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“O Mundo É Plano”, de Thomas L. Friedman

André Dutra | 7 de fevereiro de 2011 | 14:19
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Pessoal, reativando o blog e voltando um pouco o tema para as Relações Internacionais e Política, compartilho com vocês uma resenha crítica que fiz sobre o último capítulo do livro “O Mundo É Plano”, de Thomas L. Friedman. Nesse capítulo, Fridman fala sobre o 11/9 versus 9/11 (uma alusão ao ataque às Torres Gêmeas do World Trade Center em 11 de Setembro de 2001 e da Queda do Muro de Berlin em 9 de Novembro de 1989).

Fiz esta resenha no meu primeiro semestre (2006) e acho legal como ao longo dos anos vamos nos lapidando, mas como princípios básicos, pétreos, têm a capacidade de continuar assim: intocados. Sinceramente, continuo achando Friedman fraco e extremamente alienado em seu “mundo perfeito do capitalismo feliz”. Leiam e compartilhem seus pensamentos. Não sugiro a compra do livro, porque é realmente ruim. Mas aos curiosos, vale a pena pegar numa biblioteca ou procurar num sebo, pra tirar a prova dos nove.

11/9 versus 9/11

No último capítulo de seu livro, Friedman inicia refletindo sobre dois momentos históricos causadores de mudanças drásticas no mundo e conseqüentes aplainadores globais: 9/11 e 11/9, que seguidamente caracterizam a data da queda do Muro de Berlim e dos ataques de 11 de Setembro e a conseqüente queda das Torres Gêmeas do World Trade Center. Nas palavras do autor, “(…) Essas duas datas representam as duas formas de imaginação em competição: a imaginação criativa de 9/11 e a imaginação destruidora de 11/9. Uma derrubou um muro e abriu as janelas do mundo – tanto as do sistema operativo quanto do tipo pelo qual olhamos para fora de casa. Descerrou metade do planeta e tornou os cidadãos daquela parte do mundo nossos parceiros e competidores potenciais. A outra derrubou o World Trade Center, fechando o restaurante Janelas do Mundo para sempre e erguendo novas e invisíveis muralhas de concreto entre os povos, num momento em que acreditávamos que o 9/11 as destruíra para sempre. (…)”.

Ele tem a capacidade de comparar essas duas datas sob um prisma mesquinho e pobre, tanto intelectualmente, quanto de um ponto de vista literalmente humano. São acontecimentos totalmente díspares, mas que na mente do autor tem uma conexão totalmente lógica e aceitável. Podemos enxergar, ao longo do texto, sua tendenciosidade e sua visão neo-liberal, capitalista e conservadora, até mesmo no próprio tratamento dado aos países islâmicos, generalizando suas populações e comparando-os aos “bandidos” de “imaginação doentia”. Chega às vezes a ser contraditório, tentando adotar uma postura um pouco menos agressiva, mas sempre colocando o Tio Sam como o Deus de nossa época, o certo, o salvador.

Também chega a ser engraçado ao vê-lo comparar as duas datas supracitadas com um suposto diálogo de ambas as partes. Primeiramente algum húngaro sonhador, visionário, imaginando uma cena linda de vitória da liberdade entre os povos, através de sua boa ação de abertura de fronteira com a Áustria. Já anos depois, um diálogo malévolo envolvendo Osama bin Laden e seu plano de atingir as Torres Gêmeas exatamente “entre o 94º e o 98º andares”. Aqui, em ambas as histórias, ele joga no lixo inúmeras variáveis que levaram à sucessão dos eventos. Ele descarta inclusive a suposição mais provável, no caso da queda das Torres, de que ninguém esperava por seus colapsos e em seguida suas quedas, inclusive os mentores do ataque. Foi algo surpreendente. E se ele realmente defende isso, é colocar tais seres num pedestal, numa redoma de competência, que passa a contrariar sua idéia de bandidagem tosca, assassinos fanáticos.

