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O debate sobre inclusão de novas disciplinas no Ensino brasileiro

André Dutra | 10 de fevereiro de 2011 | 16:36
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Há muito tempo a Educação Integral e a possível entrada de novas disciplinas no sistema educacional de nossas crianças e jovens brasileiros não sai do lugar. Aqui mesmo, no DF, o ex-Governador fugido renunciante Arruda implantou um pseudo-projeto de Educação Integral em algumas escolas do DF, que era ridiculamente ruim, mas o novo GDF e a nova Secretária de Educação resolveram piorar ainda mais a situação, cancelado-o por um ano para “reavaliar e replanejar” o sistema.

Enfim, muita gente nessa nova legislatura deve apresentar projetos de Lei para inclusão de novas discplinas na grade curricular escolar de nossas crianças e jovens. Alguns com certeza serão inconstitucionais, muitos serão repetidos, alguns serão completamente fora de qualquer realidade e outros serão muito ruins. Outro problema aqui, é o inchaço da grade com matérias que venham a prejudicar o aluno do Ensino Médio em seu preparo para o vestibular. Minha idéia é que do Ensino Fundamental ao Ensino Médio (que em conjunto são conhecidos como Ensino Básico), devemos SIM aprender, conhecer e debater bases de Direito Constitucional, do Consumidor e Ética, como uma formação complementar ao cidadão que a escola deve formar para a vida em sociedade e não apenas no ensino acadêmico-formal.

Em 2009 fui relator de um grande apensado (quando projetos de Lei com temas similares são juntados, chama-se apensado) e fiz um substitutivo ao que estavam propondo, tentando unificar as idéias, sentimentos em relação ao tema e tentando fazer algo justo e possível dentro do nosso sistema de ensino, pensando principalmente no ganho dos maiores envolvidos: os alunos. Eu cheguei a postar este Relatório e Substitutivo naquela ocasião, mas faço de novo, para reacendermos a discussão. Se eu fosse eleito para Câmara Federal, seria este Substitutivo que apresentaria como Projeto de Lei, para discussão, possíveis modificações e quem sabe sua aprovação e implementação. Segue parte do post onde coloquei a Relatoria e o Projeto Substitutivo:

(…) fui Relator de um grande Projeto que falava da inclusão de nova(s) matéria(s) no Ensino Básico. Foram sete projetos apensados (ou seja, anexados, por terem conteúdo similar), cada um com suas peculiaridades. Coube a mim, ler os sete e da melhor forma possível torná-los um. Sendo assim, apresentei um substitutivo – como se fosse um outro Projeto, que substitui o(s) apresentado(s) – onde eu peguei alguns pontos dos demais Projetos e coloquei outros que eu achava importante, tentando manter a essência do sentido daqueles sete Projetos que li. No final das contas, acabei fazendo outro Projeto inteiro com várias modificações, mas dando parecer favorável à matéria. Novamente, passou por unanimidade na CEC, na CCJC e dessa vez no Plenário!

E você, faria alguma emenda ou sugestão para ele? É só clicar nas imagens para vêl-as em tamanho maior (errata: onde lê-se Ensino Básico e Médio, entenda-se Ensino Fundamental e Médio! =) ):

Eu sei que o Deputado Reguffe, amigo e companheiro de Partido, ficou de propor um projeto de inclusão da disciplina “Ética” para os estudantes brasileiros. Acho que o debate, a estruturação do projeto e a proposta deve ser ainda mais profunda. Foi o que tentei fazer ao redigir isto que deixei para vocês lerem. E aí, o que acharam?!

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“O Mundo É Plano”, de Thomas L. Friedman

André Dutra | 7 de fevereiro de 2011 | 14:19
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Pessoal, reativando o blog e voltando um pouco o tema para as Relações Internacionais e Política, compartilho com vocês uma resenha crítica que fiz sobre o último capítulo do livro “O Mundo É Plano”, de Thomas L. Friedman. Nesse capítulo, Fridman fala sobre o 11/9 versus 9/11 (uma alusão ao ataque às Torres Gêmeas do World Trade Center em 11 de Setembro de 2001 e da Queda do Muro de Berlin em 9 de Novembro de 1989).

