairo Bisol, do Ministério Público do DF.

Para essas organizações sociais, trata-se de um ótimo negócio, porque o poder público entra com toda a infraestrutura física e de pessoal. As OSs administram e recebem os recursos dos contratos. Para o Distrito Federal, em 2009, o governo federal destinou à Secretaria de Saúde 2,1 bilhões de reais. Até 14 de setembro, segundo o site “Contas Abertas”, com informações do sistema de controle de gastos da administração federal, o Siafi, foram pagos 1,5 bilhão de reais. Além disso, a Secretaria de Saúde tem orçamento próprio de 1,7 bilhão de reais para 2009. Isso gerou recursos, para o ano corrente, de 3,8 bilhões de reais. A dúvida é saber onde esse dinheiro será aplicado, se no sistema de saúde ou em CDBs do Banco de Brasília.

Vocês podem ver mais sobre o que falei da saúde pública no DF, neste blog (é só clicar).

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A importância do Conselho Tutelar

André Dutra | 22 de setembro de 2009 | 16:40
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Olá, pessoal! Hoje quero trazer aqui um assunto pouco debatido. Estamos próximos de eleições para o Conselho Tutelar no DF e todos podemos (e devemos) votar! Vocês sabem a importância do Conselho Tutelar? Neste post deixarei um maior conhecimento do assunto para vocês e aproveito para indicar meu candidato: Alessandro Andrade, nº 1703! Votem e passem pra frente, pis esse assunto é de extrema importância para a sociedade.

O QUE É O CONSELHO TUTELAR?

É um órgão permanente e autônomo, encarregado pela sociedade de zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente, (Lei n° 8.069).

COMO É FORMADO?

O Conselho Tutelar é formado por cinco cidadãos comprometidos com a causa da criança e do adolescente, escolhidos pela comunidade local. São remunerados pela função e terão mandato de três anos.

QUEM PODE VOTAR?

Qualquer cidadão, a partir de 16 anos, com título e documento oficial com foto.

PORQUE DEVEMOS PARTICIPAR DA ESCOLHA DOS CONSELHEIROS TUTELARES?

Participando, estaremos escolhendo pessoas que irão garantir os direitos de nossas crianças e adolescentes, como: saúde, educação, profissionalização, esporte, lazer e ESPERANÇA.

A FUNÇÃO DO CONSELHO TUTELAR É?

Atender crianças e adolescentes que tiverem seus direitos ameaçados por ação ou omissão da sociedade e do estado; por falta, omissão ou abuso dos pais ou responsável; ou em razão de sua conduta.

Receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos; de reiteradas faltas injustificadas ou de elevados níveis de repetência.

Requisitar serviço social, previdência, trabalho e segurança ao promover a execução de suas decisões.

Assessorar o governo na elaboração de propostas orçamentárias, com finalidade de garantir planos e programas de atendimento integrado nas áreas de saúde, educação, cidadania, geração de trabalho e renda a favor da infância e da juventude.

É isso, galera! Deixo aqui o folder do Alessandro, também! Eu votarei, acho esse assunto importante demais pra se deixar passar em branco!

Vocês podem ver mais informações netes link! As eleições serão no dia 4 de outubro, nas escolas públicas. Abraço a todos!


Clique para ver maior

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Direito de ir e vir, liberdade de expressão e mais Direitos Humanos debatidos no Senado

André Dutra | 17 de setembro de 2009 | 23:27
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Hoje passei grande parte do meu dia no Senado Federal. Depois do fatídico dia 13/08, quando fui preso pela Polícia do Senado por ter me manifestado contra Sarney, dentro daquela Casa, ainda não tinha voltado ao Congresso. Dessa vez voltei pela porta da frente. Como vocês viram em meu post anterior, fui convidado para fazer parte da Mesa em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal, com o intuito de debater sobre o direito de ir e vir, a liberdade de expressão e outros temas relacionados, com ênfase no episódio da prisão citada.

