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Indecisão na eleição de deputados distritais

André Dutra | 30 de julho de 2010 | 23:53
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Saiu no Jornal Alô Brasília uma pesquisa que comprova que a grande maioria da população do DF está muito desconfiada e ainda não sabe em quem votará! Curioso que numa dessas pesquisas, eu apareço entre os listados. Além de ser um candidato jovem e que prega renovação incluído nesta listagem, sou o único cadidato do PDT! Isso significa que grande parte do mérito é de vocês, meus amigos e colaboradores, que têm me ajudado a espalhar meu nme e números por aí!!! Continuemos e vamos ganhar! Muito obrigado a vocês!

Vejam abaixo a matéria na íntegra e com o link para o site do Jornal!

Indecisão na eleição de distritais

A disputa para conquistar uma cadeira na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) promete ser acirrada. De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), 855 candidatos disputarão as 24 vagas para deputado distrital. A média é de 35,6% aspirantes por vaga. Do total de candidatos, 17 são deputados distritais que tentarão se reeleger em outubro. Até o momento, 266 estão aptos, oito já não podem mais concorrer e o restante aguarda julgamento. Contudo, mesmo com tantos nomes à disposição dos eleitores, 84,49% deles não sabem ainda em quem vão votar. Foi o que revelou a pesquisa encomendada pelo Jornal Alô Brasília ao IBGS.

Na amostragem feita de forma estimulada (quando o eleitor recebe em mãos a lista com todos os nomes que estão na disputa), lideram os já deputados distrital Chico Leite (PT) e Paulo Roriz (DEM), ambos com 0,62% das intenções de votos. O terceiro colocado seria, de acordo com os dados, o primeiro nome de renovação na Casa: Guarda Jânio (PSB), com 0,55% dos votos.

Outros nomes conhecidos aparecem entre os 24 candidatos mais citados na amostragem: Aylton Gomes do PR (0,47%), o tucano Raimundo Ribeiro com 0,39%, Alírio Neto, do PPS, com 0,39%, e os democratas Eliana Pedrosa (0,31%) e Raad Massouh (0,23%). Também estariam reeleitos os distritais Batista das Cooperativas (PRP) e Cabo Patrício (PT), com 0,16% cada. Totalizariam, teoricamente, nove candidatos reeleitos, deixando 15 vagas para os novatos.

A população feminina demonstrou ser mais indecisa, com 89,32% das eleitoras sem resposta. Enquanto isso, 81, 53% dos homens preferiram não adiantar o voto.

As cadeiras segunda pesquisa espontânea

Líder comunitário da Vila Planalto, Vantuil (PSL), foi o mais lembrado na pesquisa espontânea, com 1,17% dos votos. Nessa amostragem, o número de indecisos é alto, mas menor que o da estimulada (77,16%). Curiosamente, quando o eleitor diz espontaneamente em quem pretende votar para ocupar uma das 24 cadeiras da Casa, nomes que não aparecem na pesquisa estimulada entre os 24 primeiros, figuram na lista: Além de Vantuil, Nilson (PSDC), Campanela (PT), Dirsomar (PT), Everaldo Brito, Liliane Roriz (PRTB), Paulo de Tarcio (PHS), Roney Nemer (PMDB), Vastim.

Poucos são os candidatos que têm números expressivos em todas as regiões do DF. Quase todos os nomes citados na pesquisa possuem votos muito segmentados e regionalizados – por isso de alguns nomes aparecerem na pesquisa espontânea e sumirem na estimulada.

A Câmara Legislativa do Distrito Federal está entre as mais novas casas legislativas do país. Como o DF absorve as funções de estado e de município, sua Casa Legislativa é também a mais diferente, a começar pelo nome, que traduz um misto de Assembleia estadual e Câmara municipal. Vinte e quatro deputados distritais, eleitos de quatro em quatro anos, compõem a Câmara Legislativa. Esse número é determinado pelo artigo 27 da Constituição Federal e corresponde ao triplo do número de deputados federais do DF.

