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Política de P maiúsculo e do Bem!

André Dutra | 27 de julho de 2011 | 21:43
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A primeira impressão que tive ao ler o blog Política do Bem foi a de que não estou sozinho. Parece certo exagero, mas eu digo em relação a um sentimento nacional, fora de Brasília, já que aqui tenho amigos e pessoas que me deixam clara a sensação de que somos poucos, mas somos algo. Com o Política do Bem, fui conquistado pelo sentimento do título: a Política que todos os que são de bem procuram. Ah, ainda tive o privilégio de ser entrevistado e agora também sou um personagem do Política do Bem!

Fui ao blog pela primeira vez, por conta da entrevista feita com o Senador Cristovam. Dali a ter o blog indicado por amigos foi questão de minutos. Indicaram-me, também, conhecer quem de fato É o blog, sua autora, a carioca Paula Filizola. Meu único arrependimento, desde então, foi não conhecê-la enquanto estava aqui em Brasília, mas teremos tempo pra isso. Trocar ideias com alguém de pensamentos tão positivos, tangíveis, possíveis e que nem de longe são conceitos impraticáveis, é algo refrescante, rejuvenescedor. Pessoas assim se tornam um combustível para que continuemos assim, continuemos em frente, nadando contra uma corrente em voga hoje, mas que queremos subverter hoje ainda, não mais amanhã.

A Paula teve daquelas ideias que nos remetem a pensamentos como “mas isso era tão claro”, “que ideia simples”, que é o sentimento que se tem quando um grande gênio inventa alguma coisa que mudará para sempre nossas vidas. “Mas como não pensei nisso antes?” é a frase que falamos para grandes pensadores e, cá entre nós, aí está uma grande pensadora política e social.


O Política do Bem também saiu aqui, no Correio Braziliense (clique na imagem)

Tentei me colocar no lugar dela, jornalista de formação e com tino aguçado para perguntar boas questões a grandes figuras e fazer uma entrevista. Abaixo segue o resultado, de grande valor (mais por méritos de quem responde do que de quem pergunta), na íntegra. Espero que gostem e, claro, divulguem o Política do Bem! Vale a pena!!! E acessem o BLOG Política do Bem, curtam no Facebook e também sigam no Twitter, é só clicar nos links!

1. Como surgiu a ideia do “Política do Bem”? Você sempre teve interesses pela grande Política?

A ideia do Política do Bem surgiu logo após a queda do então ministro chefe da Casa Civil, Antonio Palocci. Eu comecei a refletir e ver como os jornais só tratavam de escândalos e nunca falavam de boas iniciativas políticas. Não é que não seja importante falar de escândalos e desvendar esquemas de corrupção: tudo isso deve ser documentado. Faz parte da função jornalística. Mas acredito que fazendo só isso, a gente contribui ainda mais para fortalecer o conceito que as pessoas têm de que “política é tudo igual, não tem ninguém que preste, etc.” Assim surgiu o Política do Bem: um espaço para reconhecer, divulgar e estimular boas iniciativas políticas. Acredito que divulgando e conhecendo essas boas iniciativas, nós podemos nos tornar mais otimistas e conhecedores de projetos que valem a pena!

Sempre tive interesse por política. Surgiu inicialmente como um interesse de estudante nas aulas de História. Adorava aquele universo politico dos livros e sempre gostei muito de estudar os aspectos do nosso País. Lia muito. E isso amadureceu e se transformou em um interesse mais profundo por política. Tem muito a ver com a minha profissão também. Gosto de ler bastante, analisar e debater. Existem ideias muito boas na política.

2. Em resumo, o que é “Política do Bem” pra você?

Quando falo em Política do Bem a palavra de ordem é otimismo. Política do Bem para mim é acreditar com otimismo nas mudanças do nosso País. Acreditar que elas são possíveis.

3. O curso de jornalismo exerceu muita influência para que você começasse a desenvolver mais ideias sobre o mundo politico?

Com certeza. A melhor característica do jornalista é a curiosidade. A vontade de correr atrás e descobrir coisas legais. E eu acredito que existem muitas coisas bacanas no mundo politico, bem como em muitos cantos, e o jornalismo me influenciou a buscar isso, a ter paixão e gosto para ir atrás disso. O Política do Bem, por exemplo, é um espaço onde posso reunir essas características. Uno a curiosidade jornalística com o interesse por política. Busco sempre divulgar boas ideias e informar com qualidade. Acho que o jornalismo entra principalmente aí.