Foi sensacional. Abaixo, coloco matéria na íntegra da Agência Senado. Em breve, colocarei vídeos e fotos que foram tiradas lá. Infelizmente a Comissão não lotou de gente, mas as pessoas que lá estavam eram de altíssima qualidade e esse simples fato é uma grande vitória, da qual me orgulho de ter feito parte.

Agora vamos continuar, em busca da manutenção de nossos direitos (dos mais básicos e elementares até aqueles que ainda estão capengando) e de justiça, pois o que foi feito tem que ser devidamente avaliado e que sejam aplicadas punições àqueles que violaram os Direitos Humanos e nossa Constituição Federal.

Além da matéria abaixo, vocês podem ver a reportagem que saiu no excelente site Congresso em Foco, onde a jornalista Renata Camargo fez um ótimo trabalho e detalha o que queremos fazer futuramente (pediremos à OAB que nos representem contra o que a Polícia do Senado fez naquele dia).

Fiquem então, com a matéria da Agência Senado:

COMISSÕES / Direitos Humanos
17/09/2009 – 14h50

Direito de ir e vir em debate

Dra. Herilda, Senador Cristovam e eu

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) realizou audiência pública nesta quinta-feira (17) para debater a Declaração Universal dos Direitos Humanos sob a ótica do direito de ir e vir das pessoas. Para o presidente da Comissão, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), o Senado Federal vem dificultando a entrada de pessoas no prédio, submetendo-as a um rigor maior do que o usado para se ter acesso aos aviões de carreira, nos aeroportos.

O senador pelo DF apoiou a idéia de alguns estudantes presentes à audiência de procurar o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cézar Britto, pedindo uma representação da Ordem contra o Senado, e também ouvir os responsáveis da Polícia do Senado pelo constrangimento sofrido pelos estudantes durante manifestação ocorrida no dia 13 de agosto passado. Cristovam não descartou a hipótese de acompanhar os estudantes, como representante do Distrito Federal.

Segundo André Dutra Silva Magalhães, estudante de Relações Internacionais do IESB, que participou da manifestação realizada contra o presidente do Senado, José Sarney, os estudantes não estavam agindo como vândalos, nem quebrando nada, apenas percorrendo os corredores do Senado e manifestando sua opinião.

- Foi constrangedor termos sido detidos pela Polícia do Senado e ficado mais de três horas na sala de segurança, unicamente por estarmos nos manifestando sobre posições políticas que estavam sendo debatidas no próprio plenário da Casa. O “Direito de ir e vir” representa um dos direitos mais básicos de uma democracia. Se, dentro do Congresso, já não podemos nos manifestar, o próximo passo será impedir que o façamos na universidade ou nas ruas? – perguntou.

O estudante exibiu um filme feito durante as manifestações e fez um apelo aos senadores para garantir, a todos, estudantes ou trabalhadores, o direito de se manifestarem, de modo ordeiro, dentro do prédio do Congresso.

A advogada Herilda Balduína de Souza, do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), pediu providências contra o arbítrio que na opinião dela está acontecendo atualmente nos prédios do Congresso, onde, segundo a advogada, pessoas estariam enfrentando dificuldades de entrar nos prédios e procurar senadores e deputados.

- Hoje, 17 de setembro, eu mesma precisei mostrar meu convite para participar desta audiência. É direito de todo brasileiro manifestar sua opinião, mas os governos somente gostam de manifestação a favor e o Congresso está seguindo esse exemplo ruim – disse.

Herilda lembrou que, até durante a ditadura militar era possível entrar no Congresso e, “quando se era expulso, não era por agentes do Legislativo, mas pela Polícia do Exército”. Para ela, a segurança demasiada acaba violando os direitos humanos mais básicos.

-Se não podemos ir até a Biblioteca, procurar um senador, assistir a uma sessão do Senado ou da Câmara, nossos direitos de eleitor estão sendo violados. Não estou defendendo baderna nem violência, mas o acesso ao Congresso e aos congressistas precisa ser assegurado a todos. Não existe democracia com unanimidade, sempre haverá quem discorde e essa pessoa tem direito de manifestar suas idéias livremente – concluiu Herilda.