A Câmara foi estruturada para garantir suporte à atuação legislativa (elaboração e discussão de leis) dos deputados. Além disso, a Casa precisa assegurar, com eficiência e rapidez, sua administração interna e o atendimento à população que transita diariamente por suas dependências, numa rotina comum às casas legislativas.

A cara da nova Câmara

Chico Leite (PT) – 0,62%

Paulo Roriz (DEM) – 0,62%

Guarda Jânio (PSB) – 0,55%

Aylton Gomes (PR) – 0,47%

Arlete Sampaio (PT) – 0,47%

Kico Locutor (PTdoB) – 0,39%

Raimundo Ribeiro (PSDB) – 0,39%

Alírio (PPS) – 0,39%

Eliana Pedrosa (DEM) – 0,31%

Dilvan da Mata (PSL) – 0,23%

Everaldo Brito – 0,23%

Pedro do Ovo (PRP) – 0,23%

Raad Massouh (DEM) – 0,23%

Rejane Pitanga (PT) – 0,23%

Weligton (PSC) – 0,23%

André Dutra (PDT) – 0,16%

Apolinário rebelo (PT) – 0,16%

Batista das Cooperativas (PRP) – 0,16%

Bolinha (PHS) – 0,16%

Cabo Patrício (PT) – 0,16%

Campanela (PT) – 0,16%

Chico Vigilante (PT) – 0,16%

Cláudio Ornelas (PTdoB) – 0,16%

Coronel Júlio César (PSC) – 0,16%

Brigadão a todos amigos e amigas, de verdade! Vocês têm me dado a pilha e a força necessárias para que eu continue firme e forte nos nossos propósito!

Afinal, estou com você pela renovação do DF! Vote em mim no @TVoto!

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Vamos lá!

André Dutra | 15 de julho de 2010 | 19:42
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Pessoal, em breve meu material estará pronto e finalmente vou às ruas buscar os votos que precisamos para dar uma cara nova à política do DF. Também farei uma seção aqui no blog para que vocês, caso possam, contribuam na divulgação. Serão panfletinhos simples, em preto & branco, que você pode imprimir em casa ou aonde quiser, recortar e repassar para seus amigos e familiares, o que acham? Estará na seção que em breve sera criada, chamada “Downloads”.

Enquanto isso, estão aqui meus votos certos e os votos que peço a vocês que cravarão meu número na urna, cravem destes dois que são grandes amigos meus e pessoas a quem tenho forte admiração: Cristovam Buarque e Reguffe. Cristovam vai para a reeleição ao Senado, seu número é 123. Reguffe vai para o Congresso também, para Deputado Federal, com o número 1234. E eu quero representá-los em nossa esfera, aqui na Câmara Legislativa.  Vocês já sabem, mas não custa repetir: 12.222!

Peço que ajudem a elegê-los, junto comigo. Seria legal um trio desses, né?!

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22 compromissos para renovar o DF

André Dutra | 12 de julho de 2010 | 23:29
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Pessoal, estudei, debati e consolidei minhas idéias em 22 compromissos que farei como meu projeto de governo, nessa candidatura a Deputado Distrital. Resolvi divulgá-las aqui, lembrando as registrei  em cartório hoje! Se virem outros candidatos falando disso, podem saber que é cópia, já que agora está público aqui na internet. Esses são compromissos meus! Quando eleito Deputado, sei que poderei cumprir com os 22 pontos.

Se porventura algum outro candidato eleito propor alguma Lei que proponho aqui ou debate que sugiro, me comprometo a votar a favor e a defender a idéia. Quero lembrar que não ficarei 4 anos apenas com esses 22 compromissos, aceito também sugestões aqui no blog!

Ressalto algo importantíssimo: sempre defendi as chamadas “medidas moralizadoras”, mas não como promessas de campanha. Você TEM que ser honesto e pronto, isso nem se debate. Mas marco aqui o que sempre defendi e o que farei quando eleito, ALÉM das minhas propostas

  • Otimizar o gasto da verba indenizatória e me comprometer com seu uso inteligente, economizando o máximo possível em cada mês (muito fácil falar que não usa o dinheiro, sendo que às vezes é bom usar aquilo para um bem maior, como um estudo ou pesquisa. O que não pode é ficar gastanto os R$11.250,00 por mês em gasolina e panfleto!);
  • Recusar 14º, 15º e salários extras por convocação para sessões extraordinárias;
  • Contratar menos assessores e não usar a ridícula verba de gabinete de R$99 mil reais que esse povo aprovou para si (na Câmara federal é algo em torno de R$65 mil).