4. Você já fez/participou de algum outro ato, trabalho, manifestação ou mobilização relacionada à Política ou a qualquer questão social?

Não. Nunca me considerei uma pessoa muito engajada politicamente, aquele tipo ativa mesmo – de ir para as ruas e fazer  barulho – apesar de gostar muito. Sempre debati e troquei ideias, mas nunca apliquei na prática. Mas acho que através do jornalismo descobri uma forma de aplicar isso: o engajamento politico através das palavras. Quero mostrar para o mundo o que a grande mídia não mostra. A minha grande manifestação é essa. O que me ajuda e muito a ter vontade de participar ativamente de outras manifestações. Não era engajada como você, André, por exemplo. Mas sinto que isso vai mudar. Ainda há tempo.

5. Fora da vida política, quem mais te incentiva ou incentivou a ter esses pensamentos positivos e essa gana em compartilhá-los?

Dentro de casa tenho um exemplo muito bom, que é o meu pai, por mais clichê que isso possa parecer. Cresci acreditando que precisamos primeiro conhecer algo para poder julgar. Eu sou adepta dessa filosofia. É preciso antes conhecer ou se interessar em conhecer. Para depois, se quiser, poder falar alguma coisa. O conhecimento é tudo. E isso meu pai sempre incentivou. Mas a gana por compartilhar é incentivada diariamente pelas pessoas que conheço, pelos comentários no blog, pela reação das pessoas com o conceito do blog. Tudo isso é um estímulo, um incentivo nessa empreitada de divulgar pensamentos positivos e quem sabe influenciar pessoas, mudar conceitos, construir uma sociedade mais otimista.

6. E na política, quais são suas referências?

Eu gosto muito do senador Cristovam Buarque. Acredito que ele é um político sério e focado em defender com vigor a bandeira da educação, que na minha opinião é uma das mais importantes do Brasil, senão a mais importante. Mas muito além disso: acho que ele é um politico comprometido com o bem-estar do nosso País. É um politico que defende projetos de futuro.

7.  O Brasil dos seus sonhos é o Brasil que…

exista equilíbrio. Com certeza falta equilíbrio nesse País, onde os jogadores de futebol sem estudo são considerados ídolos de meninos de 5/10/15 anos. O equilíbrio é necessário para que haja espaço para um menino admirar tanto um jogador de futebol quanto o seu professor na escola. O Brasil dos meus sonhos é o Brasil onde as ideias referentes à educação, por exemplo, não sejam encaradas como utópicas e sim essenciais.

8.   No lugar aonde você traça o perfil de seu blog, você diz “Me chamem de otimista, cega, utópica, falsária, vendida… o que quiserem. Mas o importante é difundir e multiplicar boas ideias.”. Você já teve alguma reação negativa ao seu trabalho? E qual foi a reação que mais te marcou até agora?

Não, em quase dois meses de blog só recebi elogios referentes a ideia. Mas no início, uma pessoa veio me perguntar se eu era assessora de imprensa de um politico. Fico espantada como tem gente que acha que quando estamos falando bem, estamos fazendo propaganda. Por isso, escrevi isso no perfil: porque sei que deve ter gente que pensa: “ah maluca, política não muda nada, não adianta tentar.” “Olha lá, outra sonhadora.” Ou: “como ela é vendida, está falando bem dos politicos? BEM?” Então, eu antecipei no blog uma reação que podia vir a surgir. Mas por enquanto isso está só na teoria. Não tive reações negativas. Acho que o mais importante de tudo é causar burburinho. Quer dizer que de alguma forma, você está mexendo com aquelas pessoas. Essa para mim é a reação que marca: saber que estou espalhando uma ideia, contaminando as pessoas e de fato criando uma corrente.

9.   O blog está no ar há pouco tempo e já tem conteúdo demais, ótimas entrevistas, inclusive com pessoas de altíssimo nível. O que essa experiência tem impactado no seu dia-a-dia?

Muita coisa. Positivamente. 90% da minha motivação e empolgação atualmente é por causa do blog. Só não digo 100% porque ainda faço outras coisinhas… haha. O blog, em pouco tempo, se tornou um grande projeto de vida. Eu luto muito para manter o nível e corro muito atrás para conseguir mantê-lo atualizado sempre e com personagens relevantes. Rola até uma frustração quando fico 3 dias sem escrever, por exemplo. Quero motivar as pessoas com o meu trabalho e isso não é fácil. Demanda tempo e paciência. Tenho que pensar que nem todos têm dentro deles o gás que eu tenho, já que o projeto é meu. Por isso, preciso motivar essas pessoas de outra forma. Isso não tem sido fácil. Mas estou adorando o desafio. É realmente muito mais do que eu esperava. Por isso, meu dia a dia hoje é uma loucura. Sempre ligando para jornais, revistas e tentando divulgar o blog, correndo atrás de personagens, formulando perguntas, pesquisando. Mal tenho tempo para comer e dormir. Mas acreditem: tudo isso compensa.

10.  Como foi gravar o vídeo que você postou no YouTube?

Eu como jornalista sei que muitas pessoas não são receptivas a câmera. Então, foi difícil, a gente sempre leva muitos foras. Mas faz parte. Quero gravar outros videos ainda, nesse mesmo formato e se possível no Brasil todo. Projetos, projetos, projetos.

11. Algum recado final para otimistas e pessimistas do Brasil e do mundo?

O recado é o seguinte: adoro conhecer esses otimistas ao redor do Brasil e do mundo (esses ainda não tive a oportunidade!). Eles me estimulam, são como um combustível. É uma relação de simbiose. Acredito que ajudo a alimentá-los com o blog e eles me alimentam com as reações. Por isso, continuem assim! É bom saber que tem gente parecida no mundo! É uma corrente que se multiplica.

Para os pessimistas queria dizer que eles também me estimulam. Estimulam a correr mais atrás para mostrar que é possível, que existe solução e que somos sim capazes de mudar. Logo, eles me incentivam a mostrar que existe um outro lado, que vale a pena conhecer!


Parabéns, Paula!

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Corrupção é hediondo!

André Dutra | 30 de junho de 2011 | 14:22
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Ano passado, quando participei do Politeia e fui Presidente da Câmara por quatro dias, apresentei esse Projeto de Lei (que acabou não sendo aprovado em Plenário, mais por questões pessoais do que por ideologia ou questão técnica do PL). Seria muito, mas muito interessante se alguém com mandato tivesse coragem de levar esta discussão pra frente. Mesmo que não seja aprovado hoje, um PL desses tem a capacidade de abrir um belo debate à população brasileira e tem um poder didático muito forte!

Corrupção não deveria ser tratada como nada menos que um crime hediondo. Suas consequências não só matam inocentes que ficam sem remédios, comida, hospitais, saneamento básico, direitos sociais e outros, como destroem o futuro de cidadãos e do próprio país que eles poderiam transformar. Os crimes hediondos são inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia, o que.

Ora, até o tráfico de influência é tratado com desdém no Brasil. Perde-se um cargo administrativo, para acabar com um possível clamor oposicionista e só. Não digo que uma Lei dessas será suficiente para acabar com todos os problemas do país, mas será mais uma ferramenta importante de combate a esse mal que assola o Brasil a tanto tempo e tão descaradamente, assim como o Ficha Limpa é uma importante Lei pra reduzir essas anomalias.

Vejam abaixo o projeto e cliquem para ampliar as imagens. O que está grifado foram as modificações que fiz. O que acham? Comentem e dividam com seus contatos! Afinal, como diria o poeta Pierre Reverdy: “A ética é a estética de dentro“! Ou quem sabe um dia eu mesmo não defenda esse projeto, com meu nome e o apoio de vocês?! Vai saber?! =) Grande abraço!


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Energia nuclear: o Brasil e o mundo em direções opostas

André Dutra | 1 de junho de 2011 | 23:41
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Ontem li uma nota no Blog do Noblat falando sobre o Brasil indo pela contra-mão mundial no que tange à energia nuclear. Vejam:

Brasil vai na contramão e amplia programa atômico

O Globo

No momento em que vários países decidem rever seus programas nucleares – segunda-feira, a Alemanha anunciou que vai desativar suas usinas até 2022 -, o Brasil toma a direção contrária e decide usar benefícios fiscais para estimular a ampliação de seu programa atômico.

Depois do acidente em Fukushima, no Japão, em março último, países como Suíça, Bélgica e China cancelaram ou suspenderam novas licenças para a construção de usinas.

Enquanto isso, o Brasil está construindo Angra 3 e a Câmara dos Deputados aprovou, semana passada, medida provisória que concede incentivos fiscais para compra de equipamentos a serem usados na geração nuclear.

A MP 517 ainda será votada no Senado. Além disso, o governo Dilma Rousseff deve manter a estratégia de mais quatro usinas até 2030, como previsto no Plano Nacional de Energia (PNE) 2030, hoje em revisão.

Ao lado de Angra 1, 2 e 3, as novas unidades dobrariam a fatia da fonte nuclear na geração de eletricidade, para 5%, informa a reportagem de Danielle Nogueira, Eliane Oliveira e Mônica Tavares.

É preocupante, depois da tragédia no Japão (em Fukushima), provocada por um terremoto de grandes proporções, que ainda pensemos em aumentar o uso desse tipo de energia. Em análise superficial, a produção causa poucos impactos e possui razoável custo-benefício. Entretanto, qualquer defeito, falha, desastre ou quaisquer tipos de imprevistos podem causar danos incomensuráveis e irreparáveis. É só ver o acontecido em 1986, na cidade ucraniana de Chernobyl, cidade que virou deserta depois do acidente na usina nuclear.

Ora, nosso país possui um extenso território, rico para a pesquisa e produção de diversos modais energéticos ecologicamente sustentáveis e renováveis, como luz solar e energia eólica, além do biodiesel e etanol. Até mesmo o pré-sal, sobre o qual tenho ressalvas, é menos perigoso do que uma novas fontes de produção de energia  nuclear, que podem alterar a vida de grande parte do país. Tendo esta preocupação, alguns meses atrás escrevi um pequeno artigo sobre o Senador Cristovam e sua preocupação que vinha sendo evidenciada a respeito da energia nuclear. Espero que gostem:

O Senador Cristovam Buarque e a energia nuclear (21/03/2011)

O terrível terremoto (e tsunami) que abalou o Japão e sua população, um dos mais fortes tremores da História, já é considerado o desastre natural financeiramente mais caro do mundo, podendo chegar a custar US$ 250 bilhões para a Economia japonesa. Há ainda a iminente ameaça de uma tragédia atômica naquele país. As estruturas de algumas usinas nucleares foram severamente prejudicadas e já há relatos de aumentos significativos do nível de radiação na cidade de Fukushima e até de contaminação de fontes de alimentos e água.


Cristovam em Chernobyl

O Senador Cristovam Buarque iniciou no Twitter uma grande discussão sobre o uso da energia nuclear, considerando esses graves problemas no Japão, bem como outros tristes episódios ocorridos, como o desastre em Chernobyl (Ucrânia), em 1986 e o envenenamento por Césio-137, em 1987 em Goiânia, que atingiu milhares de pessoas direta e indiretamente.

Cristovam chegou a sugerir um plebiscito mundial, via internet, sobre o uso de energia nuclear. Ainda em seu Twitter, ele disse “Além do Edgar Morin, propus também a Daniel Cohn-Bendit liderar o plebiscito mundial sobre uso da energia nuclear”. Edgard Morin é considerado um dos principais pensadores contemporâneos, antropólogo, sociólogo e filósofo francês. Daniel Cohn-Bendit é um político francês, de origem alemã, deputado europeu e co-presidente do grupo parlamentar Grupo dos Verdes/Aliança Livre Européia.

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O debate sobre inclusão de novas disciplinas no Ensino brasileiro

André Dutra | 10 de fevereiro de 2011 | 16:36
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Há muito tempo a Educação Integral e a possível entrada de novas disciplinas no sistema educacional de nossas crianças e jovens brasileiros não sai do lugar. Aqui mesmo, no DF, o ex-Governador fugido renunciante Arruda implantou um pseudo-projeto de Educação Integral em algumas escolas do DF, que era ridiculamente ruim, mas o novo GDF e a nova Secretária de Educação resolveram piorar ainda mais a situação, cancelado-o por um ano para “reavaliar e replanejar” o sistema.

Enfim, muita gente nessa nova legislatura deve apresentar projetos de Lei para inclusão de novas discplinas na grade curricular escolar de nossas crianças e jovens. Alguns com certeza serão inconstitucionais, muitos serão repetidos, alguns serão completamente fora de qualquer realidade e outros serão muito ruins. Outro problema aqui, é o inchaço da grade com matérias que venham a prejudicar o aluno do Ensino Médio em seu preparo para o vestibular. Minha idéia é que do Ensino Fundamental ao Ensino Médio (que em conjunto são conhecidos como Ensino Básico), devemos SIM aprender, conhecer e debater bases de Direito Constitucional, do Consumidor e Ética, como uma formação complementar ao cidadão que a escola deve formar para a vida em sociedade e não apenas no ensino acadêmico-formal.

Em 2009 fui relator de um grande apensado (quando projetos de Lei com temas similares são juntados, chama-se apensado) e fiz um substitutivo ao que estavam propondo, tentando unificar as idéias, sentimentos em relação ao tema e tentando fazer algo justo e possível dentro do nosso sistema de ensino, pensando principalmente no ganho dos maiores envolvidos: os alunos. Eu cheguei a postar este Relatório e Substitutivo naquela ocasião, mas faço de novo, para reacendermos a discussão. Se eu fosse eleito para Câmara Federal, seria este Substitutivo que apresentaria como Projeto de Lei, para discussão, possíveis modificações e quem sabe sua aprovação e implementação. Segue parte do post onde coloquei a Relatoria e o Projeto Substitutivo:

(…) fui Relator de um grande Projeto que falava da inclusão de nova(s) matéria(s) no Ensino Básico. Foram sete projetos apensados (ou seja, anexados, por terem conteúdo similar), cada um com suas peculiaridades. Coube a mim, ler os sete e da melhor forma possível torná-los um. Sendo assim, apresentei um substitutivo – como se fosse um outro Projeto, que substitui o(s) apresentado(s) – onde eu peguei alguns pontos dos demais Projetos e coloquei outros que eu achava importante, tentando manter a essência do sentido daqueles sete Projetos que li. No final das contas, acabei fazendo outro Projeto inteiro com várias modificações, mas dando parecer favorável à matéria. Novamente, passou por unanimidade na CEC, na CCJC e dessa vez no Plenário!

E você, faria alguma emenda ou sugestão para ele? É só clicar nas imagens para vêl-as em tamanho maior (errata: onde lê-se Ensino Básico e Médio, entenda-se Ensino Fundamental e Médio! =) ):

Eu sei que o Deputado Reguffe, amigo e companheiro de Partido, ficou de propor um projeto de inclusão da disciplina “Ética” para os estudantes brasileiros. Acho que o debate, a estruturação do projeto e a proposta deve ser ainda mais profunda. Foi o que tentei fazer ao redigir isto que deixei para vocês lerem. E aí, o que acharam?!

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Pelo fim do uso de placas/cavaletes/afins como publicidade eleitoral

André Dutra | 8 de outubro de 2010 | 15:46
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Pessoal, como vocês viram nos vídeos e fotos que coloquei neste link, a publicidade eleitoral foi um verdadeiro fuzuê! Por isso, resolvi coletar assinaturas nos próximos anos contra o uso dos tipos de publicidade que sujam e desrespeitam as regras eleitorais, como vimos neste ano, além de favorecerem àqueles que têm maior poder aquisitivo.

Se você também é contrário ao uso de placas, cavaletes, faixas e similares como publicidade político-eleitoral, clique no link abaixo e assine o pedido (pode preencher só os campos obrigatórios: Nome, e-mail, RG e Data de Nascimento). Eu também estou coletando assinaturas no papel, qualquer coisa entre em contato comigo. Dois colegas, um de SP e um do RJ irão providenciar coleta física nos estados deles, também.

Assinem, divulguem:

Clique aqui para LER (depois clique no link >> Assine este abaixo-assinado << )
ou
Clique aqui para ASSINAR DIRETO.

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Eleições 2010: o primeiro passo de um sonho!

André Dutra | 5 de outubro de 2010 | 2:52
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É isso! Foram três meses intensos. Três meses onde perdi 4kg, ganhei um primeiro fio de cabelo branco, conheci muitas pessoas e conheci mais do DF, andei, falei, escutei, gastei o que tinha, recebi ajudas inesperadas, estive presente para muitos amigos e ausente para outros, sorri, me zanguei, aprendi uma infinidade de coisas novas… Foi um capítulo da minha vida, uma história para netos, muitos momentos a serem recordados.

Ainda estou digerindo muitas coisas e ainda tenho algumas coisas a resolver (como a prestação de contas definitiva e a famigerada multa), bem como pretendo não ser apenas espectador do segundo turno. Ainda estou lendo as dezenas de comentários recebidos no Facebook e Twitter, acabando de responder e-mails e me preparando para voltar à minha rotina anterior e rever meus amigos de Metrô, amigos que só vi duas vezes nesses três meses.

Tô feliz, independente do resultado e do que aconteça daqui para frente. Fiz minha parte, dei a cara a tapa, lutei, conheci pessoas, debati propostas, aprendi, cresci, ralei, lutei, apanhei e pelo que sonho. Fui patriota e segui meus ideiais, fiz o que pude, com as armas que pude. Agora acabou a luta dos últimos três meses e o que vier será aceito. Mas a luta não para, também independente do que aconteça.  Estou empolgado em fazer política nesses próximos quatro anos, com a diferença de que não terei o cargo eletivo e algumas ferramentas que ajudariam a impactar muito mais positivamente o DF. Obrigado, de coração, desde meus amigos de infância até as pessoas que conheci no último dia de campanha, antes das 22hs e da propaganda nas ruas terminar. Valeu a pena e eu repetiria tudo de novo.

É duro, é desigual, mas era impossível não tentar. O resultado em si pode não parecer grande coisa, mas comparando com outras campanhas que tiveram muito mais recursos e “nomes de peso”, que não tiveram metade dos problemas que tive (e que tive que resolver sozinho, tirando o foco do candidato, que é conhecer pessoas e buscar votos), dei um primeiro passo sólido. Obrigado por serem a base dessa solidez. São vocês que me apoiaram nesse primeiro passo que quero comigo até o fim da jornada. E a jornada é longa, mas sempre começa com um simples passo. Estou emocionado e feliz de ter cumprido com meu papel nessas eleições. Por não abandonar meus princípios e ideologias por facilidades. Feliz até por ter sofrido, pois se aprende mais assim. Me sinto muito mais brasileiro, muito mais vivo e estou ansioso com o que vem pela frente! Estou feliz por ter vocês comigo.

Nesse domingo, 03/10/2010, tirando quem mora aqui em casa (3), 970 pessoas foram até uma urna e digitaram meu número, viram minha fotinha, acreditaram em mim, em meus projetos e apertaram CONFIRMA. Dentro do que foi minha campanha, acho que tive sucesso. sim! Houve dias em que nem carro tive para sair e panfletar. Em 4 anos espero que muito mude. E quero falar: tenho 24 anos, sou formado, concursado e tenho um sonho. Tenho 3 anos e 9 meses p/ amadurecer esse sonho e encarar mais três meses de batalha em 2014 por aquilo que acredito e para defender idéias e projetos que trarão melhoria de fato  à nossa sociedade.


Obrigado pelos 973 votos!

E que venha o próximo passo na vida!  :-D

Gente, obrigado! Essa palavra resume todas as boas coisas que estou sentindo e a felicidade em ter compartilhado com vcs um pouco da minha luta. Dei o primeiro passo do grande sonho que sempre tive em minha vida, que é trabalhar pela justiça social, pela igualdade de oportunidades e para viver em um mundo um pouco melhor.

É duro, é desigual, mas era impossível não tentar. O resultado em si pode não parecer grande coisa, mas comparando com outras campanhas que tiveram muito mais recursos e “nomes de peso”, que não tiveram metade dos problemas que tive (e que tive que resolver sozinho, tirando o foco do candidato, que é conhecer pessoas e buscar votos), dei um primeiro passo sólido.

Obrigado por serem a base dessa solidez. São vocês que me apoiaram nesse primeiro passo que quero comigo até o fim da jornada. E a jornada é longa, mas sempre começa com um simples passo.

Estou emocionado e feliz de ter cumprido com meu papel nessas eleições. Por não abandonar meus princípios e ideologias por facilidades. Feliz de ter sofrido, pois se aprende mais assim. Me sinto muito mais brasileiro, muito mais vivo e estou ansioso com o que vem pela frente! Estou feliz por ter vocês comigo.

Obrigado!

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Acabou! Agora é esperar.

André Dutra | 3 de outubro de 2010 | 17:27
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Muito, mas MUITO obrigado a todas as pessoas que me apoiaram, seja da forma que tenha ocorrido, desde o voto hoje, até as panfletagens, boca-a-boca e apoio moral até de fora do DF e do país! Acabou.

Agora temos que esperar e acompanhar a apuração. Quem quiser, clique nos links abaixo e baixem o software da Justiça Eleitoral, instalem em seus computadores, façam uma pipoca e aproveitem a tensão! =)

Download do Instalador para Windows

Download para uso em outros sistemas operacionais

OBRIGADO!

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