Quando da queda do Muro, Thomas Friedman mostra na sua visão como os Estados Unidos eram a unipotência, dona do mundo e como seus jovens eram livres para viajar e tudo o mais. Claro, aqueles que possuíssem capacidade financeira para isso, um mero detalhe… já após os atentados de 11 de setembro, ele nos fala como tudo isso se perde, como o medo fica aparente. E novamente nos força a esquecer todo o passado de guerras estadunidenses, toda sua atual tirania, ao nos passar mais um insosso exemplo, ou melhor, mais uma comparação irreal, entre um empresário bem sucedido montando sua empresa aérea e o produto do planejamento terrorista que através de vários meios (entre eles o treinamento, financiamento, compras e investimentos no setor aeroviário), culminou no fatídico ataque às Twin Towers.

Lê-se que achata-se o mundo de duas formas através da “imaginação”: usando-a para elevar todos a um nível sublime ou rebaixar todos ao mesmo nível. Pensando como “americano”, Friedman diz que “quem deve dar o exemplo” ao mundo de como se portar, são eles, os estadunidenses que vivem em “sociedades livres e progressistas” e têm de “ser os melhores cidadãos globais”. Porém, argumenta que os planos de ataque do 11 de setembro não foram descobertos por uma “falha da imaginação”. Muito conveniente. É realmente conveniente dizer que eles não tinham gente suficiente em sua comunidade de informação que “possuísse uma imaginação doentia semelhante às de bin Laden e Khalid Sheikh Mohammed”. Realmente chega a beirar o extremo da conveniência.

E quando o autor coloca a maior parcela de culpa pela atual situação estadunidense no presidente W. Bush, é colocar a visão do leitor num microcosmo surreal. Por que não lembrar de Clinton, Bush pai, Reagan, Nixon, entre outros, quando se fala de exportação de medo? Por que não lembrar da política social e economicamente predatória utilizada pelo seu país natal, além da Máquina de Guerra que jamais cessa seu funcionamento? E dizer que o resto do mundo tem “inveja” de um suposto otimismo e “ingenuidade dos americanos” porque precisam disso? Friedman tem a megalomania, a capacidade de dizer que tal inveja do “resto do mundo” ante o pensamento todo-poderoso dos americanos é “uma das coisas que ajudam o mundo a continuar girando” e que se os americanos deixarem de ser a “’fábrica de sonhos’ do mundo, nosso planeta não somente ficará mais sombrio, como também mais pobre.”. É muita prepotência!

Segundo Friedman, “(…) Nas sociedades que têm mais recordações do que sonhos, muita gente passa muito tempo olhando para trás.”. Isso faria com que essas sociedades pensassem nostalgicamente, embelezando seu passado e deixando de olhar para frente. Cita entre as questões que devem ser realmente levadas em consideração, o combate à proliferação de armas de destruição em massa, necessidades de reformas nos países árabes e criação de acionistas entre os pobres do mundo. Mas o autor novamente peca ao exagerar em seu cinismo e em sua glorificação do “american way of life”. Diz que procura um estilo de liderança americana que vise construir sua base de apoio no mundo inteiro. Ou seja, o interesse estadunidense prevalecendo acima dos demais. Mais uma vez se porta como se estivesse falando de uma nação onipotente, ao dizer que ninguém pode com eles, além deles mesmos. Será que ele se lembrou disso ao ver as Torres em chamas, em Manhattan? Friedman diz que muita gente no mundo odeia Bush por ele ter tomado a decisão de lutar contra o terrorismo e que, com isso os Estados Unidos teriam deixado o papel de exportadores de esperança a exportadores de medo. Mas Friedman parece não ler o que ele próprio escreve: “Nós somos o Quatro de Julho. Somos o 9/11.”. Ele toma para si a vitória das Alemanhas divididas, o orgulho de uma nação sofrida e abatida por vários fantasmas e que não teria nem o direito a honrar a queda do Muro da Vergonha por seus próprios méritos. Isto passa a ser pior que exportar medo. Falar isso abertamente, em nome de seu país, é exportar ódio.