Fiz esta resenha no meu primeiro semestre (2006) e acho legal como ao longo dos anos vamos nos lapidando, mas como princípios básicos, pétreos, têm a capacidade de continuar assim: intocados. Sinceramente, continuo achando Friedman fraco e extremamente alienado em seu “mundo perfeito do capitalismo feliz”. Leiam e compartilhem seus pensamentos. Não sugiro a compra do livro, porque é realmente ruim. Mas aos curiosos, vale a pena pegar numa biblioteca ou procurar num sebo, pra tirar a prova dos nove.

11/9 versus 9/11

No último capítulo de seu livro, Friedman inicia refletindo sobre dois momentos históricos causadores de mudanças drásticas no mundo e conseqüentes aplainadores globais: 9/11 e 11/9, que seguidamente caracterizam a data da queda do Muro de Berlim e dos ataques de 11 de Setembro e a conseqüente queda das Torres Gêmeas do World Trade Center. Nas palavras do autor, “(…) Essas duas datas representam as duas formas de imaginação em competição: a imaginação criativa de 9/11 e a imaginação destruidora de 11/9. Uma derrubou um muro e abriu as janelas do mundo – tanto as do sistema operativo quanto do tipo pelo qual olhamos para fora de casa. Descerrou metade do planeta e tornou os cidadãos daquela parte do mundo nossos parceiros e competidores potenciais. A outra derrubou o World Trade Center, fechando o restaurante Janelas do Mundo para sempre e erguendo novas e invisíveis muralhas de concreto entre os povos, num momento em que acreditávamos que o 9/11 as destruíra para sempre. (…)”.

Ele tem a capacidade de comparar essas duas datas sob um prisma mesquinho e pobre, tanto intelectualmente, quanto de um ponto de vista literalmente humano. São acontecimentos totalmente díspares, mas que na mente do autor tem uma conexão totalmente lógica e aceitável. Podemos enxergar, ao longo do texto, sua tendenciosidade e sua visão neo-liberal, capitalista e conservadora, até mesmo no próprio tratamento dado aos países islâmicos, generalizando suas populações e comparando-os aos “bandidos” de “imaginação doentia”. Chega às vezes a ser contraditório, tentando adotar uma postura um pouco menos agressiva, mas sempre colocando o Tio Sam como o Deus de nossa época, o certo, o salvador.

Também chega a ser engraçado ao vê-lo comparar as duas datas supracitadas com um suposto diálogo de ambas as partes. Primeiramente algum húngaro sonhador, visionário, imaginando uma cena linda de vitória da liberdade entre os povos, através de sua boa ação de abertura de fronteira com a Áustria. Já anos depois, um diálogo malévolo envolvendo Osama bin Laden e seu plano de atingir as Torres Gêmeas exatamente “entre o 94º e o 98º andares”. Aqui, em ambas as histórias, ele joga no lixo inúmeras variáveis que levaram à sucessão dos eventos. Ele descarta inclusive a suposição mais provável, no caso da queda das Torres, de que ninguém esperava por seus colapsos e em seguida suas quedas, inclusive os mentores do ataque. Foi algo surpreendente. E se ele realmente defende isso, é colocar tais seres num pedestal, numa redoma de competência, que passa a contrariar sua idéia de bandidagem tosca, assassinos fanáticos.

Quando da queda do Muro, Thomas Friedman mostra na sua visão como os Estados Unidos eram a unipotência, dona do mundo e como seus jovens eram livres para viajar e tudo o mais. Claro, aqueles que possuíssem capacidade financeira para isso, um mero detalhe… já após os atentados de 11 de setembro, ele nos fala como tudo isso se perde, como o medo fica aparente. E novamente nos força a esquecer todo o passado de guerras estadunidenses, toda sua atual tirania, ao nos passar mais um insosso exemplo, ou melhor, mais uma comparação irreal, entre um empresário bem sucedido montando sua empresa aérea e o produto do planejamento terrorista que através de vários meios (entre eles o treinamento, financiamento, compras e investimentos no setor aeroviário), culminou no fatídico ataque às Twin Towers.