Esses pontos aí em cima não são propostas, são condutas éticas das mais básicas que TODOS deveriam ter. Abaixo seguem meus compromissos, que são os temas de maior relevância para a sociedade e em consonância com aquilo que eu acredito ser o mais correto. Além de serem pontos que eu sei que um Deputado tem autonomia e legalidade para cumprir. Espero que gostem:

22 compromissos para renovar o DF
Programa de governo do candidato a Deputado Distrital André Dutra
12.222 – PDT

Saúde

  • Emenda orçamentária de R$2 milhões/ano para a construção de novos Centros de Atenção Psicossociais – CAPS. Gastos serão fiscalizados;
  • Incentivo à criação de programas educacionais de combate às drogas nas escolas (públicas e particulares) e nas casas da população de regiões mais assoladas pelo tráfico (a ser embasado em números oficiais, o que também levará ao maior combate aos traficantes);
  • Incentivar, debater e cobrar do GDF por campanha específica de combate ao crack no DF;
  • Lutar por uma assistência pública à saúde mental de qualidade no DF, bem como na saúde de atenção básica;
  • Inspeções periódicas e surpresas na Farmácia de Alto Custo da Secretaria de Saúde do DF e nos estoques de medicamentos básicos dos principais Hospitais do DF;
  • Propor audiência pública cobrando do GDF resposta para a falta de estrutura aos programas de transplantes de órgãos. Por que não existe? Por que é necessário? Haveria economia aos cofres públicos e mais saúde e qualidade de vida para novos transplantados e a população carente não teria que se deslocar para outras cidades do Brasil.

O DF tem hoje uma das piores, senão a pior assistência pública à saúde mental. Se para os ricos já é difícil tratar de problemas como depressão, vício em substâncias químicas e distúrbios mentais imaginem a comunidade carente! É um desrespeito e uma clara e inadmissível omissão do Estado, que deve amparar seus cidadãos com qualidade e dignidade. Vamos lutar por esse direito da comunidade do DF e dever do Estado. O crack assola vidas cada vez mais cedo, desestrutura famílias e é um grande responsável pelas crescentes mazelas sociais e violência no DF. Deve ser tratado como epidemia que é e deve ter prioridade na agenda de saúde.

Medicamentos faltantes em estantes significam dor, sofrimento e morte de pessoas que merecem respeito das autoridades públicas. São seres humanos em situação de extrema fragilidade, não são números em planilhas ou minutos em filas. É obrigação do sistema público de saúde oferecer medicamentos àqueles que não podem pagar para manterem sua saúde e é inteligência estratégica garantir a percepção e os transplantes aqui, evitando que famílias carentes tenham que gastar o que não têm para ir a outras cidades e também economizando dinheiro público ao manter o cidadão saudável de forma praticamente definitiva. Um exemplo é que o custo da hemodiálise, realizada dia sim, dia não, ao Estado e à pessoa é muito maior do que o custo do transplante de rim.  Esta medida significa qualidade de vida e economia aos cofres públicos.

Transporte Público

  • R$1 milhão/ano em emenda orçamentária para atualização tecnológica (hardware) do Metrô-DF. A propostas visa resolver em 4 anos o gargalo tecnológico existente hoje na Empresa, pondo em risco a vida dos usuários e empregados diariamente. Gastos serão fiscalizados;
  • Propor ao GDF estudo de oferta/demanda do transporte no DF. Incentivar a revisão das concessões públicas de transporte e, caso seja necessário, cassar as atuais concessões e licitar novas empresas;
  • Debater em audiências públicas com a sociedade civil, acadêmicos, autoridades públicas e especialistas em transporte sobre a possibilidade de revisão do sistema público de transporte vigente no DF e sobre a criação de “bacias” de transporte, onde as empresas atendem a certas localidades/linhas com integração ao Metrô-DF. Cobrar solução do GDF nesse intuito, sempre!
  • Cobrar do GDF integração entre os variados tipos de transportes públicos e passe-livre estudantil sem ônus para o contribuinte e desatrelado a aumentos de tarifas. Transporte é bem social e não de mercado e é dever do Estado oferecer qualidade, opção e dignidade aos cidadãos;
  • Proporei Lei que estabeleça número mínimo de ciclovias por Região Administrativa do Distrito Federal.

Há necessidade URGENTE de melhorar e garantir mobilidade de qualidade e decente para os cidadãos do DF.  Existe uma hipertrofia de carros particulares, com a atual falta de incentivo ao transporte público. Os empresários detêm o poder do sistema, que deve ser do Estado, e há anos nada se faz a respeito. Oferecer transporte público de qualidade e financeiramente viável à sociedade é um Direito do cidadão e um Dever do Estado. Precisamos encarar a situação e tomar o poder do interesse privado. Empresas podem OPERAR e visar lucro, mas a gestão DEVE ser pública.

A qualidade de vida do trabalhador que tem que sair horas mais cedo para chegar ao trabalho e voltar horas mais tarde para casa, bem como a do cidadão que passa longo tempo em pé dentro de um ônibus precário e lotado ou em vagão de Metrô e enfrenta diariamente longos congestionamentos é fator preocupante de saúde. Todo dia pais e mães de família perdem suas vidas em acidentes de carro no DF. Motociclistas são ainda mais atingidos, sendo que de cada morte há 50 feridos. O que mais mata crianças de 5 a 14 anos no DF é o trânsito. Por isso educação e intervenção direta do poder público são necessárias para resgatar e rever o sistema público de transporte o Distrito Federal.

Segurança Pública

  • R$1 milhão/ano em emenda orçamentária para compra de equipamentos para o Corpo De Bombeiros Militar do DF. Essencial para a categoria e para a população. Gastos serão fiscalizados;
  • Lugar de polícia é nas ruas! Por isso incentivarei o GDF a adotar com mais veemência o policiamento ostensivo e a retirada de cargos administrativos ocupados por soldados que podem cuidar da segurança dos cidadãos;
  • Proponho o uso de bicicletas tradicionais e bicicletas elétricas (sucesso no Espírito Santo) pela PM-DF em determinadas localidades. Policiamento se torna mais ostensivo e, ao mesmo tempo, mais próximo da comunidade. É saudável e respeita o meio-ambiente. Mais eficaz que duplas a pé;
  • É hora de levantar o debate sobre a humanização da ação policial e do policiamento. A Polícia deve ser vista pela população com respeito e não medo. Deve tratar o cidadão com respeito e autoridade e não autoritarismo. O cidadão deve confiar e tratar com respeito os agentes da segurança pública. A sociedade jovem é a que mais sofre com este problema. Educação de mão dupla: polícia e sociedade juntas, garantindo segurança de todos com humanização de suas ações.

Como fazer? Com audiências públicas o povo fica mais perto do poder. Quero ouvir a população e instigar sua participação, sentido importante para a manutenção e oxigenação da Democracia, tão maltratada no Distrito Federal.

Também há a pressão direta ao Governador para que garanta essas práticas e adote as medidas certas para garantir a segurança dos cidadãos. Precisamos reativar algo tão importante e que foi corroído no DF: o diálogo entre políticos e população. Um não vive sem o outro. O que existia antes era politicagem. Vamos construir um DF mais seguro juntos, não há forma melhor.

Educação e Cultura

  • R$1 milhão/ano em emenda orçamentária para a Secretaria de Educação do DF destinados à compra de material esportivo para escolas públicas do Ensino Fundamental e Médio. Gastos serão fiscalizados;
  • R$1 milhão/ano em emenda orçamentária para Secretaria de Cultura do DF criar fundo de incentivo a artistas locais. A idéia é que os artistas locais recebam incentivos fiscais em troca de apresentações e oficinas/workshops em escolas públicas do DF;
  • Pressionar o GDF para aplicação gradual do sistema de Ensino Integral no Ensino Básico no DF;
  • Incentivar junto ao GDF o uso das escolas como centros de convivência culturais para a comunidade aos finais de semana, com mostra de filmes, peças teatrais, exposições de artes plásticas, shows musicais e outros eventos artísticos, bem como práticas desportivas;
  • Proporei Lei que obrigue um número mínimo de palestras (uma ao mês) nas escolas públicas da Educação Básica (a partir do 5º ano) com conteúdo de noções de Direito, Ética, Cidadania, Direito do Consumidor, Direitos e Deveres políticos, noções de democracia, meio-ambiente e sustentabilidade. O conteúdo deverá ser proposto pela Secretaria de Educação do DF e respaldada pela Câmara Legislativa do DF, sendo revisada anualmente.

O Brasil e Brasília estarão em poucos anos no foco central do mundo em relação aos esportes. Temos o dever de propiciar a nossas crianças e adolescentes bons materiais esportivos que garantam a prática de atividades esportivas nas escolas. O esporte também disciplina, educa e Mantém os jovens fora do mundo das drogas e ilícitos.

Os artistas locais também precisam de espaço e eles têm uma função social determinante para a educação. Unir a arte aos artistas e às escolas é unir a sociedade em busca de um DF melhor!

As escolas têm que ser tratadas como um bem da comunidade. Para isso vamos desmistificar seu uso e espaço. Vamos usar a escola e cuidar dela! Ensino integral e uso aos finais de semana com intuito comunitário é fazer a sociedade amar a escola. E quem ama a escola garante um futuro brilhante para seus filhos e também para seus pais! E já é hora de levarmos aos nossos estudantes as noções que todo cidadão deve ter. Além da educação convencional, as palestras educativas têm um forte potencial em enraizar conceitos que serão importantes para toda a vida da pessoa. Saber seus direitos é ter mais dignidade e ter a certeza de cobrá-los e jamais passar injustiças despercebidas. Uma sociedade inteligente é uma sociedade feliz.

Meio-ambiente e urbanismo

  • Proporei a revisão completa do Plano Diretor de Ordenamento Territorial – PDOT;
  • Serei veementemente contra a construção de áreas residenciais e/ou comerciais na Reserva Indígena do Bananal (Setor Noroeste).

A ganância e a especulação tomaram conta do DF, mas agora é hora de rever todos os erros que os interesseiros cometeram. Ainda podemos consertar estes erros e viver em cidades organizadas e que ofereçam uma boa qualidade de vida, sem ter sofrimento do cidadão e nem ganhos inacreditáveis de uma pequena classe especuladora. O direito dos índios deve ser respeitado. A terra também deve ser respeitada, pois é o maior bem de nossas cidades. Ser a favor do meio-ambiente é ser a favor de uma vida melhor.

Esse é meu programa. Com certeza poderei fazer muito mais que isso nos 4 anos de governo, inclusive montar Leis para esses e outros temas (o que não posso e não farei é prometer coisas que não se podem executar, como muitos por aí fazem). Por favor ajudem a divulgar as idéias e essa candidatura. Estou entrando na briga para fazer algo bom pelo DF.  Estudarei cada vez mais e me prepararei todo dia para representá-los sempre em alto nível! Muito obrigado pela força que tantos têm me dado! E vamos à luta!

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Muito trabalho!

André Dutra | 8 de julho de 2010 | 17:25
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Pessoal, esses dias tenho feito uma correria constante para garantir todas as questões legais de campanha. Como estou fazendo praticamente tudo sozinho, fica difícil estar como os outros candidatos que já têm tudo pronto.

Mas saibam que estou feliz com os resultados até agora. Afinal, hoje é apenas o terceiro dia de três meses de campanha! Espero que o blog esteja mudado até segunda-feira! Quero colocar a cara da candidatura aqui, meu número (grava aí 12.222) e um espaço para sugestões de propostas que será um canal onde vocês poderão sugerir mais propostas além das que eu trarei. Também quero colocar o material de divulgação de uma forma a facilitar o download por vocês dos panfletinhos e tornar essa campanha uma coisa nossa, onde juntos renovaremos o DF.

