Blog do André Dutra

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O acochambrê do incochambrável

André Dutra | 15 de setembro de 2011 | 11:04
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Todo brasileiro conhece a expressão “jeitinho brasileiro“, que é aquela situação em que a malandragem e mesmo a capacidade de adaptabilidade que todo brasileiro nasce de fábrica aflora para solucionar problemas até então insolucionáveis. O “jeitinho” às vezes é usado para o bem (adiantando trâmites excessivamente burocráticos ou com simples pró-atividade de uma pessoa, por exemplo) e muitas vezes para o mau (como furar filas, enganar um consumidor etc etc, não faltam exemplos).

Já a expressão “acochambrê” vem de “feito nas coxas”, expressão que deu-se na época da escravidão brasileira, onde as telhas eram feitas de argila, moldadas nas coxas de escravos. Obviamente, os escravos tinham diferentes portes físicos, causando a fabricação de telhas completamente desiguais e, consequentemente, telhados desnivelados (fonte blog Expressões Populares).

Aqui, vemos um belo exemplo de jeitinho brasileiro de se acochambrar alguma coisa. Como tirar a atenção de um local imundo, que fede a urina, com péssimas condições de mobilidade e que está no coração de Brasília? Coloque umas dúzias de telas de LCD, passando propaganda, horóscopo e desinformando. Um show de alienação, chacota com a cara do contribuinte e, claro, de inversão de prioridades. Afinal, pra que investir em infraestrutura, conserto das escadas rolantes e elevadores e limpeza para oferecer condições mais dignas aos usuários da Rodoviária do Plano Piloto?


Chegando na Rodoviária – Plataforma Superior


Rodoviária – Plataforma Superior

Pelas fotos, deixo o julgamento a vocês, se é realmente uma melhoria urgente para a Rodoviária do Plano Piloto esse tipo de “benesse”.  Sempre fico muito triste quando falam das Rodoviárias de outras cidades, pois esta nossa está no centro de Brasília. Turistas que vão conhecer as lindas obras arquitetônicas do Eixo Monumental e Esplanada dos Ministérios devem guardar mais a imagem da depressão que é nossa Rodoviária, do que o lindo céu e prédios que essa cidade, obra única no mundo, tem a oferecer para nossos olhos. Sou totalmente contra privatização, pois sei que o que falta é coragem e vontade das autoridades competentes. Ah, falta também competência e vergonha na cara. VEJAM O VÍDEO ABAIXO, pequena compilação de como está a Rodoviária:

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Telão com imagens de Brasília (“só” vi dois, mas parece que são três) 



Uma das telas, agora em todas as paradas/”baias” da Rodoviária

Esse tipo de melhoria é bom, no tempo certo. Não é o tempo certo enquanto nossa Rodoviária for o lixo, vergonha e constrangimento que é.  O itinerário e linhas dos ônibus estão dispostos nesses “totens inteligentes” de uma forma burra e pouco clara, confusa e muitas vezes equivocada. Mais interessa a propaganda do que a informação de pra onde,e como ir… Ah, ainda não falei dos decibéis dentro dos ônibus, né? Olha quanto marcou hoje, no meu caminho trabalho-casa (clique nas imagens para ver em tamanho real):

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Tabela que exemplifica potência dos ruídos


Tempo máximo de exposição x Potência do ruído

Façam as contas de uma viagem média de ônibus e o tempo de exposição… E aí, é exagero ou a coisa tá feia?

PS.: “Esse post não foi publicado ontem, porque, enquanto eu escrevia, três meliantes abriam meu carro para tentar furtá-lo. Vi no ato, gritei e os espantei, enquanto a Polícia chegava. Isso atrasou o post e me deixou ainda mais indignado com o DF que tanto amo, entregue às máfias que controlam os serviços públicos e à marginalidade crescente, produtos de uma sociedade politicamente doente, que não tem programas de solução para a educação e saúde de seu povo e queima cérebros, enquanto produz bandidos (com e sem colarinho branco).

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Ao povo, as baratas!

André Dutra | 10 de setembro de 2011 | 19:49
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Em seu livro “Quincas Borba”, o personagem-título de Machado de Assis conta para Rubião a história de duas tribos famintas diante de um campo de batatas, suficientes apenas para alimentar um dos grupos. Com as energias repostas, os vencedores poderiam transpor as montanhas e chegar a um campo onde há uma grande quantidade de batatas para alimentá-los. Então, Quincas Borba finaliza: “Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas”.

Saindo da ficção e vindo para a realidade, vemos no DF hoje uma situação em que o Estado, bem alimentado, trata seu povo sem o mínimo de compaixão, mas com grandes nuances de ódio. Isso porque o Estado que deveria nos proteger e servir, há muitos anos se serve do povo e subverte todo o sentido de sua própria existência. No último 7 de Setembro, entretanto, o povo mostrou que ainda está acordado e não apenas pode, como deve e está pronto para cobrar por mudanças ao gritar contra a corrupção no Dia da Independência!


Marcha Contra a Corrupção – 7/9/2011

Hobbes dizia que o Estado deveria ser forte, autoritário, para que protegesse o povo dele mesmo. Sua famosa frase “o homem é o lobo do homem” remete ao perigo que a sociedade estaria submetida sem um Estado que controlasse parte de nossas liberdades, por meio de Leis, normas e punições. Mas o mesmo Hobbes diz que se esse mesmo Estado é capaz de cair, quando não for capaz de manter a segurança de seu povo. O “soberano” ou ditador, não existe de fato no Brasil, muito menos no DF, mas nossas autoridades que constituem o Estado não estão fazendo sua parte em relação à sociedade. Não estamos protegidos, não temos saúde, educação e até nosso direito de ir e vir está ameaçado às mais perversas e indignas condições, como podemos ver pelo vídeo abaixo:

Esta é a hora em que temos que continuar a agir e reagir. É a hora de cobrarmos aquilo que nos é prioridade, mesmo que as outras ações do Estado também sejam importantes, como algumas obras e investimentos. Mas a prioridade máxima é a proteção e dignidade dos nossos cidadãos, que exigiram no voto um “Novo Caminho” primeiro para a Educação, Saúde, Segurança e Transporte e não esse caminho sinuoso e desvirtuado em que estamos hoje.

 

Só assim para sairmos dessas condições nojentas de vida em que estamos. Afinal, o DF deveria ser o grande exemplo social para todo o Brasil. E só atingimos o status de exemplos de como não fazer, não ser e não seguir. O Estado está de olhos fechados para a população e temos que fazer alguma coisa. Até quando teremos situações de tamanho descaso como a queda da “Batcaverna” na Ceilândia, uma verdadeira crackolândia esquecida pelas autoridades?

Que ao nosso povo, possamos dar as batatas de uma Educação integral de qualidade e igual para todos, segurança e qualidade de vida, Saúde humanizada e universal, transporte digno, rápido e barato; além de oportunidades para que todos possam ter uma vida mais feliz.

Mas por enquanto, ao povo, somente as baratas do descaso.

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A corrupção nas prioridades

André Dutra | 6 de setembro de 2011 | 0:37
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O Distrito Federal passa há muitos meses, por uma grande carência de valores: entre aquilo que é algo importante para a coletividade e aquilo que é importante para um pequeno grupo. Há, nessa inversão de valores, um esforço maior para determinadas áreas, como as obras e propagandas, deixando em planos marginalizados outras áreas, como a Educação, a Saúde, o Transporte Público e outros.


(Clique na foto para ver maior)

Esse tipo de prática é também uma prática de corrupção. A corrupção nas prioridades do governo para com seu povo. É corrupção construir um viaduto ou um super estádio de futebol, enquanto o caos nos hospitais se mantém (e até piora), enquanto tantos alunos estão sem aulas nas escolas e enquanto pegamos ônibus caindo aos pedaços e infestado de baratas. Sim, baratas, vejam por vocês mesmos:

Não sou contra o estádio e a Copa no Brasil, muito pelo contrário. Mas a inversão de valores proposta pelo governo que propunha um Novo Caminho para o DF, se valendo do que é melhor para pequenos grupos poderosos ao invés de atender às demandas e esperanças da sociedade é algo inadmissível! É um crime com os cidadãos do Distrito Federal construir uma obra que está custeada em quase R$700 milhões de reais (sem contar gramado, fiação de internet e Tecnologia da Informação e outros detalhes, que ainda somarão outros milhões de reais à obra), enquanto pegamos ônibus com infestação de baratas e sofremos nas filas de hospitais, nas escolas e nas ruas, cada dia mais inseguras.


(Clique na foto para ver maior)


(Clique na foto para ver maior)


(Clique na foto para ver maior)

A capital do Brasil está cada dia mais perto de ser o grande exemplo para todo o Brasil, mas o exemplo de tudo errado. Este é o Velho Caminho, que continua a ser trilhado o nos levará a esta péssima posição: a capital da corrupção nas prioridades.


(Clique na foto para ver maior)

PS. Obrigado ao Lelê, grande amigo que me ajudou hoje e fez possível este post existir!

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Energia nuclear: o Brasil e o mundo em direções opostas

André Dutra | 1 de junho de 2011 | 23:41
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Ontem li uma nota no Blog do Noblat falando sobre o Brasil indo pela contra-mão mundial no que tange à energia nuclear. Vejam:

Brasil vai na contramão e amplia programa atômico

O Globo

No momento em que vários países decidem rever seus programas nucleares – segunda-feira, a Alemanha anunciou que vai desativar suas usinas até 2022 -, o Brasil toma a direção contrária e decide usar benefícios fiscais para estimular a ampliação de seu programa atômico.

Depois do acidente em Fukushima, no Japão, em março último, países como Suíça, Bélgica e China cancelaram ou suspenderam novas licenças para a construção de usinas.

Enquanto isso, o Brasil está construindo Angra 3 e a Câmara dos Deputados aprovou, semana passada, medida provisória que concede incentivos fiscais para compra de equipamentos a serem usados na geração nuclear.

A MP 517 ainda será votada no Senado. Além disso, o governo Dilma Rousseff deve manter a estratégia de mais quatro usinas até 2030, como previsto no Plano Nacional de Energia (PNE) 2030, hoje em revisão.

Ao lado de Angra 1, 2 e 3, as novas unidades dobrariam a fatia da fonte nuclear na geração de eletricidade, para 5%, informa a reportagem de Danielle Nogueira, Eliane Oliveira e Mônica Tavares.

É preocupante, depois da tragédia no Japão (em Fukushima), provocada por um terremoto de grandes proporções, que ainda pensemos em aumentar o uso desse tipo de energia. Em análise superficial, a produção causa poucos impactos e possui razoável custo-benefício. Entretanto, qualquer defeito, falha, desastre ou quaisquer tipos de imprevistos podem causar danos incomensuráveis e irreparáveis. É só ver o acontecido em 1986, na cidade ucraniana de Chernobyl, cidade que virou deserta depois do acidente na usina nuclear.

Ora, nosso país possui um extenso território, rico para a pesquisa e produção de diversos modais energéticos ecologicamente sustentáveis e renováveis, como luz solar e energia eólica, além do biodiesel e etanol. Até mesmo o pré-sal, sobre o qual tenho ressalvas, é menos perigoso do que uma novas fontes de produção de energia  nuclear, que podem alterar a vida de grande parte do país. Tendo esta preocupação, alguns meses atrás escrevi um pequeno artigo sobre o Senador Cristovam e sua preocupação que vinha sendo evidenciada a respeito da energia nuclear. Espero que gostem:

O Senador Cristovam Buarque e a energia nuclear (21/03/2011)

O terrível terremoto (e tsunami) que abalou o Japão e sua população, um dos mais fortes tremores da História, já é considerado o desastre natural financeiramente mais caro do mundo, podendo chegar a custar US$ 250 bilhões para a Economia japonesa. Há ainda a iminente ameaça de uma tragédia atômica naquele país. As estruturas de algumas usinas nucleares foram severamente prejudicadas e já há relatos de aumentos significativos do nível de radiação na cidade de Fukushima e até de contaminação de fontes de alimentos e água.


Cristovam em Chernobyl

O Senador Cristovam Buarque iniciou no Twitter uma grande discussão sobre o uso da energia nuclear, considerando esses graves problemas no Japão, bem como outros tristes episódios ocorridos, como o desastre em Chernobyl (Ucrânia), em 1986 e o envenenamento por Césio-137, em 1987 em Goiânia, que atingiu milhares de pessoas direta e indiretamente.

Cristovam chegou a sugerir um plebiscito mundial, via internet, sobre o uso de energia nuclear. Ainda em seu Twitter, ele disse “Além do Edgar Morin, propus também a Daniel Cohn-Bendit liderar o plebiscito mundial sobre uso da energia nuclear”. Edgard Morin é considerado um dos principais pensadores contemporâneos, antropólogo, sociólogo e filósofo francês. Daniel Cohn-Bendit é um político francês, de origem alemã, deputado europeu e co-presidente do grupo parlamentar Grupo dos Verdes/Aliança Livre Européia.

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Entrevista para o Campus UnB

André Dutra | 14 de maio de 2011 | 21:04
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Ontem concedi entrevista para o Wemerson Fraga, que foi publicada hoje no jornal Campus UnB (versão online). Novamente, falo sobre o Politeia, que já está com as inscrições quase lotadas para deputados e já lotadas (com lista de espera) para jornalistas, sua importância como simulação e impacto na realidade. Abaixo deixo algumas passagens e no link, a matéria completa!

Simulação do Congresso Nacional acontecerá no mês de junho

Participante do evento pela terceira vez e presidente da Câmara dos Deputados no POLITEIA 2010, o graduado em relações internacionais André Dutra é um entusiasta do Projeto. “É diferente das simulações da ONU porque você não trata de uma realidade alheia, mas da sua própria. No POLITEIA, discutimos os problemas cotidianos do país”, diz. Dutra, inclusive, investe em carreira política real e se candidatou a deputado distrital nas eleições de 2010, pelo PDT do Distrito Federal.

História

Foto: Elisa Chagas / Divulgação POLITEIA

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André Dutra e outros participantes na simulação de 2010

O POLITEIA surgiu em 2003, por iniciativa de estudantes do Instituto de Ciência Política (IPol) da UnB que procuravam conhecimentos práticos sobre o processo legislativo. Depois de um período de interrupção, o projeto foi relançado em 2008. A intenção é educar os participantes para a política. “O POLITEIA trouxe conhecimento sobre os processos legislativos, me esclareceu como é viver o papel do deputado, o que ajuda até a exigir mais dos parlamentares reais”, afirma o participante André Dutra.

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POLITEIA – Simulação da Câmara dos Deputados abrirá inscrições para sua 5ª edição

André Dutra | 8 de maio de 2011 | 23:29
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Pessoal, mais uma vez chegou hora de vestir o terno, o tailleur ou seja lá que roupa formal você prefira, afiar o discurso, preparar seu projeto de Lei e assumir o papel de um(a) deputado(a) por alguns dias! É o Politeia, evento de simulação da Câmara dos Deputados em que participei por duas vezes: a primeira em 2009 e a outra em 2010, quando fui Presidente da Câmara! Já falei aqui antes o tanto que é legal esta experiência. Ensina demais sobre o processo legislativo aos participantes, bem como dá um gostinho sobre como é ter um mandato. Acho que deveria ser filmado e passado aos Deputados de verdade, pois é uma verdadeira aula de comprometimento e democracia, aliados à competência e defesa ideológica dos participantes! