André Dutra

Nós podemos mudar a cara da política brasileira! Renovação de pensamento já!
  • rss
  • Início
  • Sobre André Dutra
  • Mural de Recados
  • Contato

Renovação!

André Dutra | 1 de fevereiro de 2010 | 19:48
[Translate]

“Nas ruas, nas praças, quem disse que não viu? Aqui está presente o movimento estudantil!“

Saiu o caderno Eu, Estudante de hoje, matéria sobre a importância e a renovação no Movimento Estudantil. Eu participei da matéria, dando entrevista à Mel Gallo e deixo aqui, também, meu agradecimento ao amigo Danilo Soares que lembrou de mim para esta matéria.

Neste link segue a matéria completa em formato PDF, é só clicar e lê-la. Abaixo, deixo minha mensagem aos jovens, de renovação estudantil, ética, política, social! Em 2010, vamos lutar por estas renovações: de cara e de atitude, de corpo e alma.

Comentários
2 Comentários »
Categorias
Brasília, Educação, Juventude, Mudança, Renovação, Ética
Tags
Brasília, Educação, Ética, Juventude, Mudança, Renovação
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Preparem-se para a volta à luta contra Arruda e a corrupção!

André Dutra | 8 de janeiro de 2010 | 21:38
[Translate]

O ano recomeça para valer. Minha primeira postagem aqui não poderia ser diferente, tinha que ser uma postagem de luta.
O pessoal do Movimento Fora Arruda e Toda a Máfia postou em seu blog e eu replico aqui a agenda para os próximos dias. Participem também!

Dia 9/1 (Sábado)

11h – Pafletagem e mobilização na Feira de Ceilândia. Concentração: estação do metrô/ Ceilândia Centro.

14h – Ato e encontro para elaboração de atividades, confecção de faixas, etc. Praça do Relógio, Taguatinga.

Dia 10/1 (Domingo)

13h – Casa do (IM)Prudente – Concentração: Praça Zumbi dos Palmares (Em frente ao Conic/ Próximo a Rodoviaria do Plano Piloto)

18h – Vigília na Câmara Legislativa do DF (Traga sua vela!)

Dia 11/1 (Segunda-feira)

10h – Eles estão de volta! Ato em frente a Camara Legislativa do DF.

É isso aí! Preparem-se neste final de semana. O (im)Prudente já falou que vai voltar à cadeira de Presidente da Câmara, mesmo sendo o cara do dinheiro na meia.
É imoral, ilegítimo e nojento! Vamos gritar a voz de indignação do povo brasileiro!

Comentários
Sem Comentários »
Categorias
Brasília, DF, Manifestações, Política, Ética
Tags
Brasília, Corrupção, DF, Ética, Fora Arruda, Manifestações, Política
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Um debate por mudança

André Dutra | 10 de dezembro de 2009 | 19:30
[Translate]

Um do PDT, outro do DEM. Um eu conheço, o outro só de “fama”. Um é Deputado Distrital, o outro Senador. Mas ambos estão afinados nesse papo que foi exibido ontem na Globo News, com o intragável Alexandre Garcia (que falou pouco, melhorando o programa). Mesmo com tantas diferenças, ambos os convidados (o Deputado Distrital José Antônio Reguffe e o Senador Demóstenes Torres) vêem que esta é a hora de rever a política. Rever o homem público. Bem no Dia Internacional de Combate a Corrupção e a Impunidade. Assistam e comentem o que acharam.

Comentários
Sem Comentários »
Categorias
Brasil, DF, Mudança, Política, Renovação, Ética
Tags
Brasil, Corrupção, DF, Ética, Mudança, Política, Renovação
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Direito de ir e vir, liberdade de expressão e mais Direitos Humanos debatidos no Senado

André Dutra | 17 de setembro de 2009 | 23:27
[Translate]

Hoje passei grande parte do meu dia no Senado Federal. Depois do fatídico dia 13/08, quando fui preso pela Polícia do Senado por ter me manifestado contra Sarney, dentro daquela Casa, ainda não tinha voltado ao Congresso. Dessa vez voltei pela porta da frente. Como vocês viram em meu post anterior, fui convidado para fazer parte da Mesa em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal, com o intuito de debater sobre o direito de ir e vir, a liberdade de expressão e outros temas relacionados, com ênfase no episódio da prisão citada.

Foi sensacional. Abaixo, coloco matéria na íntegra da Agência Senado. Em breve, colocarei vídeos e fotos que foram tiradas lá. Infelizmente a Comissão não lotou de gente, mas as pessoas que lá estavam eram de altíssima qualidade e esse simples fato é uma grande vitória, da qual me orgulho de ter feito parte.

Agora vamos continuar, em busca da manutenção de nossos direitos (dos mais básicos e elementares até aqueles que ainda estão capengando) e de justiça, pois o que foi feito tem que ser devidamente avaliado e que sejam aplicadas punições àqueles que violaram os Direitos Humanos e nossa Constituição Federal.

Além da matéria abaixo, vocês podem ver a reportagem que saiu no excelente site Congresso em Foco, onde a jornalista Renata Camargo fez um ótimo trabalho e detalha o que queremos fazer futuramente (pediremos à OAB que nos representem contra o que a Polícia do Senado fez naquele dia).

Fiquem então, com a matéria da Agência Senado:

COMISSÕES / Direitos Humanos
17/09/2009 – 14h50

Direito de ir e vir em debate

Dra. Herilda, Senador Cristovam e eu

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) realizou audiência pública nesta quinta-feira (17) para debater a Declaração Universal dos Direitos Humanos sob a ótica do direito de ir e vir das pessoas. Para o presidente da Comissão, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), o Senado Federal vem dificultando a entrada de pessoas no prédio, submetendo-as a um rigor maior do que o usado para se ter acesso aos aviões de carreira, nos aeroportos.

O senador pelo DF apoiou a idéia de alguns estudantes presentes à audiência de procurar o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cézar Britto, pedindo uma representação da Ordem contra o Senado, e também ouvir os responsáveis da Polícia do Senado pelo constrangimento sofrido pelos estudantes durante manifestação ocorrida no dia 13 de agosto passado. Cristovam não descartou a hipótese de acompanhar os estudantes, como representante do Distrito Federal.

Segundo André Dutra Silva Magalhães, estudante de Relações Internacionais do IESB, que participou da manifestação realizada contra o presidente do Senado, José Sarney, os estudantes não estavam agindo como vândalos, nem quebrando nada, apenas percorrendo os corredores do Senado e manifestando sua opinião.

- Foi constrangedor termos sido detidos pela Polícia do Senado e ficado mais de três horas na sala de segurança, unicamente por estarmos nos manifestando sobre posições políticas que estavam sendo debatidas no próprio plenário da Casa. O “Direito de ir e vir” representa um dos direitos mais básicos de uma democracia. Se, dentro do Congresso, já não podemos nos manifestar, o próximo passo será impedir que o façamos na universidade ou nas ruas? – perguntou.

O estudante exibiu um filme feito durante as manifestações e fez um apelo aos senadores para garantir, a todos, estudantes ou trabalhadores, o direito de se manifestarem, de modo ordeiro, dentro do prédio do Congresso.

A advogada Herilda Balduína de Souza, do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), pediu providências contra o arbítrio que na opinião dela está acontecendo atualmente nos prédios do Congresso, onde, segundo a advogada, pessoas estariam enfrentando dificuldades de entrar nos prédios e procurar senadores e deputados.

- Hoje, 17 de setembro, eu mesma precisei mostrar meu convite para participar desta audiência. É direito de todo brasileiro manifestar sua opinião, mas os governos somente gostam de manifestação a favor e o Congresso está seguindo esse exemplo ruim – disse.