Fiz uma pauta legal. 22 idéias para renovar Brasília. Colocarei aqui o quanto antes, será meu programa e minhas bandeiras de campanha, pois o que falta de dinheiro sobra em idéias e vontade de mudar a política como tem sido feita.

Agradeço a compreensão e a força que vocês têm dado!!!

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O meu país…

André Dutra | 5 de julho de 2010 | 2:00
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Essa excelente música do Zé Ramalho cabe bem para explicar grande parte do porquê de eu querer ser candidato e entrar na vida política. Cansei de viver no país que não é meu. O meu país é um excelente lugar e eu sei que podemos, juntos, fazê-lo existir e sair desse lugar em que vivemos, que não é, com certeza, nosso país.

Escutem e acompanhem a letra:

O meu país (Zé Ramalho – Composição: Livardo Alves – Orlando Tejo – Gilvan Chaves)

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo

Um país que crianças elimina
Que não ouve o clamor dos esquecidos
Onde nunca os humildes são ouvidos
E uma elite sem deus é quem domina
Que permite um estupro em cada esquina
E a certeza da dúvida infeliz
Onde quem tem razão baixa a cerviz
E massacram – se o negro e a mulher
Pode ser o país de quem quiser
Mas não é, com certeza, o meu país

Um país onde as leis são descartáveis
Por ausência de códigos corretos
Com quarenta milhões de analfabetos
E maior multidão de miseráveis
Um país onde os homens confiáveis
Não têm voz, não têm vez, nem diretriz
Mas corruptos têm voz e vez e bis
E o respaldo de estímulo incomum
Pode ser o país de qualquer um
Mas não é com certeza o meu país

Um país que perdeu a identidade
Sepultou o idioma português
Aprendeu a falar pornofonês
Aderindo à global vulgaridade
Um país que não tem capacidade
De saber o que pensa e o que diz
Que não pode esconder a cicatriz
De um povo de bem que vive mal
Pode ser o país do carnaval
Mas não é com certeza o meu país

Um país que seus índios discrimina
E as ciências e as artes não respeita
Um país que ainda morre de maleita
Por atraso geral da medicina
Um país onde escola não ensina
E hospital não dispõe de raio – x
Onde a gente dos morros é feliz
Se tem água de chuva e luz do sol
Pode ser o país do futebol
Mas não é com certeza o meu país

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo

Um país que é doente e não se cura
Quer ficar sempre no terceiro mundo
Que do poço fatal chegou ao fundo
Sem saber emergir da noite escura
Um país que engoliu a compostura
Atendendo a políticos sutis
Que dividem o brasil em mil brasis
Pra melhor assaltar de ponta a ponta
Pode ser o país do faz-de-conta
Mas não é com certeza o meu país

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo

Com certeza precisamos de gente nova, séria e competente, mas ainda assim com espírito de luta, para termos uma visão melhor do país que queremos. Transformá-lo em país em que vivemos. Eu acredito  nisso e tentarei fazer minha parte. Mas sem vocês com certeza esse sonho não irá muito longe.

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A primeira batalha para um sonho

André Dutra | 2 de julho de 2010 | 2:54
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Na madrugada de ontem (01/07) cheguei em casa com sentimentos físicos e psicológicos diversos. Por um lado estava fisicamente exausto, debilitado, com torcicolo, fome e sono. De outro lado quase não conseguia conter uma mistura de felicidade, alívio, esperança e fé.

Anteontem (30/06) foi o último dia para os partidos políticos fazerem suas convenções e definirem suas nominatas, com todos os candidatos a todos cargos. Como vocês viram no post passado, o PDT-DF teve convenção, mas que não decidiu nada. O dia 30/06 foi o dia em que a Executiva se reuniria para bater o martelo. Lá fui eu, na condição de pré-candidato, assistir a reunião da Executiva. Ao menos tentei. Eu e vários outros companheiros de partido esperamos do lado de fora, enquanto a reunião se dava dentro de uma sala com a porta trancada (não apenas fechada, trancada). Cheguei por volta de 18:20, quando ainda não havia começado. Saí de lá depois de 1 hora da manhã, já no dia 01/07.