Lê-se que achata-se o mundo de duas formas através da “imaginação”: usando-a para elevar todos a um nível sublime ou rebaixar todos ao mesmo nível. Pensando como “americano”, Friedman diz que “quem deve dar o exemplo” ao mundo de como se portar, são eles, os estadunidenses que vivem em “sociedades livres e progressistas” e têm de “ser os melhores cidadãos globais”. Porém, argumenta que os planos de ataque do 11 de setembro não foram descobertos por uma “falha da imaginação”. Muito conveniente. É realmente conveniente dizer que eles não tinham gente suficiente em sua comunidade de informação que “possuísse uma imaginação doentia semelhante às de bin Laden e Khalid Sheikh Mohammed”. Realmente chega a beirar o extremo da conveniência.

E quando o autor coloca a maior parcela de culpa pela atual situação estadunidense no presidente W. Bush, é colocar a visão do leitor num microcosmo surreal. Por que não lembrar de Clinton, Bush pai, Reagan, Nixon, entre outros, quando se fala de exportação de medo? Por que não lembrar da política social e economicamente predatória utilizada pelo seu país natal, além da Máquina de Guerra que jamais cessa seu funcionamento? E dizer que o resto do mundo tem “inveja” de um suposto otimismo e “ingenuidade dos americanos” porque precisam disso? Friedman tem a megalomania, a capacidade de dizer que tal inveja do “resto do mundo” ante o pensamento todo-poderoso dos americanos é “uma das coisas que ajudam o mundo a continuar girando” e que se os americanos deixarem de ser a “’fábrica de sonhos’ do mundo, nosso planeta não somente ficará mais sombrio, como também mais pobre.”. É muita prepotência!

Segundo Friedman, “(…) Nas sociedades que têm mais recordações do que sonhos, muita gente passa muito tempo olhando para trás.”. Isso faria com que essas sociedades pensassem nostalgicamente, embelezando seu passado e deixando de olhar para frente. Cita entre as questões que devem ser realmente levadas em consideração, o combate à proliferação de armas de destruição em massa, necessidades de reformas nos países árabes e criação de acionistas entre os pobres do mundo. Mas o autor novamente peca ao exagerar em seu cinismo e em sua glorificação do “american way of life”. Diz que procura um estilo de liderança americana que vise construir sua base de apoio no mundo inteiro. Ou seja, o interesse estadunidense prevalecendo acima dos demais. Mais uma vez se porta como se estivesse falando de uma nação onipotente, ao dizer que ninguém pode com eles, além deles mesmos. Será que ele se lembrou disso ao ver as Torres em chamas, em Manhattan? Friedman diz que muita gente no mundo odeia Bush por ele ter tomado a decisão de lutar contra o terrorismo e que, com isso os Estados Unidos teriam deixado o papel de exportadores de esperança a exportadores de medo. Mas Friedman parece não ler o que ele próprio escreve: “Nós somos o Quatro de Julho. Somos o 9/11.”. Ele toma para si a vitória das Alemanhas divididas, o orgulho de uma nação sofrida e abatida por vários fantasmas e que não teria nem o direito a honrar a queda do Muro da Vergonha por seus próprios méritos. Isto passa a ser pior que exportar medo. Falar isso abertamente, em nome de seu país, é exportar ódio.

A partir daí, o autor passa a citar exemplos de “boas imaginações” visualizadas no mundo. Analisemos estes exemplos:

1.      eBay – é inadmissível comparar o mundo com um site de internet. Uma comunidade online não significa nada, comparada a todo um universo de pessoas que nunca nem mesmo viram um computador em sua frente. Seus exemplos de sucessos pessoais, de como as pessoas são iguais no eBay, desde um poderoso executivo, até o menino deficiente físico (sim, ele usa esse exemplo – surreal), são de fazer brotar lágrimas nos olhos dos desavisados. Porém, ele não nos adverte sobre a população jovem carente que busca refúgio no Estado por não ter dinheiro para se sustentar, que se alista no Exército em busca de um salário para manter a família e que em troca são mandados para o inferno da guerra. Ele não fala que os negros não são negros na internet, pois apenas os negros ricos podem viver online e se alegrarem com as estrelinhas de reconhecimento do eBay. Friedman cega os leigos ainda mais. Esta história de sucessos do eBay funciona perfeitamente para a parcela da população estadunidense retratada pelo autor. Este é um mundo cheio de altos e baixos, longe de se mostrar plano.