Herilda lembrou que, até durante a ditadura militar era possível entrar no Congresso e, “quando se era expulso, não era por agentes do Legislativo, mas pela Polícia do Exército”. Para ela, a segurança demasiada acaba violando os direitos humanos mais básicos.

-Se não podemos ir até a Biblioteca, procurar um senador, assistir a uma sessão do Senado ou da Câmara, nossos direitos de eleitor estão sendo violados. Não estou defendendo baderna nem violência, mas o acesso ao Congresso e aos congressistas precisa ser assegurado a todos. Não existe democracia com unanimidade, sempre haverá quem discorde e essa pessoa tem direito de manifestar suas idéias livremente – concluiu Herilda.

Direitos

Para Cristovam, o Senado descumpriu a Declaração Universal dos Direitos Humanos, em especial o direito de se manifestar e o direito de ir e vir, a que todos têm direito numa democracia. Para ele, não podemos cercear a liberdade de ninguém de percorrer os corredores do Senado com camisas portando dizeres contra ou a favor de quem quer que seja, afirmou.

O senador José Nery (PSOL-PA) se declarou “assustado” com a ausência do reitor da Universidade de Brasília e do secretário da Polícia do Senado, previstos para depor na audiência, e lamentou que tão poucos senadores estivessem presentes, para prestigiar o evento.

- A crise não foi resolvida, foi apenas abafada. Não fabricamos denúncias, são fatos que essa Casa se recusa a esclarecer. Se elas foram arquivadas no Conselho de Ética, deveríamos abrir uma CPI para investigar os desmandos de gestão pública no Senado que chegou ao cúmulo de lavrar centenas de atos administrativos secretos – disse.

José Nery destacou que a crítica faz parte da democracia e todos precisam aceitar esse fato. Para ele essa audiência pública representaria uma oportunidade de se discutir esses acontecimentos. Ele lamentou que tivesse havido tão pouco interesse por parte dos senadores em defender os direitos previstos na Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Laura Fonseca / Agência Senado

Comentários
Sem Comentários »
Categorias
Brasília, Crise no Senado, Fora Sarney, Justiça, Manifestações, Mudança, Palestras e outros eventos, Política, Propostas, Renovação, Saiu na imprensa, Ética
Tags
Brasília, Crise no Senado, Direitos Humanos, Ética, Fora Sarney, Justiça, Manifestações, Mudança, Palestras e outros eventos, Política, Propostas, Renovação, Saiu na imprensa
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Não há política no Brasil

André Dutra | 5 de setembro de 2009 | 18:10
[Translate]

Não há política no Brasil. Isso mesmo! Pode haver quem tente fazer política, mas ultimamente digo com todas as letras que: não há política no Brasil.

Para continuar este post, preciso esclarecer três conceitos:  o que é  política, político e público? (fonte: Priberam)

Política

1. Ciência do governo das nações.
2. Arte de regular as relações de um Estado com os outros Estados.
3. Sistema particular de um governo.

Político

1. Relativo à política ou aos negócios públicos.

Público

1. Relativo ou pertencente ao povo.
2. Que serve para uso de todos; comum.
3. Relativo à governação de um país.
4. Que é do conhecimento de todos.

OK, o que temos em nosso país é um grande jogo de interesses privados, pessoais. Não há vida pública. Um péssimo exemplo disso é quando o povo brasileiro deseja saber o que vem acontecendo com seus “representantes” e os próprios negam este direito, arquivando denúncias de forma arbitrária, interesseira e maquiavélica.

Eu sonho com a volta do que chamo de “bom político”, aquele homem interessado no bem público (olha aí a palavrinha de novo), do povo, pelo povo e para o povo. E não creio que isso seja um sonho inalcançável. Tudo começa conosco. Ao estudar política, se interessar e se envolver nesses temas, nós podemos iniciar, mesmo que seja a conta gotas, uma mudança de caráter expressivo na política brasileira.

Uma nova ética é necessária, novos padrões de pensamento, quebra dos atuais vícios e joguetes visíveis no poder vigente e inclusive se pensar e debater que nem tudo que é legal também é moral! Repensar o que é o famigerado decoro parlamentar é algo basilar, necessário para se reformar nossa vida política.

O homem que se coloca a postos para ser eleito, para virar um homem público, deve ser exemplo para a sociedade que o colocou naquele posto. Ou seja, a desculpa que certas pessoas usam de que determinados escândalos são de caráter pessoal e nada têm a ver com suas legislaturas é um argumento fraco e falho. A vida pública e o homem público se confundem e uma interfere na outra SIM! Quantos são os casos que vemos mundialmente de políticos que por coisas muito (mas MUITO) menores do que vemos no Brasil se sentem envergonhados e entendem que a sua participação no processo decisório não é mais legítima nem representativa, culminando com suas renúncias? São muitos exemplos, em vários países. Mas no Brasil, não. Aqui os politiquinhos acham que com “silêncio, paciência e tempo” podem tudo. E infelizmente podem, pelo menos ainda podem.

Tudo acaba recaindo na parca educação que o Estado brasileiro provém para seus cidadãos. Infelizmente ainda não lutamos por esta revolução, a revolução da educação. Uma revolução silenciosa e que tem tudo para dar certo.

Também nos falta o mínimo de preparo daqueles eleitos para nos representar e para atuar no papel a que eles foram eleitos. Muitos não tem o mínimo de conhecimento, seja técnico, acadêmico, profissional ou mesmo de vida para ocupar aquelas cadeiras e gabinetes.

O Brasil acaba ficando à deriva de interesses pessoais, em detrimento de políticas de Estado, que é algo essencial para o progresso da nação. Hoje em dia temos apenas poucas políticas de governo, que são cíclicas, andam ao redor de si mesmas e têm data de validade.

Em inglês temos diferenciação das palavras que definem política, o que é sutil, mas exprime de forma mais eficaz o que é política para povos dessa língua (retirado do site www.teclasap.com.br), “politics” e “policy”:

As duas palavras querem dizer “política”. “POLITICS” se refere à ciência que trata dos fenômenos relativos ao Estado. “POLICY”, por outro lado, se refere à diretriz, aos princípios, à filosofia, à linha de ação, etc. implantada por qualquer tipo de organização, até mesmo o próprio governo. Prova disso são as expressões “FOREIGN POLICY” (política externa) e “US POLICY ON IRAQ” (política [externa] americana sobre questões relativas ao Iraque). Ainda confuso? Bem, observe com atenção os exemplos a seguir. Precedido ou não por “INSURANCE”, o substantivo “POLICY” pode significar também “apólice de seguros”.

Aqui, ignora-se o sentido de politics na vida pública, pois muitos nem sabem o que é isto ou para que serve o Estado, ou pior, sabem e ignoram, pois não é de seu interesse. E quanto às policies brasileiras, simplesmente não as vejo ou, no máximo algo disforme e pré-engatinhando. O único exemplo que achei para o Brasil é o da política externa, que considero (inclusive em debates com amigos de Relações Internacionais) a única política de Estado brasileira e que, ao meu ver, é débil e frágil. Saúde, segurança e educação que é bom (áreas cruciais e que eu creio que o Estado deveria manter plenas condições de uso para a população), são deixadas para escanteio!

Por isso e por muito mais que eu digo e repito: não há política no Brasil. Há parasitas no poder e um povo subjugado em geral, sendo que uma parcela  ou é conivente com o que acontece ou simplesmente não se move, seja por alienação ou conformismo. Precisamos (e tenho fé que vamos) modificar essa situação.