Sinceramente, não sou favorável a esse tipo de acontecimento. Sou um respeitador e amante da democracia e das escolhas plurais, dialogadas, justas e com amplo direito de conhecimento e defesa. Arbitrariedades deixo para o campo de estudo acadêmico, uma forma a mais de entender e não cometer esses vicíos. Até que por volta de meia noite abriram a porta para anunciar os nomes dos candidatos do PDT-DF a Deputado Distrital. E agora posso falar: a Executiva aprovou meu nome como um dos candidatos e eu concorrerei às eleições. Não apenas candidato, como (ao que chegou ao conhecimento até então), o candidato mais jovem do Partido!

O título deste post se deve à grande dificuldade que encontrei para chegar à garantia desse meu direito de militante, dever de cidadão e sonho de vida. Estranhamente, meu nome não foi bem recebido por certa parcela da Executiva. Por mais que eu tenha minhas opiniões, sempre respeitei as que não seguem estreitamente às minhas e, acima de tudo, sempre dissociei as diferenças políticas das pessoais. Ainda não sei exatamente quais foram os argumentos que dificultaram a aceitação do meu nome dentro do próprio partido em que eu faço parte ativamente de seu corpo militante, carrego as bandeiras do trabalhismo, educação, ética e renovação. Não me atinei a saber, até posso fazê-lo depois. Mas no final das contas, foi batalha vencida pelo bom senso e pela ajuda de vários amigos titulares da Executiva que defenderam meu nome e minha candidatura.

Essa foi uma batalha dura, mas vencida. Não quero ser injusto com todos os que (dentro e fora do partido) sempre me ajudaram e foram cruciais para que meu nome saísse nessa nominata, mas gostaria de deixar um obrigado especial a quem argumentou ao meu favor dentro dessa reunião fechada: Senador Cristovam Buarque, Deputado Reguffe, Israel, Eroídes e Max. Obrigado por acreditarem que eu sou um bom candidato e eu darei meu máximo.

O direito de que falei é a garantia que o militante ativo tem de representar sua luta no pleito, na batalha eleitoral; o dever de cidadão se relaciona com a importância de não nos omitirmos, ainda mais depois de tudo o que aconteceu na política do DF (em especial) e agirmos para mudar verdadeiramente essa sujeira; e por fim, o meu sonho de vida é poder trabalhar em prol das pessoas, usar a política para impactar positivamente a vida de incontáveis pessoas que necessitam de amparo do Estado e daqueles que têm conhecimento e vontade suficiente para fazer algo em favor delas e pela diminuição das desigualdades sociais.

Mas além disso, eu sonho em ver no ano de 2014 uma avalanche de jovens capacitados e motivados a revolucionar o modo de se fazer política. Estou trilhando duros caminhos, cansativos, pois se eu consigo chegar lá, qualquer pessoa consegue! E as pessoas honestas e capacitadas podem sair de suas zonas de conforto e ajudar a construir uma sociedade melhor. Basta querer e lutar por isso. Um sonho que aquele eu de 15 anos que assistiu a uma palestra do Cristovam Buarque e hoje divide um espacinho na mesma nominata, na mesma vontade de revolucionar o Brasil, cada um com suas especificidades, mas ambos com disposição em superar os obstáculos que a injustiça social nos impõe.

Sei que ontem eu cheguei em casa e dividi a notícia em meu Twitter e Facebook! E cada resposta obtida é um gás e uma motivação a mais, além de uma crescente certeza de que mesmo com todos empecilhos encontrados e que hei de encontrar,vale a pena seguir meu sonho. Agradeço, de coração, por vocês me darem apoio e construírem comigo essa alternativa, esse grito de indignação, mas de vontade de agir. Abaixo coloco uma montagem com os comentários que recebi ainda de madrugada e pela manhã após anunciar minha candidatura e aqui neste link o apoio da galera no Facebook (clique para ver maior):

“A mais longa jornada começa com um único passo” (Lao-Tzu). Estou preparado para os passos seguintes! ;)

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