Direitos

Para Cristovam, o Senado descumpriu a Declaração Universal dos Direitos Humanos, em especial o direito de se manifestar e o direito de ir e vir, a que todos têm direito numa democracia. Para ele, não podemos cercear a liberdade de ninguém de percorrer os corredores do Senado com camisas portando dizeres contra ou a favor de quem quer que seja, afirmou.

O senador José Nery (PSOL-PA) se declarou “assustado” com a ausência do reitor da Universidade de Brasília e do secretário da Polícia do Senado, previstos para depor na audiência, e lamentou que tão poucos senadores estivessem presentes, para prestigiar o evento.

- A crise não foi resolvida, foi apenas abafada. Não fabricamos denúncias, são fatos que essa Casa se recusa a esclarecer. Se elas foram arquivadas no Conselho de Ética, deveríamos abrir uma CPI para investigar os desmandos de gestão pública no Senado que chegou ao cúmulo de lavrar centenas de atos administrativos secretos – disse.

José Nery destacou que a crítica faz parte da democracia e todos precisam aceitar esse fato. Para ele essa audiência pública representaria uma oportunidade de se discutir esses acontecimentos. Ele lamentou que tivesse havido tão pouco interesse por parte dos senadores em defender os direitos previstos na Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Laura Fonseca / Agência Senado

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Audiência Pública na CDH do Senado, sobre liberdade de expressão e prisão de estudantes

André Dutra | 15 de setembro de 2009 | 20:37
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Pessoal, venho aqui fazer um convite e dividir uma alegria com vocês!

É com muito prazer que convido a todos para uma audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal, que debaterá sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a liberdade de expressão e o direito de ir e vir no Brasil, sob a ótica do poder público e da sociedade civil organizada, com o objetivo específico de obter esclarecimentos sobre diversos itens como a proibição de entrada de cidadãos no Senado Federal, o direito de ir e vir, o cumprimento da legislação e preceitos democráticos no Brasil, destacando-se a detenção dos estudantes pela Polícia do Senado Federal no dia 13/08.

Essa audiência é muito importante, pois se dará dentro daquela Casa e pode ser um marco predecessor de regularização de manifestações dentro do Congresso. Afinal, de forma organizada e pacífica, como foram todas as manifestações que estive, por que não?

Além disso, estou bem feliz em ter este requerimento aprovado, pois tive a felicidade de redigi-lo e passa-lo para o Senador Cristovam, presidente da Comissão, que entrou com o pedido, aprovado em reunião da CDH.

Como vocês viram neste blog, o dia da prisão foi muito tenso para nós (estudantes) e foi feito de forma despreparada e arbitrária pela Segurança do Senado e mantida pela Presidência da Casa. Essa audiência é de suma importância para mostrarmos que, além de sabermos nossos direitos, vamos atrás deles quando os temos (preceitos básicos e fundamentais de nossa Constituição) quebrados e pisados, como foram naquele fatídico dia.

Pelo menos três artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos foram violadas, além de nossa Constituição ter sido ignorada.

Minha felicidade é de ter sido convidado a fazer parte da Mesa que levará o debate, dividindo espaço com grandes profissionais. Vejam (clique na imagem, para ver maior):

Com a participação de:

Senador Cristovam Buarque, presidente da Comissão de Direitos Humanos (mediador)

José Geraldo de Sousa Júnior, reitor da Universidade de Brasília

Raimundo Aragão, Presidente do Conselho Federal da OAB

André Dutra Silva Magalhães, estudante de Relações Internacionais do IESB detido pela polícia do Senado

Mônica Nogueira, coordenadora geral da Rede Cerrado

DATA:

Dia 17/09, 5ª-feira, às 10 horas

Senado Federal, sala da Comissão (Anexo II, Sala II, Ala Nilo Coelho)

Espero poder contar com a presença de todos que forem de Brasília. Será muito importante! Levem suas sugestões, críticas e dúvidas! Convide seus amigos.

E claro, tomara que ninguém seja barrado na porta do Senado!

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Mais reformas

André Dutra | 15 de setembro de 2009 | 20:36
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O Site está passando por alguns ajustes, espero deixá-lo novamente 100% o mais rápido possível!
Brigado pelo apoio de todos!

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Modificar

André Dutra | 9 de setembro de 2009 | 12:27
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Uma música que conta um pouco da nossa história e é praticamente atemporal em sua vontade de modificar o que temos na política atual. Um pouco de música para variar um pouco!

Dead Fish – “Modificar”

E então veio 1985 e o sonho por liberdade voltou.
E por todas as ruas o povo gritava louco por Diretas já.
Já era hora se fez o tempo, aqueles tempos foram escuros demais.
Toda a esperança vinha das ruas e não havia como perder.
Mas desta vez fomos logrados
por um colégio eleitoral,
transição segura fria e lenta
para os que estavam no poder.
E nosso sonho por saúde e educação
se foi
largado pra depois.
E os militares que esperávamos que um dia iriam pagar
continuam no poder.
Então veio 88,
foi determinado agora sim poderíamos votar/escolher.
Mas um ano depois percebemos o quão estávamos enfraquecidos.
Corações e mentes agora guiados (ordenados) por uma tela de TV.
Nossa vontade já não existia pois agíamos como zumbis.
Pagamos caro pela ilusão,
o moderninho nos enganou.
E enquanto retia nossa poupança
roubava mais que os ladrões.
E nosso sonho por um dia sermos iguais
se foi,
foi deixado pra depois.
E os corruptos que esperávamos que um dia iriam pagar
acabavam de se eleger.
Quando vieram os anos 90
e o caos e o cinza tomou conta de tudo.
Salvadores de pátria agora não iriam mais ajudar.
Não há mais culpados nem inocentes, agora todos irão pagar.
Mas na guerra sublimada aleijados e analfabetos ainda tentam modificar.

Pois é, eu ainda tento modificar. Espero que muito mais gente continue tentando e crescendo em quantidade e qualidade!

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Não há política no Brasil

André Dutra | 5 de setembro de 2009 | 18:10
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Não há política no Brasil. Isso mesmo! Pode haver quem tente fazer política, mas ultimamente digo com todas as letras que: não há política no Brasil.

Para continuar este post, preciso esclarecer três conceitos:  o que é  política, político e público? (fonte: Priberam)

Política

1. Ciência do governo das nações.
2. Arte de regular as relações de um Estado com os outros Estados.
3. Sistema particular de um governo.

Político

1. Relativo à política ou aos negócios públicos.

Público

1. Relativo ou pertencente ao povo.
2. Que serve para uso de todos; comum.
3. Relativo à governação de um país.
4. Que é do conhecimento de todos.

OK, o que temos em nosso país é um grande jogo de interesses privados, pessoais. Não há vida pública. Um péssimo exemplo disso é quando o povo brasileiro deseja saber o que vem acontecendo com seus “representantes” e os próprios negam este direito, arquivando denúncias de forma arbitrária, interesseira e maquiavélica.

Eu sonho com a volta do que chamo de “bom político”, aquele homem interessado no bem público (olha aí a palavrinha de novo), do povo, pelo povo e para o povo. E não creio que isso seja um sonho inalcançável. Tudo começa conosco. Ao estudar política, se interessar e se envolver nesses temas, nós podemos iniciar, mesmo que seja a conta gotas, uma mudança de caráter expressivo na política brasileira.

Uma nova ética é necessária, novos padrões de pensamento, quebra dos atuais vícios e joguetes visíveis no poder vigente e inclusive se pensar e debater que nem tudo que é legal também é moral! Repensar o que é o famigerado decoro parlamentar é algo basilar, necessário para se reformar nossa vida política.

O homem que se coloca a postos para ser eleito, para virar um homem público, deve ser exemplo para a sociedade que o colocou naquele posto. Ou seja, a desculpa que certas pessoas usam de que determinados escândalos são de caráter pessoal e nada têm a ver com suas legislaturas é um argumento fraco e falho. A vida pública e o homem público se confundem e uma interfere na outra SIM! Quantos são os casos que vemos mundialmente de políticos que por coisas muito (mas MUITO) menores do que vemos no Brasil se sentem envergonhados e entendem que a sua participação no processo decisório não é mais legítima nem representativa, culminando com suas renúncias? São muitos exemplos, em vários países. Mas no Brasil, não. Aqui os politiquinhos acham que com “silêncio, paciência e tempo” podem tudo. E infelizmente podem, pelo menos ainda podem.