Isso mesmo! Pode haver quem tente fazer política, mas ultimamente digo com todas as letras que: não há política no Brasil.

Para continuar este post, preciso esclarecer três conceitos: o que é política, político e público?

Vamos ao dicionário para ver o que seria a tal “política”, do grego politiká:

1. Ciência do governo das nações.

2. Arte de regular as relações de um Estado com os outros Estados.

3. Sistema particular de um governo.

Político

1. Relativo à política ou aos negócios públicos.

Público:

1. Relativo ou pertencente ao povo.

2. Que serve para uso de todos; comum.

3. Relativo à governação de um país.

4. Que é do conhecimento de todos.

OK, o que temos em nosso país é um grande jogo de interesses privados, pessoais. Não há vida pública. Um péssimo exemplo disso é quando o povo brasileiro deseja saber o que vem acontecendo com seus “representantes” e os próprios negam este direito, arquivando denúncias de forma arbitrária, interesseira e maquiavélica.

Eu sonho com a volta do que chamo de “bom político”, aquele homem interessado no bem público (olha aí a palavrinha de novo), do povo, pelo povo e para o povo. E não creio que isso seja um sonho inalcançável. Tudo começa conosco. Ao estudar política, se interessar e se envolver nesses temas, nós podemos iniciar, mesmo que seja a conta gotas, uma mudança de caráter expressivo na política brasileira.

Uma nova ética é necessária, novos padrões de pensamento, quebra dos atuais vícios e joguetes visíveis no poder vigente e inclusive se pensar e debater que nem tudo que é legal também é moral! Repensar o que é o famigerado decoro parlamentar é algo basilar, necessário para se reformar nossa vida política.

O homem que se coloca a postos para ser eleito, para virar um homem público, deve ser exemplo para a sociedade que o colocou naquele posto. Ou seja, a desculpa que certas pessoas usam de que determinados escândalos são de caráter pessoal e nada têm a ver com suas legislaturas é um argumento fraco e falho. A vida pública e o homem público se confundem e uma interfere na outra SIM! Quantos são os casos que vemos mundialmente de políticos que por coisas muito (mas MUITO) menores do que vemos no Brasil se sentem envergonhados e entendem que a sua participação no processo decisório não é mais legítima nem representativa, culminando com suas renúncias? São muitos exemplos, em vários países. Mas no Brasil, não. Aqui os politiquinhos acham que com “silêncio, paciência e tempo” podem tudo. E infelizmente podem, pelo menos ainda podem.

Tudo acaba recaindo na parca educação que o Estado brasileiro provém para seus cidadãos. Infelizmente ainda não lutamos por esta revolução, a revolução da educação. Uma revolução silenciosa e que tem tudo para dar certo.

Também nos falta o mínimo de preparo daqueles eleitos para nos representar e para atuar no papel a que eles foram eleitos. Muitos não tem o mínimo de conhecimento, seja técnico, acadêmico, profissional ou mesmo de vida para ocupar aquelas cadeiras e gabinetes.

O Brasil acaba ficando à deriva de interesses pessoais, em detrimento de políticas de Estado, que é algo essencial para o progresso da nação. Hoje em dia temos apenas poucas políticas de governo, que são cíclicas, andam ao redor de si mesmas e têm data de validade.

Em inglês temos diferenciação das palavras que definem política, o que é sutil, mas exprime de forma mais eficaz o que é política para povos dessa língua (retirado do site www.teclasap.com.br), “politics” e “policy”:

As duas palavras querem dizer “política”. “POLITICS” se refere à ciência que trata dos fenômenos relativos ao Estado. “POLICY”, por outro lado, se refere à diretriz, aos princípios, à filosofia, à linha de ação, etc. implantada por qualquer tipo de organização, até mesmo o próprio governo. Prova disso são as expressões “FOREIGN POLICY” (política externa) e “US POLICY ON IRAQ” (política [externa] americana sobre questões relativas ao Iraque). Ainda confuso? Bem, observe com atenção os exemplos a seguir. Precedido ou não por “INSURANCE”, o substantivo “POLICY” pode significar também “apólice de seguros”.

Aqui, ignora-se o sentido de politics na vida pública, pois muitos nem sabem o que é isto ou para que serve o Estado, ou pior, sabem e ignoram, pois não é de seu interesse. E quanto às policies brasileiras, simplesmente não as vejo ou, no máximo algo disforme e pré-engatinhando.

Por isso e por muito mais que eu digo e repito: não há política no Brasil. Há parasitas no poder e um povo subjugado. P

Comentários
Sem Comentários »
Categorias
Brasil, Mudança, Política, Renovação, Ética
Tags
Brasil, Ética, Mudança, Política, Renovação
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Fora Sarney, na casa dele!

André Dutra | 24 de agosto de 2009 | 18:59
[Translate]

Olá, novamente! Ontem meu site ficou fora do ar o dia inteiro. É um dos preços que um cidadão comum, como eu, que tenta lutar pelos seus ideais contra forças malignas e fortes predominantes no cenário nacional, tem que pagar. Não sei se foi um ataque deliberado ao site, um boicote do meu host (que infelizmente terei que usar até o fim do ano) ou um acidente. Mas é, no mínimo, uma estranha “coincidência”.

Neste sábado, aconteceu mais um Fora Sarney em Brasília, em frente à casa particular do mesmo, no Lago Sul.

Éramos cerca de 40 estudantes e queríamos apenas usar de nossa liberdade de expressão e de nosso direito de ir e vir. Porém, os poucos seguranças que estavam lá em frente no momento de nossa chegada, não devem achar que os direitos constitucionais devem ser respeitados. Vejam neste link como eles já chegaram com agressividade e ofensas para cima de nós (gesto obsceno e perguntou se queria que mostrasse a “r*la [sic]), porém, queridos, tudo foi gravado (estava sendo transmitido ao vivo pelo @riquevilla, desde nossa chegada) e está disponível para quem quiser ver do início ao fim. Também fiz algumas gravações e imagens. Vejam os vídeos e fotos do dia e a ação dos seguranças, que nem sabemos se são particulares ou se também são do Senado (o Diretor da Polícia do Senado Federal Pedro Ricardo Araújo Carvalho (camisa gola polo branca, listrada de azul escuro e azul claro) estava lá, à paisana – ou de roupas de passeio, já que era uma tarde de sábado).

Saiu o seguinte no Correio Braziliense, de domingo:

O ato chamou a atenção de vizinhos do parlamentar, que buzinaram em sinal de apoio. Policiais militares chegaram ao local cerca de dez minutos após os estudantes. Acompanharam tudo bem de perto e intervinham quando o grupo tentava chegar mais perto da casa de Sarney. Mas não houve enfrentamento. “Alguns seguranças particulares tiraram fotos da placa dos nossos carros, fotografaram a gente. Estamos começando a ficar com medo”, afirmou André Dutra, que também reclamou da presença de agentes legislativos em frente à residência privada do senador.

“Essa é a casa do presidente do Congresso Nacional. Eu tenho que dar segurança ao presidente em qualquer lugar do Brasil e do exterior”, justificou o diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo, que assistiu a todo o protesto à paisana.

Bem, esta é a casa PARTICULAR do Senador… mas não entrarei nesse mérito. Fato é que estavam lá, como estavam. Saí um pouco mais cedo que os outros manifestantes, juntos com o Enrique. Fomos seguidos por dois carros descaracterizados (a camionete prateada que vocês vêem em frente à casa e um Gol preto, que estava mais distante). Não sou burro, parei no posto de gasolina em frente à saída do conjunto onde fica a casa do senador e a camionete passou vagarosamente, olhando para nós e fez o retorno. Não sei o que queriam, nem quis descobrir, mas essa é a realidade em Brasília. Vejam mais vídeos e imagens do que aconteceu neste sábado (além dos vídeos do YouTube, vejam os links do QIK também):

Segurança(?) tira foto das placas de carro dos manifestantes

http://qik.com/video/2628815

e

Manifestantes gritando Fora Sarney

http://qik.com/video/2628976

e

Segurança(?) se irrita por chamarmos Sarney de “ladrão”, ridículo

http://qik.com/video/2628837

Algumas fotos (clique nelas para ver maior):

Leões de Chácara

O policiamento presente (e as tabelas de basquete ausentes)

Os manifestantes

É isso, espero que as coisas continuem a ocorrer pacificamente por aqui e que continuem a crescer. O povo precisa ir às ruas, só assim podemos defender nossos interesses, o interesse comum, o interesse do Brasil.

Comentários
Sem Comentários »
Categorias
Brasil, Brasília, Crise no Senado, Fora Sarney, Juventude, Manifestações, Mudança, Política, Renovação, Ética
Tags
Brasil, Brasília, Crise no Senado, Ética, Fora Sarney, Juventude, Manifestações, Mudança, Política, Renovação
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Vídeo exclusivo da prisão do Senado e enterro da Ética em Brasília

André Dutra | 19 de agosto de 2009 | 19:18
[Translate]

Primeiramente,quero começar este post com um muito obrigado a todos brasileiros que vêm atuando cada vez mais fortemente por esta causa nobre na política do Brasil: renovação política e retomada da ética (independentemente se são de partido ou não, de religião x ou y, se torcem pra esse ou aquele time, são todos brasileiros).

Quero compartilhar com vocês esse vídeo, com imagens feitas por quem estava desde o início daquele fatídico 15/08/2009, onde 9 estudantes foram sumária e arbitrariamente presos., ao expressar sua opinião política dentro do Senado Federal. Vocês nos verão falando antes de tudo, o que aconteceu ao iniciarmos nosso pacífico protesto, o que foi falado pela Segurança do Senado, até nossa liberação. Esse vídeo veio da câmera de uma das pessoas que estavam comigo, presos sem acusação no Senado. Isso aconteceu conosco hoje. Nada impede que seja com você amanhã e com nossos filhos no futuro. Abaixo a repressão, viva a democracia. FORA SARNEY! Essa é a ditadura parlamentar instaurada no Senado!

Esse vídeo já rechaça, por si só, as calúnias feitas contra os manifestantes e contra a Deputada Capiberibe, que foi uma figurassa e nos deu total apoio duraten o tempo preso. É nefasto e patético como a os corruptos e viciados agem para nos desmobilizar e para tentar tirar a legitimidade de nossa briga. NÃO SOMOS PATROCINADOS, NÃO SOMOS MANDADOS POR PARTIDOS, NÃO SOMOS NADA SENÃO A VOZ DO POVO, PELO POVO E PARA O POVO. Daí o grande medo deles.

Manifestações continuam a pipocar em Brasília e no Brasil

Hoje, os presidentes da Câmara (Michel Temer) e do Senado (José Sarney), além dos Dragões da Independência, receberam o presidente de Serra Leoa no Congresso. Eu estive lá, em mais um ato do Fora Sarney. Eles ouviram tudo! Mais de 120 estudantes com as gargantas afiadas, pedindo a renovação, ética e saída de Sarney. Hoje, foi uma vergonha para o país, pois o Conselho de Ética, por 9 votos a favor e 6 contra, arquivou os pedidos de investigação do (ainda) presidente do Senado.

Abaixo, algumas fotos que mostram a concentração dos manifestantes; a ida rumo à chapelaria, detida por um cordão de policiamento; a negociação com os policiais, mostrando a boa vontade e escancarando que o movimento é pacífico; a explicação aos manifestantes de que eles não iriam nos deixar gozar de nosso direito de ir e vir (num local público) com a desculpa de que, em breve, estaria chegando o Presidente de Serra Leoa; a movimentação dos Dragões da Independência em frente ao Congresso; nossa ida e tomada da Esplanada dos Ministérios (fizemos nossa marcha fúnebre, dando a volta ao Congresso); e, finalmente, a saída do Presidente de Serra Leoa, acompanhado de sua comitiva, de alguns deputados e do Presidente da Câmara, Michel Temer. Sarney deveria seguir o protocolo e acompanhar o presidente de Serra Leoa até seu carro, mas, covardemente, ficou enclausurado em seu bunker dentro do Congresso.
Obs.: Sou CONTRA a frase que aparece nas fotos pedindo o fim do Senado. Renovação já! A Instituição deve ser preservada e totalmente renovada, perder seus vícios e ter um novo quadro político limpo. 2010 é o ano de troca de 2/3 dos Senadores, fiquem atentos!

Nosso protesto também saiu na Folha Online e também na UOL!

Para baixar TODAS AS FOTOS, em alta qualidade, clique neste link.

Vídeo que foi transmitido ao vivo pelo @riquevilla, neste link!

Aqui não para! Seguindo as mobilizações nacionais, Brasília se concentrará novamente em frente à casa do (ainda) Presidente do Senado, na Península dos Ministros. A concentração será das 13:00 às 14:00 de sábado, em frente ao Congresso, com carona solidária (quem tem carro, leva a galera que puder). Pra quem quiser ir direto, 14:15 na QL 12 do Lago Sul, primeira virada à direita após as residências oficiais (fica lá no fim da rua). Ponto de referência: pela ponte do Pier 21, seguir até passar um posto de gasolina da BR, fazer o primeiro retorno e já entrar à direita (onde tem umas guaritinhas). Acesso público! Se te barrarem, estacione seu carro e siga a pé (como fizemos sábado passado).

Comentários
Sem Comentários »
Categorias
Brasil, Brasília, Crise no Senado, Direito do Consumidor, Economia, Fora Sarney, Funcionalismo Público, Joe Biden, Juventude, Lazer, Manifestações, Mudança, Participação direta, Política, Renovação, Saiu na imprensa, Ética
Tags
Brasil, Brasília, Crise no Senado, Direito do Consumidor, Economia, Ética, Fora Sarney, Funcionalismo Público, Joe Biden, Juventude, Lazer, Manifestações, Mudança, Participação direta, Política, Renovação, Saiu na imprensa
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Depois da censura aos estudantes presos no Senado: calúnia

André Dutra | 18 de agosto de 2009 | 19:24
[Translate]

Aproveitei os posts do blog da Luciana Capiberibe, para relatar aqui uma calúnia da mais alta estirpe. É assim mesmo que se tenta acabar com movimentos do povo, por meio de mentiras. É subestimar demais a capacidade das pessoas. Vejam só, recebi um e-mail falando de um jornal do Amapá que denunciava a Deputada Capiberibe de ter armado a manifestação de quinta-feira passada (aquela em que fomos presos arbitrariamente no senado) e de ter pago R$40 para cada manifestante. Gente, isso foi uma das coisas mais patéticas, sujas, ridículas e sem fundamento que ja li na vida. Leiam todo o post e ajudem a divulgar essa calúnia (original por Luciana Capiberibe):

Perseguição política: Jornal ligado a Sarney no Amapá afirma que polícia do Senado estaria investigando participação da deputada Janete em Ato Fora Sarney

Macapá, 16/08/2009 – Segundo o Jornal A Gazeta, ligado ao senador Sarney no Amapá, a Policia do Senado estaria investigando a participação da deputada Janete Capiberibe(PSB-AP) na organização do Ato Fora Sarney feito por estudantes na última quinta-feira, 13, no Senado Federal. O jornal também acusa Janete de ter pago R$ 40 aos estudantes para participarem da manifestação.
Ao tomar conhecimento da acusação a deputada Janete disse que vai se informar sobre o assunto, que não organizou o ato, mas solidarizou-se com os manifestantes que foram presos de forma arbitrária e disse ainda que se realmente estiver havendo uma investigação do Senado nesse sentido pode ficar caracterizada uma perseguição política do Senador José Sarney, que é Presidente da Casa, contra ela. “Acusar-me de estar organizando uma manifestação legítima e ainda gastar dinheiro da população para supostamente investigar isso é um absurdo completo, mas mais do que isso, caracteriza perseguição política contra mim, que já tive meu mandato cassado para beneficiar o PMDB de José Sarney”, declarou a deputada.
André Dutra, um dos jovens presos naquela quinta-feira no senado federal disse o seguinte para o blog: “Ela(dep. Janete Capiberibe), como o Brasil inteiro, ficou sabendo de nosso ato civil, patriótico, legal, pacífico, jovem e estudantil, após nossa prisão. Inclusive eu nem sabia que tinha chegado informação até o plenário do Senado, de ONDE o Senador Suplicy ficou sabendo e depois se pronunciou enquanto ainda estávamos presos. Meu relato diz com idoneidade e veracidade ao máximo tudo o que aconteceu aquele dia. Nunca recebi e nunca receberei dinheiro, muito menos para pedir ética e respeito aos brasileiros.”


Clique na imagem para ver maior

Falei mais: Esse tipo de reportagem não tem e nunca terá provas disso, tenho certeza, pois é uma calúnia e fico triste de ver que existem ainda filões midiáticos ligados a políticos, o que é podre e uma aberração para a democracia brasileira. Isso me enoja.

Logo, veio a defesa, mais que justa. E logo na pessoa do Senador Cristovam Buarque, que esteve conosco do início ao fim das 3 horas presos no calbouço da Polícia do Senado:

Senadores Cristovam Buarque e Papaléo Paes prestaram solidariedade com a deputada Janete(Foto: O Globo)

Senadores saem em defesa da deputada Janete Capiberibe

Brasília, 17/08/2009 – O senadores Cristovam Buarque (PDT/DF) e Papaléo Paes (PSDB/AP) saíram em defesa da deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP), hoje, na tribuna do Senado Federal. Cristovam apontou a gravidade das acusações feitas contra a deputada Janete por um jornal amapaense lembrando que “foi por causa de falsas denúncias contra ela que terminou cassada, com o seu marido Capiberibe”.

Cristovam pediu que o presidente do Senado esclareça a notícia do Jornal o Estado de São Paulo que que Sarney teria ganho apartamentos de construtoras e em seguida abordou a notícia caluniosa divulgada no Amapá pelo jornal A Gazeta, no final de semana. Segundo o jornal, a deputada Janete teria organizado o ato Fora Sarney na quinta-feira, 13, no Senado Federal, pago aos estudantes para que se manifestassem, além de estar sendo investigada pela Polícia daquela Casa. Naquele dia, 9 manifestantes foram presos pela Polícia do Senado e a deputada Janete Capiberibe acorreu, junto com os senadores Cristovam Buarque, Eduardo Suplicy (PT/SP), José Nery (PSOL/PA) e Valter Pereira (PMDB/MS) para que fossem soltos, já que sua prisão violava o direito constitucional de manifestação.

Indignação – “E a Deputada Capiberibe, que decidiu vir para cá, tendo escutado, foi acusada no jornal – e isso lembra o que disse o Senador Papaléo, como os jornais acusam levianamente – de insuflar. Ela nem sabia quem é que estava ali. Que ela está sendo investigada pela Polícia do Senado. A Polícia do Senado não tem nem direito de investigar deputado. Imaginem o que querem fazer com jovens estudantes, se estão fazendo isso [com a deputada], que não é verdade. Mais: que teria pago para os estudantes virem, o que nos provoca indignação, porque esses jovens são sérios, mobilizados”, afirmou o senador Cristovam, para prosseguir: “O jornal publicou. Mas não é por aí que vamos dizer pura e simplesmente que não é. Ela está batalhando. E não devemos demorar muito a lembrar: foi por causa de falsas denúncias contra ela que terminou cassada, com o seu marido Capiberibe. Isso foi usado. Isso foi usado. E naquele momento os jornais eram tidos como dizendo a verdade. Hoje os jornais são tidos como dizendo mentira”, arrematou.

Certeza – Em aparte ao discurso, o senador Papaléo Paes defendeu a deputada Janete Capiberibe e a liberdade dos estudantes: “Quero entrar em defesa da Deputada Janete Capiberibe. Tenho certeza absoluta de que a Deputada Janete não tem participação nenhuma nesse tipo de insuflação de pessoas, principalmente dos jovens, porque acredito que os jovens, principalmente hoje, nas lutas que tiveram, em que foram os grandes responsáveis pela redemocratização do País, eles não precisam que ninguém sofra, a decisão é deles. Eles são muito mais sábios do que nós. Por isso quero fazer esta referência e isentar a Deputada Janete de qualquer tipo de participação num processo que pudesse afetar fisicamente algum dos políticos, dos Parlamentares, ou então a estrutura física da Casa”.

Oposição – Para a deputada Janete Capiberibe, a notícia foi uma tentativa de frear sua oposição ao senador Sarney. “Não preciso me esconder atrás de ninguém para dizer os malefícios que o senador Sarney faz ao Brasil e ao Amapá. Sou oposição a ele e todo mundo sabe disso. Fui perseguida na ditadura e já tive meu mandato de deputada cassado por desagradar ao senador Sarney. Por isso vou continuar sendo uma defensora incansável da democracia e da liberdade de expressão, respeitando o direito de cada cidadão para organizar-se livremente e manifestar suas idéias dentro das regras democráticas”, afirma a deputada.

É isso. São dessas táticas sujas e nojentas que os fissurados no poder, os sanguessugas da Pátria se valem para tentar denegrir e diminuir a imagem daqueles que buscam uma vida melhor para o Brasil e lutam por um país decente. Mas eles não conseguirão vencer, ainda temos pessoas que querem mudar esse pérfido sistema!

Então continuemos na batalha! Chamem seus amigos, colegas de classe, colegas de trabalho, familiares… chame todo mundo! Nesta quarta-feira, 19 de agosto de 2009, vamos enterrar a ética do Senado no gramado em frente ao Congresso Nacional. Simultaneamente, vigiaremos a reunião da Comissão de Ética e Decoro Parlamentar – CEDP.


Clique para ver maior


Precisamos de doações dos seguintes materiais: pano preto, velas, roupas pretas e madeira.

Ajude a divulgar:

  • arquivo em .pdf
  • arquivo em .jpg
Que morra a velha e doentia/doente ética e façamos nascer uma totalmente nova.
Comentários
Sem Comentários »
Categorias
Brasil, Crise no Senado, Fora Sarney, Juventude, Manifestações, Mudança, Política, Renovação, Saiu na imprensa, Voto, Ética
Tags
Brasil, Crise no Senado, Ética, Fora Sarney, Juventude, Manifestações, Mudança, Política, Renovação, Saiu na imprensa, Voto
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Movimento Fora Sarney e a luta pela Ética na política brasileira

André Dutra | 17 de agosto de 2009 | 1:38
[Translate]

Finalmente consegui um tempinho para atualizar isso aqui. Em primeiríssimo lugar eu gostaria de agradecer, do fundo do coração, TODAS as pessoas que visitaram este blog nos últimos dias e se solidarizaram com a situação que eu e meus amigos passamos ao sermos arbitrariamente presos pela Polícia do Senado, sem acusações factuais, por termos exercido nosso direito e DEVER de fiscalizar a política e manifestar nossa expressão com liberdade, dignidade e de forma pacífica. OBRIGADO A TODOS  VOCÊS, DE TODOS OS RECANTOS DO MUNDO! Li todos os comentários e me desculpem, mas seria impossível responder um a um. Então aqui já fica uma resposta a todos: ós temos muito poder, como cidadãos brasileiros e apaixonados pelo nosso país. Usaremos desse poder e lutaremos sempre. Por nós e por aqueles que virão posteriormente.

No dia seguinte à manifestação em que a Polícia do Senado nos prendeu, dei uma entrevista ao site Contas Abertas, que gentilmente pediu que eu respondesse algumas perguntas. Gostei muito das perguntas e queria compartilhar aqui com vocês de minha visão e respostas:

“Movimento Fora Sarney: queremos também a saída da Mesa Diretora, Collor e Calheiros”

“Foram em cima de nossos cartazes, torceram nossos pulsos, deram golpes sutis e acertaram mulheres”, lembra André Dutra, um dos coordenadores do grupo que liderou a manifestação “Fora Sarney”, ontem, no Senado Federal. Dutra se referiu aos agentes da Polícia Legislativa, que atualmente são alvo de olhares desconfiados, inclusive de senadores. Estudante, servidor público e ativista da juventude do Partido Democrático Trabalhista (PDT), Dutra conta em entrevista ao Contas Abertas (CA) como ele e outros jovens foram tratados durante a manifestação do grupo Coletivo Independente de Manifestação e Ativismo (CIMA). Ele também garante que, depois da concentração sobre Sarney, o movimento pedirá a saída dos membros da Mesa Diretora e dos senadores Renan Calheiros e Fernando Collor.

Sobre a confusão de ontem no Senado, “falaram em ligar para nossos patrões, em ir atrás para tirar nossos empregos e daí para pior”, diz. Dutra – que aparece em pé, à direita (foto) – conta que foram necessárias três horas, quatro senadores e uma deputada para que saíssem do que chama de calabouço. Depois da experiência, para ele só resta o apelo: “que o povo se junte nessa causa, porque se dez jovens conseguiram fazer aquilo ontem, dentro do Senado, com toda a repercussão que teve, mobilizando cinco parlamentares federais, imaginem o que milhares de pessoas não podem fazer?!”. Pela proporcionalidade apresentada pelo jovem de 23 anos, se a cada dez pessoas, cinco parlamentares forem mobilizados, bastaria 1.200 manifestantes para alcançar todos os senadores e deputados.

CA – Quem foram os agentes da Polícia Legislativa que agiram com truculência contra os manifestantes do CIMA?
Dutra – Nós não temos nomes de ninguém, mas concordo com a posição dos parlamentares que estiveram conosco ontem de pedir o afastamento do chefe da Polícia Legislativa. Fomos muito maltratados, foram 20 minutos de ameaças e agressões psicológicas. Logo depois os senadores Eduardo Suplicy, Cristovam Buarque e José Nery chegaram e foi visível a mudança de postura dos agentes e do chefe da segurança que nos havia dado voz de prisão. Ele (chefe da segurança) não teve trato nenhum para lidar com o momento de tensão. Recebemos a orientação de alguns advogados para prestar queixa ontem, mas o assunto ainda será discutido entre o grupo do CIMA antes de uma decisão.

CA – O fato de o movimento ter a iniciativa partidária não prejudica a credibilidade das manifestações?
Dutra – Não é porque eu sou do partido que eu vou seguir só as linhas do partido, até porque ninguém é 100% partidário. Eu não participei da movimentação como um ativista da juventude do PDT, mas como integrante do CIMA e como povo brasileiro. Tínhamos ali pessoas sem partido algum que se uniram a causa e acredito que isso não prejudica de maneira alguma a credibilidade da nossa reivindicação.

Inclusive o nome do grupo sugere a coletividade independente justamente para não ficar atrelado a nenhum partido. Eu, por exemplo, quase nunca digo que sou funcionário público do Governo do Distrito Federal há mais de três anos, mas eu estava na manifestação como cidadão brasileiro indignado. Hoje, os funcionários públicos têm um papel muito importante, mas eles não são ativistas políticos. O que nós fazemos é um ativismo político suprapartidário.

CA – Quem é o grupo CIMA, que encabeçou o movimento de ontem?
Dutra – O grupo começou na internet por causa do “Fora Sarney” e nós resolvemos nos juntar. A maioria são estudantes, uma parte ligada a algum partido e a maioria não ligada a nenhum. Como a causa é suprapartidária, a gente resolveu fazer um movimento independente. Não tem nenhum coordenador, embora uma espécie de coordenação de cinco a sete pessoas esteja sempre à frente das idéias, mas nós tomamos as decisões em conjunto. Foi criado há menos de um mês. A primeira marcha foi em 1º de julho. Temos um grupo de e-mails com aproximadamente 30 pessoas.

CA – Quais os objetivos do CIMA?
Dutra – O ‘Fora Sarney’ é só o começo. Mas queremos também a saída de todos os integrantes da Mesa Diretora, de senadores como Fernando Collor, Renan Calheiros e outros que têm os seus nomes na lama há muitos anos. Existem ainda senadores que são contra o Sarney, mas nós não queremos que eles estejam lá dentro. Também estamos de olho na Câmara dos Deputados e esperamos apenas um momento propício. Os deputados que nos esperem.

CA – O grupo pretende ser uma nova geração de “caras-pintadas”?
Dutra – Nós pensamos em relançar os ‘caras-pintadas’ ontem. Chegamos a comprar as tintas (verde e amarela), mas não usamos. Creio que são dois momentos distintos da história, dois momentos de extrema depressão política, mas a nossa geração é uma geração diferente – uma sociedade que já nasceu livre e acomodada. O que nós tentamos é remontar um contexto de reviver a boa política que nós perdemos ao longo dos 20 anos da jovem democracia.

CA – Como você vê a situação do presidente do Senado, José Sarney?

Dutra – Vejo o Sarney como um retrocesso para a política do Brasil. A saída dele é só a ponta do iceberg, mas é também altamente representativa, por todo o coronelismo e pela práxis da política pública que ele utiliza ali. No momento pelo qual passamos, com tantos eventos escandalosos que se confundem com a política brasileira e colocam em cheque a credibilidade do Senado, o Conselho de Ética não pode ficar inerte frente aos desmandos de todos os senadores, muito menos pode agir com utilitarismo e pessoalismo, como fizeram reiteradamente algumas autoridades ao defender o presidente da casa José Sarney.

O Senado é muito maior do que o indivíduo Sarney e não pode ser leiloado para garantir as pretensões eleitorais de qualquer político. Pairam dúvidas significativas sobre a conduta ética e moral do presidente da Casa, cujo dever é colaborar com o esclarecimento das denúncias oferecidas contra ele. Por isso ele deve se afastar do cargo, para permitir uma melhor condução das investigações.
____________________________________________________________________________________________________________________________________

Ontem, domingo, achei muito interessante a Opinião de Luiz Dutra (coincidentemente com o mesmo sobrenome que eu, mas não é meu parente) no Jornal da Comunidade, sobre a nossa detenção no calabouço do Senado:

Ainda continuando com o que aconteceu após nossa “soltura”, dia 15/08, sábado, ocorreu em todo o Brasil manifestações contra o Sarney. Em Brasília foi MUITO legal. A concentração foi em frente ao Congresso Nacional, de onde o grupo de cerca de 250 a 300 estudantes (e que alguns jornais anunciaram com muito menos do que isso, tentando minimizar o engrandecimento do Movimento) fez uma volta ao redor do Congresso, fechando a metade das faixas da rua na Esplanada dos Ministérios. Ao contrário do que muitos pensam, os motoristas passavam buzinando e gritando “Fora Sarney” e  outras palavras de incentivo. A imprensa noticiou amplamente um pequeno conflito de um pequeno grupo de estudantes e PM, quando os primeiros tentaram subir no terraço do Congresso, para estender faixas na Cúpula do Senado. Foram reprimidos pela PM e em questão de menos de dois minutos, prosseguiram com a manifestação. De lá, fizeram uma grande ciranda no gramado em frente ao espelho d’água do Congresso. E finalmente partiram para a casa do Sarney, na Península dos Ministros.

Essa idéia tinha surgido comigo, pois há alguns meses atrás fiquei sabendo da existência de tabelas de basquete logo em frente à casa do (ainda) Presidente do Senado. Essas tabelas são públicas, então dei a idéia de irmos até lá e misturar manifestação e esporte. Vejam a foto:

Ainda em frente ao Congresso, fiquei sabendo por meio de um repórter que “alguém” havia mandado tirar as tabelas ( que eram CHUMBADAS NO CHÃO) de lá. Mesmo assim fomos. Chegando lá, a Polícia interditou a passagem de carros 1KM de distância da casa do Senador, só autorizando passagem para moradores. Os manifestantes desceram do carro e foram a pé para frente da residência.

Lá chegando era, no total, 12 carros da PM e ROTAN e 2 carros das Polícia Legislativa. Um monte de policiais fortemente armados fizeram um cordão de isoalmento, nos deixando aproximar apenas do gramado. E realmente não haviam mais tabelas de basquete lá atrás (sem fotos, pois os policiais estavam bem à frente do gramado, impossibilitando uma boa visualização). Gritamos palavras de ordem e foi pedida a saída de vários nomes da política brasileira, como  os senadores Collor, Calheiros, Virgílio, Heráclito Fortes e Paulo Duque; Deputados como Edmar Moreira e Sérgio Moraes; e até governadores, como Roseana (Sarney) (MA), Yeda Crusius (RS), e Arruda (DF).

Nos foi dito que o Senador Sarney estava em casa. Isso animou ainda mais a manifestação. Ficamos lá até o entardecer. Foi coletado doação para pedir algumas pizzas para o Senador jantar, mas a polícia barrou a entrada da moto da Pizzaria. Só queríamos dar ao senador aquilo que ele aprecia, para sua janta.

A luta continua! 4ª-feira (19/08) em Brasília: enterro da Ética/Conselho de Ética com concentração às 13:30, em frente ao Congresso. Divlguem! (Precisamos de doações de madeira, para confecção das cruzes, caso você possa doar ou saiba quem possam entre em contato por e-mail ou nos comentários). Abaixo algumas fotos do dia 15 e dois vídeos feitos pelo grande amigo e manifestante sangue bom, Enrique Villanova (cliquem nelas para ampliar):


De 25, viramos 250. Continuem na luta por um Brasil melhor. E como falo no Twitter: “Nós podemos mudar a cara da política brasileira! Renovação já!”

Comentários
Sem Comentários »
Categorias
Brasil, Crise no Senado, Fora Sarney, Manifestações, Mudança, Política, Renovação, Saiu na imprensa, Ética
Tags
Brasil, Crise no Senado, Ética, Fora Sarney, Manifestações, Mudança, Política, Renovação, Saiu na imprensa
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Senado Federal – censura, ameaça e prisão de estudantes

André Dutra | 14 de agosto de 2009 | 2:47
[Translate]

Este será um relato de um jovem estudante, trabalhador e indignado com o cenário político brasileiro, que ao tentar expressar sua liberdade de expressão na Casa do Povo, foi arbitrariamente detido de forma truculenta junto com seus pares pela Polícia do Senado. Foram necessárias 3 horas, 4 Senadores e uma Deputada para que saíssemos de lá, como entramos: inocentes e orgulhosos de nosso ato cívico. Orgulhosos de dar a cara a tapa pelo país que amamos e vemos afundado nessa algazarra e calhordagem política. Espero que leiam e se tornem indignados. Mudaremos a História de nosso país ou ficaremos passivos às imoralidades e matança da honra pública? Aproveitem a leitura.

Hoje o dia foi longo. Tirei um dia de folga e fui fazer o que mais amo: pensar e agir politicamente para tentar achar alguma cura para este país. Meu dia começou às 8:30, dentro de um ônibus quente e um engarrafamento gigantesco no Eixo Monumental, rumo à sede da Ordem dos Advogados do Brasil -- OAB -- onde teria uma reunião pela ética no Senado. Fiquei sabendo pelo pronunciamento do Senador Cristovam Buarque, na TV Senado:

Sendo assim, fui até lá. Fiquei bem feliz por ver que além de alguns estudantes que iniciaram tudo em julho, grandes organizações sociais estão dispostas a ir às ruas. Inclusive foi proposta uma Audiência Pública na rodoviária do Plano Piloto (lugar frequentado por milhares de brasilienses, em sua maioria trabalhadores, pessoas do povo de fato) com a presença de senadores e deputados. Pela ética no Senado. Eu pude dar uma breve explanação e algumas sugestões, como a limitação da reeleição, com vistas a garantir preceito básico da democracia: a alternância de poder. Vejam (aumente o volume):

Me fiz ouvido numa mesa composta por Senadores (Cristovam Buarque, Arthur Virgílio, Pedro Simon e José Nery), Deputados Federais (Darivan Valente e Chico Alencar) e movimentos sociais (Padre Ernane da CNBB, presidente da ABI) além de outras Instituições sociais. Foi muito gratificante falar como um dos únicos jovens na mesa e expressar algumas preocupações com o cenário político atual e dar sugestões para discussão.


Senadores Nery, Simon, Cristovam e Virgílio

De tarde, nos concentramos em frente ao Palácio de Justiça e entramos separadamente pela Câmara dos Deputados. A entrada para o Senado era muito complicada. Na transição, perdemos alguns companheiros que foram sumariamente expulsos, mas conseguimos (de novo) driblar a segurança. Dentro do Senado, iniciamos nossa manifestação pacífica e logo fomos atacados pela truculenta segurança do Senado. Leões de chácara, resquício da ditadura, protegidos de Sarney. Foram em cima de nossos cartazes, torceram nossos pulsos, deram golpes sutis, acertaram mulheres, inclusive. Rasgaram tudo, mas não tiveram coragem de rasgar minha Constituição. Guardari esse exemplar para sempre, memória de que ainda há um mínimo de respeito em meu país.


A truculência e as folhas A4, estrategicamente produzidas aqui em casa

Vocês também podem me escutar gritando neste link da BAND (machucou, estou rindo agora, mas estou com dores nas costas…)
E escutar o que foi noticiado na CBN naquele instante, AQUI.

Após essa verdadeira pancadaria desnecessária, fomos para o calabouço. Haviam dois menores de idade envolvidos no ato. Foram separados de nós, não sabemos o que foi falado a eles. Mas tendo passado o que passei naquelas três horas e, principalmente nos 20 primeiros minutos, espero que eles estejam totalmente bem. Vejam por vocês mesmos, com imagens feitas lá de dentro, do jeito que deu para filmar:

Assim que chegamos, fomos ameaçados, constrangidos, como verdadeiros bandidos. Falaram em ligar para nossos patrões, em irem atrás de tirarem nossos empregos e daí pra pior.

Após a chegada dos senadores Eduardo Suplicy (PT-SP), Cristovam Buarque (PDT-DF) e José Nery (PSOL-PA) -- sendo estes dois últimos que estavam mais cedo na OAB e eu fui pedir que mantivessem os olhos abertos hoje no Senado pela garantia de nossa integridade física -- e também de um advogado que ofereceu seus serviços gratuitamente, as coisas ficaram extremamente mais brandas. Depois, chegou a Deputada Janete Capiberibe (PSB-AP).

Quero deixar aqui meus agradecimentos aos Senadores e à Deputada. Eles foram firmes e legalistas até o último momento. Nos defenderam, inclusive em plenário (caso do Senador Suplicy -- acompanhamos seu discurso pela TV que tinha em nossa “detenção”) e não nos deixaram sozinhos na saleta em momento algum. Senador Nery e Senador Cristovam fizeram das tripas, coração, para garantir nossa integridade física e moral e eu jamais havia pensado que passaria por uma situação dessas. A Deputada foi um anjo, sendo a primeira a falar que ficaria conosco lá até o fim, nem que fosse para dormir, prontamente seguida pelos senadores. Mais tarde, ainda se juntou a nós o Senador Valter Pereira (PMDB-MS).
É bom ressaltar, também, que pela manhã, na OAB, o Senador Cristovam chegou a defender a idéia de demissão do brucutu Diretor de Segurança do Senado. Esse Diretor foi o que nos deu voz de prisão e que, ao ser perguntado por mim se aquilo ali era uma ditadura, respondeu “Sim, é uma ditadura sim!”.

Dentro das dependências da Polícia do Senado, muito se falou de ditadura. Mais ainda pela parte dos servidores, preocupados com tamanha mobilização de poder que aqueles  estudantes provocaram. Justiça seja feita, de todo o corpo da polícia do Senado, um funcionário foi exemplar em sua conduta (é o que aparece no vídeo falando com os senadores). Apenas ele. UM! Dos outros, houve até quem babasse, tal cão raivoso segundos antes de trucidar suas presas.
Após as 3 horas de muita conversa, inclusive com o ainda Presidente do Senado, José Sarney (via celular), e com o impasse do mesmo jeito que estava, finalmente houve uma ordem do 1º Secretário, Senador Heráclito Fortes, de que a Polícia do Senado nos liberasse, sem nos fichar, “apenas” pegando a cópia de nossas identidades. Eles queriam por que queriam que fossemos fichados e que fossem instaurados Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO). Saímos pela porta da frente, todos juntos, manifestantes e parlamentares. E voltaremos às nossas Casas ainda muitas vezes, mesmo marcados.

OS ESTUDANTES PRESOS: Aline, André (eu), Eduardo, Rodrigo, Ugo, Eden e Christiane. Além de Caline e mais um jovem, ambos menores de idade.

Vejam a ampla gama de notícias nos seguintes links:
Globo.com G1 --  Estadão --  Folha de S. Paulo --  Terra --  O Globo --  CBN --  Último Segundo --  Jornal da Globo --  Blog do Tas --  Tijolaço (Dep. Brizola Neto)

Mais fotos de nossa “prisão” em companhia dos Senadores Nery e Cristovam e da Deputada Capiberibe (cliquem nelas para ver maior):

Caso outras notícias saiam hoje, coloco aqui em breve para dividir com vocês. Muito obrigado pela força de todos. Essa nossa luta é uma luta de todos. Sábado estaremos juntos mais uma vez:

E fiquem cientes de que isso é só o começo. Nós vamos sim propiciar a mudança que nosso país merece. Voltaremos muito mais. O povo ganhará no fim.

Comentários
Sem Comentários »
Categorias
Brasil, Crise no Senado, Fora Sarney, Juventude, Manifestações, Mudança, Política, Renovação, Violência, Voto, Ética
Tags
Brasil, Crise no Senado, Ética, Fora Sarney, Juventude, Manifestações, Mudança, Política, Renovação, Violência, Voto
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

« Entradas Anteriores

"Só a educação salva."
Epíteto

Fale comigo!

Escreva para andre @ andredutra.com e mande sugestões, críticas ou o que você quiser falar

Translator

By N2H

Pesquise neste blog

Categorias

Últimos Tweets

Opine

Qual a melhor punição para o crime de corrupção na política?

View Results

Loading ... Loading ...
  • Polls Archive

Pesquisa

Em quem você votaria para Governador do DF em 2010?

  • Toninho (PSOL) (42%, 42 Votes)
  • Reguffe (PDT) (28%, 28 Votes)
  • Cristovam Buarque (PDT) (20%, 20 Votes)
  • Agnelo Queiroz (PT) (7%, 7 Votes)
  • Nulo ou Branco (5%, 5 Votes)
  • Roriz (PSC) (3%, 3 Votes)
  • Magela (PT) (1%, 1 Votes)
  • Rodrigo Rollemberg (PSB) (1%, 1 Votes)
  • Paulo Octávio (DEM) (0%, 0 Votes)
  • Gim Argelo (PTB) (0%, 0 Votes)
  • Outro (0%, 0 Votes)

Total Voters: 100

Loading ... Loading ...
  • Polls Archive

Enquete

Você votaria em uma pessoa totalmente nova na política?

View Results

Loading ... Loading ...
  • Polls Archive

Mais sobre o autor

  • Facebook
  • Meu canal no YouTube
  • Meu Orkut
  • Pergunte-me algo – Formspring
  • Siga-me no Twitter

Blogs que recomendo

  • Blog da Juv. Socialista do PDT-DF
  • Blog da Roberta Salgueiro
  • Blog do Alex Alves
  • Blog do Deputado Brizola Neto
  • Blog do Felipe Bittar
  • Blog do Luiz Antonio Ryff – Nonsense
  • Blog do Marcelo Tas
  • Blog do Marcus Vinícius
  • Blog do Pedro Doria
  • Blog Modeleiro
  • Blog Música e Cerveja
  • Blog Policiamento Inteligente
  • Clube dos Canalhas
  • Pedro Camargo – Portfólio

Conheça também

  • ABPC – Júlia Borges, Psicóloga
  • AIB – Internacionalistas
  • Fora Sarney Oficial
  • MBlog – Blog do Mateus Bassan
  • Movimento Saia às Ruas
  • Partido Democrático Trabalhista
  • Portal do Senador Cristovam Buarque
  • Universidade aberta Leonel Brizola

Arquivos

Temas usados neste blog

2 em 1 Administrativo Barack Obama Brasil Brasília Corrupção Crise no Senado Datas importantes DF Direito do Consumidor Direitos Humanos Drogas Economia Educação Energia Esportes Fora Arruda forasarney Fora Sarney Funcionalismo Público Joe Biden Justiça Juventude Lazer Manifestações Meio Ambiente Mudança Mundo Palestras e outros eventos Participação direta Política Políticas Públicas Propostas Recordar é viver Relações Internacionais Renovação Saiu na imprensa Saúde Segurança Sem categoria Tecnologias Transporte Público Violência Voto Ética

Assine este blog!

  • RSS de André Dutra
rss Comentários RSS valid xhtml 1.1 design by jide powered by Wordpress get firefox
English Afrikaans العربية български česky Deutsch ελληνική español eesti فارسی suomi français Gaeilge עברית हिन्दी italiano 日本語 한국어 bahasa Melayu Nederlands português русский svenska ภาษาไทย Türkçe українська 中文 (简体) powered byGoogle
Podcast Powered by podPress (v8.8)