A partir daí, o autor passa a citar exemplos de “boas imaginações” visualizadas no mundo. Analisemos estes exemplos:

1.      eBay – é inadmissível comparar o mundo com um site de internet. Uma comunidade online não significa nada, comparada a todo um universo de pessoas que nunca nem mesmo viram um computador em sua frente. Seus exemplos de sucessos pessoais, de como as pessoas são iguais no eBay, desde um poderoso executivo, até o menino deficiente físico (sim, ele usa esse exemplo – surreal), são de fazer brotar lágrimas nos olhos dos desavisados. Porém, ele não nos adverte sobre a população jovem carente que busca refúgio no Estado por não ter dinheiro para se sustentar, que se alista no Exército em busca de um salário para manter a família e que em troca são mandados para o inferno da guerra. Ele não fala que os negros não são negros na internet, pois apenas os negros ricos podem viver online e se alegrarem com as estrelinhas de reconhecimento do eBay. Friedman cega os leigos ainda mais. Esta história de sucessos do eBay funciona perfeitamente para a parcela da população estadunidense retratada pelo autor. Este é um mundo cheio de altos e baixos, longe de se mostrar plano.

2.      Índia – o autor tem razão quando fala dos estados islâmicos autoritários, quanto ao modo que tais Estados se portam desproporcionadamente violentos. Mas aqui ele demoniza genericamente estes Estados e não apenas seus governos. Falando das maravilhas do segundo maior Estado islâmico do mundo, a democrática e não violenta Índia, nos oferece mais uma história bonitinha e maquiada sobre uma visão ínfima da realidade autêntica. É curioso que a Índia não tenha participação ativa e conhecida em grupos islâmicos terroristas, como grandes parcelas da população de outros países o fazem. Mas não passa de uma mera curiosidade. Isto não chega a influenciar o mundo de tal forma que padrões sejam criados ou destruídos. Ao citar o que ele parece transparecer como sua visão de uma diferença entre culturas, ao citar o pai de um amigo islâmico cuja família dividiu-se em duas, partindo metade para o Paquistão e a outra metade permanecendo na Índia, diz basicamente que a diferença entre um muçulmano que cresce na Índia do que cresce no Paquistão é que ao ver seu igual prosperar, o primeiro deseja ter o mesmo para si, já o segundo deseja destruir seu igual por ele ter prosperado. O autor nos generaliza um ponto de vista pessoal, vendido como uma verdade. E ele ainda cogita que, quando não há um caminho para realização de sonhos, parte-se para a concentração na ira. Isto é um pensamento plausível, mas será que a sociedade estadunidense e ocidental não oferece a escolha para diversos caminhos que levem também à insatisfação e raiva?

Os grandes cérebros indianos são extirpados de seu país pelos Estados Unidos (principalmente) e outros países ocidentais. Fisgados como jovens jogadores brasileiros de futebol pelos grandes clubes europeus. O indiano terceirizado, explorado, que recebe absurdamente menos que um mesmo funcionário estadunidense ganharia, é feliz. Mas é feliz devido ao seu já vigente grau de miséria e falta de perspectiva. É muito bonito vender histórias de uma dúzia de sucessos num país como a Índia. Mas e o “resto”? Como ficam os quase 1 bilhão de pessoas que não partilham deste mundo planificado?

3.      A Maldição do Petróleo – Aqui ele basicamente fala que os países que mais têm abundância de petróleo são os que menos desenvolvem sua estrutura social, política e que mantêm os Estados com a população mais subjugada. O inverso também seria o encontrado na realidade. Não está longe da realidade. Vide a Venezuela seu presidente Chávez, entre outros exemplos. Mas percebe-se também que esse ódio por países donos do petróleo habita o pensamento do autor, no alto de seu conservadorismo e pensamento neo-liberal estadunidense. Friedman simplesmente ignora o fator civilizacional (HUNTINGTON, Samuel) e cultural, tratando os meios de governo de países como a Arábia Saudita e Irã como governos que revertem reformas. Que reformas? Não que seja um modo de vida  perfeito, modelo, mas talvez, simplesmente não é possível se mudar uma cultura secular da noite para o dia. Ou melhor, por mais que se tente mudar, nunca deve-se mudar pela imposição. Novas visões não encontram berço em civilizações se forem impostas, pois este não é um processo natural de “amadurecimento” de tal civilização.