Tudo acaba recaindo na parca educação que o Estado brasileiro provém para seus cidadãos. Infelizmente ainda não lutamos por esta revolução, a revolução da educação. Uma revolução silenciosa e que tem tudo para dar certo.

Também nos falta o mínimo de preparo daqueles eleitos para nos representar e para atuar no papel a que eles foram eleitos. Muitos não tem o mínimo de conhecimento, seja técnico, acadêmico, profissional ou mesmo de vida para ocupar aquelas cadeiras e gabinetes.

O Brasil acaba ficando à deriva de interesses pessoais, em detrimento de políticas de Estado, que é algo essencial para o progresso da nação. Hoje em dia temos apenas poucas políticas de governo, que são cíclicas, andam ao redor de si mesmas e têm data de validade.

Em inglês temos diferenciação das palavras que definem política, o que é sutil, mas exprime de forma mais eficaz o que é política para povos dessa língua (retirado do site www.teclasap.com.br), “politics” e “policy”:

As duas palavras querem dizer “política”. “POLITICS” se refere à ciência que trata dos fenômenos relativos ao Estado. “POLICY”, por outro lado, se refere à diretriz, aos princípios, à filosofia, à linha de ação, etc. implantada por qualquer tipo de organização, até mesmo o próprio governo. Prova disso são as expressões “FOREIGN POLICY” (política externa) e “US POLICY ON IRAQ” (política [externa] americana sobre questões relativas ao Iraque). Ainda confuso? Bem, observe com atenção os exemplos a seguir. Precedido ou não por “INSURANCE”, o substantivo “POLICY” pode significar também “apólice de seguros”.

Aqui, ignora-se o sentido de politics na vida pública, pois muitos nem sabem o que é isto ou para que serve o Estado, ou pior, sabem e ignoram, pois não é de seu interesse. E quanto às policies brasileiras, simplesmente não as vejo ou, no máximo algo disforme e pré-engatinhando. O único exemplo que achei para o Brasil é o da política externa, que considero (inclusive em debates com amigos de Relações Internacionais) a única política de Estado brasileira e que, ao meu ver, é débil e frágil. Saúde, segurança e educação que é bom (áreas cruciais e que eu creio que o Estado deveria manter plenas condições de uso para a população), são deixadas para escanteio!

Por isso e por muito mais que eu digo e repito: não há política no Brasil. Há parasitas no poder e um povo subjugado em geral, sendo que uma parcela  ou é conivente com o que acontece ou simplesmente não se move, seja por alienação ou conformismo. Precisamos (e tenho fé que vamos) modificar essa situação.

Isso mesmo! Pode haver quem tente fazer política, mas ultimamente digo com todas as letras que: não há política no Brasil.

Para continuar este post, preciso esclarecer três conceitos: o que é política, político e público?

Vamos ao dicionário para ver o que seria a tal “política”, do grego politiká:

1. Ciência do governo das nações.

2. Arte de regular as relações de um Estado com os outros Estados.

3. Sistema particular de um governo.

Político

1. Relativo à política ou aos negócios públicos.

Público:

1. Relativo ou pertencente ao povo.

2. Que serve para uso de todos; comum.

3. Relativo à governação de um país.

4. Que é do conhecimento de todos.

OK, o que temos em nosso país é um grande jogo de interesses privados, pessoais. Não há vida pública. Um péssimo exemplo disso é quando o povo brasileiro deseja saber o que vem acontecendo com seus “representantes” e os próprios negam este direito, arquivando denúncias de forma arbitrária, interesseira e maquiavélica.

Eu sonho com a volta do que chamo de “bom político”, aquele homem interessado no bem público (olha aí a palavrinha de novo), do povo, pelo povo e para o povo. E não creio que isso seja um sonho inalcançável. Tudo começa conosco. Ao estudar política, se interessar e se envolver nesses temas, nós podemos iniciar, mesmo que seja a conta gotas, uma mudança de caráter expressivo na política brasileira.

Uma nova ética é necessária, novos padrões de pensamento, quebra dos atuais vícios e joguetes visíveis no poder vigente e inclusive se pensar e debater que nem tudo que é legal também é moral! Repensar o que é o famigerado decoro parlamentar é algo basilar, necessário para se reformar nossa vida política.

O homem que se coloca a postos para ser eleito, para virar um homem público, deve ser exemplo para a sociedade que o colocou naquele posto. Ou seja, a desculpa que certas pessoas usam de que determinados escândalos são de caráter pessoal e nada têm a ver com suas legislaturas é um argumento fraco e falho. A vida pública e o homem público se confundem e uma interfere na outra SIM! Quantos são os casos que vemos mundialmente de políticos que por coisas muito (mas MUITO) menores do que vemos no Brasil se sentem envergonhados e entendem que a sua participação no processo decisório não é mais legítima nem representativa, culminando com suas renúncias? São muitos exemplos, em vários países. Mas no Brasil, não. Aqui os politiquinhos acham que com “silêncio, paciência e tempo” podem tudo. E infelizmente podem, pelo menos ainda podem.

Tudo acaba recaindo na parca educação que o Estado brasileiro provém para seus cidadãos. Infelizmente ainda não lutamos por esta revolução, a revolução da educação. Uma revolução silenciosa e que tem tudo para dar certo.

Também nos falta o mínimo de preparo daqueles eleitos para nos representar e para atuar no papel a que eles foram eleitos. Muitos não tem o mínimo de conhecimento, seja técnico, acadêmico, profissional ou mesmo de vida para ocupar aquelas cadeiras e gabinetes.

O Brasil acaba ficando à deriva de interesses pessoais, em detrimento de políticas de Estado, que é algo essencial para o progresso da nação. Hoje em dia temos apenas poucas políticas de governo, que são cíclicas, andam ao redor de si mesmas e têm data de validade.

Em inglês temos diferenciação das palavras que definem política, o que é sutil, mas exprime de forma mais eficaz o que é política para povos dessa língua (retirado do site www.teclasap.com.br), “politics” e “policy”:

As duas palavras querem dizer “política”. “POLITICS” se refere à ciência que trata dos fenômenos relativos ao Estado. “POLICY”, por outro lado, se refere à diretriz, aos princípios, à filosofia, à linha de ação, etc. implantada por qualquer tipo de organização, até mesmo o próprio governo. Prova disso são as expressões “FOREIGN POLICY” (política externa) e “US POLICY ON IRAQ” (política [externa] americana sobre questões relativas ao Iraque). Ainda confuso? Bem, observe com atenção os exemplos a seguir. Precedido ou não por “INSURANCE”, o substantivo “POLICY” pode significar também “apólice de seguros”.

Aqui, ignora-se o sentido de politics na vida pública, pois muitos nem sabem o que é isto ou para que serve o Estado, ou pior, sabem e ignoram, pois não é de seu interesse. E quanto às policies brasileiras, simplesmente não as vejo ou, no máximo algo disforme e pré-engatinhando.

Por isso e por muito mais que eu digo e repito: não há política no Brasil. Há parasitas no poder e um povo subjugado. P

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Fora Sarney no Jornal do Universitário

André Dutra | 2 de setembro de 2009 | 18:51
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É isso aí galera, a luta continua firme e forte! Aí embaixo deixo as imagens do Jornal do Universitário aonde o Levy Brandão fez ótima matéria sobre esse caso de vergonha nacional. Tive a oportunidade de ser entrevistado e vocês podem ler, ao final, o que escrevi e também ver uma fotinha minha. Aos universitários de Brasília, fiquem atentos, pois a edição impressa é distribuída gratuitamente nas universidades/faculdades do DF. Clique na imagem para ver maior:

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