2.      Índia – o autor tem razão quando fala dos estados islâmicos autoritários, quanto ao modo que tais Estados se portam desproporcionadamente violentos. Mas aqui ele demoniza genericamente estes Estados e não apenas seus governos. Falando das maravilhas do segundo maior Estado islâmico do mundo, a democrática e não violenta Índia, nos oferece mais uma história bonitinha e maquiada sobre uma visão ínfima da realidade autêntica. É curioso que a Índia não tenha participação ativa e conhecida em grupos islâmicos terroristas, como grandes parcelas da população de outros países o fazem. Mas não passa de uma mera curiosidade. Isto não chega a influenciar o mundo de tal forma que padrões sejam criados ou destruídos. Ao citar o que ele parece transparecer como sua visão de uma diferença entre culturas, ao citar o pai de um amigo islâmico cuja família dividiu-se em duas, partindo metade para o Paquistão e a outra metade permanecendo na Índia, diz basicamente que a diferença entre um muçulmano que cresce na Índia do que cresce no Paquistão é que ao ver seu igual prosperar, o primeiro deseja ter o mesmo para si, já o segundo deseja destruir seu igual por ele ter prosperado. O autor nos generaliza um ponto de vista pessoal, vendido como uma verdade. E ele ainda cogita que, quando não há um caminho para realização de sonhos, parte-se para a concentração na ira. Isto é um pensamento plausível, mas será que a sociedade estadunidense e ocidental não oferece a escolha para diversos caminhos que levem também à insatisfação e raiva?

Os grandes cérebros indianos são extirpados de seu país pelos Estados Unidos (principalmente) e outros países ocidentais. Fisgados como jovens jogadores brasileiros de futebol pelos grandes clubes europeus. O indiano terceirizado, explorado, que recebe absurdamente menos que um mesmo funcionário estadunidense ganharia, é feliz. Mas é feliz devido ao seu já vigente grau de miséria e falta de perspectiva. É muito bonito vender histórias de uma dúzia de sucessos num país como a Índia. Mas e o “resto”? Como ficam os quase 1 bilhão de pessoas que não partilham deste mundo planificado?

3.      A Maldição do Petróleo – Aqui ele basicamente fala que os países que mais têm abundância de petróleo são os que menos desenvolvem sua estrutura social, política e que mantêm os Estados com a população mais subjugada. O inverso também seria o encontrado na realidade. Não está longe da realidade. Vide a Venezuela seu presidente Chávez, entre outros exemplos. Mas percebe-se também que esse ódio por países donos do petróleo habita o pensamento do autor, no alto de seu conservadorismo e pensamento neo-liberal estadunidense. Friedman simplesmente ignora o fator civilizacional (HUNTINGTON, Samuel) e cultural, tratando os meios de governo de países como a Arábia Saudita e Irã como governos que revertem reformas. Que reformas? Não que seja um modo de vida  perfeito, modelo, mas talvez, simplesmente não é possível se mudar uma cultura secular da noite para o dia. Ou melhor, por mais que se tente mudar, nunca deve-se mudar pela imposição. Novas visões não encontram berço em civilizações se forem impostas, pois este não é um processo natural de “amadurecimento” de tal civilização.

4.      Basta um Bom Exemplo – Friedman nesta parte fala sobre uma empresa muito bem-sucedida árabe. E continua a fazer comparações descabidas! Ao comparar a empresa árabe Aramex, que cotou suas ações na Nasdaq com mega-corporações como a Apple, Microsoft e Dell, ele faz vista grossa para detalhes do tipo: política empresarial capitalista, ou seja, predatória; monopólio corporativo; poder transnacional; entre outros fatores relevantes que colocam empresas como estas, acima de qualquer grande empresa do oriente.

5.      De Intocáveis a Intocáveis – Novamente Friedman se atrapalha e cai numa arapuca criada por ele mesmo. Ao iniciar seu pensamento falando da diferenciação brutal de castas na Índia, o autor mais uma vez comete um deslize ao se ater no bom exemplo de um cidadão, apenas. Este bom exemplo é Abraham Georges, indiano, criado nos Estados Unidos, onde fez fortuna. Voltou para seu país natal, onde foi investir sua  riqueza nas classes mais baixas, tentando fazer a diferença de baixo para cima.

É lindo, não fosse o tom meloso adotado pelo autor para encobrir uma realidade mais dura deste mundo irregular e nada planificado que ele tenta varrer para baixo dos tapetes persas das raras figuras de sucesso. É ótimo sonhar, ter um exemplo num homem como Georges, porém isto não é o mundo. Logo a tentativa que Friedman faz de explicar o mundo com estes argumentos (adotados por ele como máxima verdade) é no mínimo sensacionalista, digna de um tablóide que venda alegria em frascos juntamente com sua edição. É lógico que não apenas as crianças intocáveis indianas, como qualquer uma que tenha a oportunidade de desenvolvimento e crescimento irá desenvolver-se e crescer.

Até mesmo os garotos que poderiam morrer por Arafat. É lógico que se a atual conjuntura mundial fosse outra e ele tivesse a oportunidade de mostrar todo seu potencial, ele conseguiria realizar aquilo que guarda como sua grande quimera.

Por isso que Friedman se equivoca em diversos momentos. Ele tenta morder e assoprar. E carrega um pensamento hipócrita, devidamente maquiado e pronto para a venda, que soa como uma chama de esperança para uma melhoria mundial.

Essa esperança é importantíssima de se ter, mas este caminho apresentado por Friedman é cheio de buracos. E estes buracos não deixam seu mundo ficar plano como ele gostaria.

Vale lembrar que o 11/9 ocorreu por mentes doentes e sedentas de uma vingança difícil de entender. Mas o 11/9 aconteceu graças a esse tipo de pensamento “friedmaniano”.

Já o 9/11 é produto europeu. Uma mudança radical nessa camada da sociedade mundial. E já que é 11/9 versus 9/11, que vença o pensamento onde a queda de tijolos foi muito mais significativa para o entendimento do que é a tolerância. Ao contrário de outra queda de tijolos, sangue e metal, que envenenou mais ainda a comunidade internacional com a mazela da intolerância, medo, ganância e mesquinhez.

André Dutra, dezembro de 2006.

Legal que nesses 5 anos muitas coisas mudam, mas o básico da informação continua a mesma. exemplos poderiam ser facilmente adaptados, como no caso do eBay, onde o Facebook poderia ser um novo exemplo, mas a opinião sobre o assunto e os paralelos propostos pelo autor continuariam os mesmos… e por aí vai!

Espero que tenham gostado! Abração!!!

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Mais um retorno!

André Dutra | 3 de fevereiro de 2011 | 10:59
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Acho que já foi tempo demais de inércia por aqui, não? Voltemos aos trabalhos! Em breve muitas novas serão partilhadas com vocês, mas ainda estou digerindo certas coisas da época da campanha.

Foi tudo muito duro, pesado, mas foi um grandioso aprendizado na minha vida e sou muito grato ao apoio de vocês às minhas idéias e ao que eu propus representar durante as eleições. Isso não vai parar ali, vamos continuar firmes e fortes em busca do propósito maior, que é mudar Brasília!

Vou preparar um post novo, mais longo e melhor discorrido, como antigamente. Por enquanto, que tal votar na nova enquete? Que futuro vocês esperam para o DF? Será um novo caminho, mas um caminho que nos levará à retomada de uma vida decente e uma política que sirva ao povo ou será outro caminho rumo ao precipício no qual já caímos tantas vezes?

Vote aí na coluna da direita!

Abraços!!!

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