4.      Basta um Bom Exemplo – Friedman nesta parte fala sobre uma empresa muito bem-sucedida árabe. E continua a fazer comparações descabidas! Ao comparar a empresa árabe Aramex, que cotou suas ações na Nasdaq com mega-corporações como a Apple, Microsoft e Dell, ele faz vista grossa para detalhes do tipo: política empresarial capitalista, ou seja, predatória; monopólio corporativo; poder transnacional; entre outros fatores relevantes que colocam empresas como estas, acima de qualquer grande empresa do oriente.

5.      De Intocáveis a Intocáveis – Novamente Friedman se atrapalha e cai numa arapuca criada por ele mesmo. Ao iniciar seu pensamento falando da diferenciação brutal de castas na Índia, o autor mais uma vez comete um deslize ao se ater no bom exemplo de um cidadão, apenas. Este bom exemplo é Abraham Georges, indiano, criado nos Estados Unidos, onde fez fortuna. Voltou para seu país natal, onde foi investir sua  riqueza nas classes mais baixas, tentando fazer a diferença de baixo para cima.

É lindo, não fosse o tom meloso adotado pelo autor para encobrir uma realidade mais dura deste mundo irregular e nada planificado que ele tenta varrer para baixo dos tapetes persas das raras figuras de sucesso. É ótimo sonhar, ter um exemplo num homem como Georges, porém isto não é o mundo. Logo a tentativa que Friedman faz de explicar o mundo com estes argumentos (adotados por ele como máxima verdade) é no mínimo sensacionalista, digna de um tablóide que venda alegria em frascos juntamente com sua edição. É lógico que não apenas as crianças intocáveis indianas, como qualquer uma que tenha a oportunidade de desenvolvimento e crescimento irá desenvolver-se e crescer.

Até mesmo os garotos que poderiam morrer por Arafat. É lógico que se a atual conjuntura mundial fosse outra e ele tivesse a oportunidade de mostrar todo seu potencial, ele conseguiria realizar aquilo que guarda como sua grande quimera.

Por isso que Friedman se equivoca em diversos momentos. Ele tenta morder e assoprar. E carrega um pensamento hipócrita, devidamente maquiado e pronto para a venda, que soa como uma chama de esperança para uma melhoria mundial.

Essa esperança é importantíssima de se ter, mas este caminho apresentado por Friedman é cheio de buracos. E estes buracos não deixam seu mundo ficar plano como ele gostaria.

Vale lembrar que o 11/9 ocorreu por mentes doentes e sedentas de uma vingança difícil de entender. Mas o 11/9 aconteceu graças a esse tipo de pensamento “friedmaniano”.

Já o 9/11 é produto europeu. Uma mudança radical nessa camada da sociedade mundial. E já que é 11/9 versus 9/11, que vença o pensamento onde a queda de tijolos foi muito mais significativa para o entendimento do que é a tolerância. Ao contrário de outra queda de tijolos, sangue e metal, que envenenou mais ainda a comunidade internacional com a mazela da intolerância, medo, ganância e mesquinhez.

André Dutra, dezembro de 2006.

Legal que nesses 5 anos muitas coisas mudam, mas o básico da informação continua a mesma. exemplos poderiam ser facilmente adaptados, como no caso do eBay, onde o Facebook poderia ser um novo exemplo, mas a opinião sobre o assunto e os paralelos propostos pelo autor continuariam os mesmos… e por aí vai!

Espero que tenham gostado! Abração!!!

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9 Responses to ““O Mundo É Plano”, de Thomas L. Friedman”

  1. André Dutra disse:
    20 de fevereiro de 2011 às 23:34

    Acho que quem não percebeu o tom de brincadeira, também não fui eu.

    Enfim, Iuri, bom pra vc. Boa sorte na vida e brigado pela visita ao blog.

  2. Iuri disse:
    20 de fevereiro de 2011 às 18:57

    Ah André, não seja chato. Aprenda a levar as coisas na esportiva. Não percebe que eu estava brincando com vc???

    Mas já que vc tocou no assunto. Fiquei com a bunda quadrada pq estudava pra UnB e pra um concurso público ao mesmo tempo, passei nos DOIS. Uma coisa não exclui a outra, confesso que no concurso em que passei a concorrência não era de 300 por vaga, vc passou em qual concurso??? DIPLOMATA??? Caso tenha passado, parabéns.

    Eu não queria falar mal do IESB pq conheço pessoas que estudam lá, mas ser o “melhor” da turma no IESB não significa absolutamente NADA. O nível dos alunos de lá é incomparável ao dos alunos da UnB. É notório que o IESB é uma mera fábrica de diplomas.

    Não tente diminuir o curso da UnB por ter 40 pessoas por vaga. Se vc fosse o “melhor do curso” , como disse, teria passado. Ninguém paga mensalidades exorbidantes pra receber um ensino de terceira classe por vontade própria. Eu JAMAIS trocaria meu ensino da UnB por um ensino em uma instituição como o IESB, mesmo que RECEBESSE pra isso.

  3. André Dutra disse:
    19 de fevereiro de 2011 às 20:30

    Hahahaha ai ai, Iuri… não creio que pedantismo seja algo muito legal de se orgulhar, muito menos que tenham “direito” de ser assim, ainda mais por um motivo tão simplório. Mas não são todos alunos de lá que assim o são, nem de longe, conheço ótimas pessoas provenientes de lá. Infelizmente, ou felizmente, não pude deixar minha bunda quadrada pra passar no vestibular que tinha umas 40 pessoas por vaga, pq tive que passar num concurso público, no meu caso com 300 pessoas por vaga. Só escolhas da vida, precisava trabalhar, ainda bem que consegui.

    Concordo totalmente com o final. No fim das contas, o curso depende mesmo é da dedicação e comprometimento do aluno. Tive alguns professores que também ministram aulas na UnB, outros foram embora do Brasil, tive picaretas e outros excelentes, alguns excelentes q não dão aula na UnB. Me formei como melhor do curso, ganhei prêmios em simulações onde tinham alunos da UnB que não ganharam e nem por isso me acho melhor que ninguém.

    Mas enfim, o que interessa é que o livro é ruim pelo que o autor prega. Fiz 3 resenhas metendo o pau e tirei SS nas 3 hahaha. Acho que a argumentação foi convincente. =)

  4. Iuri disse:
    19 de fevereiro de 2011 às 16:57

    Hahahahaha Essa é uma característica intrínseca a todos os estudantes da UnB.

    Ficar com a bunda quadrada de tanto estudar pra passar no vestibular nos confere o DIREITO de agir assim.

    Não leve a sério. Alguns dos meus professores também ministravam aulas no IESB. Se vc for um aluno dedicado, não importa se estudou no IESB ou na UnB.

  5. André Dutra disse:
    19 de fevereiro de 2011 às 15:35

    Hahaha aprendeu a ser pedante por lá?

  6. Iuri disse:
    18 de fevereiro de 2011 às 22:04

    Ah tá. IESB. Até levei um susto. Achei que tinha sido na minha querida UNB.

  7. André Dutra disse:
    18 de fevereiro de 2011 às 17:54

    Acho que pela resenha vc percebeu que também achei um lixo. Foi um ótimo exemplo de como não se pensar política, economia e política internacional. E acho que é justamente a construção de um pensamento crítico que se busca no primeiro semestre e ao se passar um livro assim. Apesar de lixo, muita gente no mundo comprou, esteve várias semanas em listas de best sellers. Eu não comprei.

    Estudei no IESB, onde tive uma graduação muito boa. Não creio que se julga um curso por uma literatura, assim como não se julga por um professor picareta (que não era o caso). Enfim, esse tipo de discussão é bem menos superficial do que proposto aqui.

    Brigado pela visita e comentário. Abraço!

  8. Iuri disse:
    18 de fevereiro de 2011 às 16:45

    Passaram ” O Mundo é Plano ” pra vc ler no primeiro semestre?

    Que tipo de faculdade recomenda essa porcaria pros alunos? Onde vc estudou?

  9. Tweets that mention “O Mundo É Plano”, de Thomas L. Friedman | Blog do André Dutra -- Topsy.com disse:
    8 de fevereiro de 2011 às 12:21

    [...] This post was mentioned on Twitter by André Dutra and André Dutra, Natashe. Natashe said: RT @andredutra12: Leiam, critiquem e repassem? Uma visão sobre “O Mundo É Plano”, de Thomas L. Friedman – http://bit.ly/eqCGQO [...]

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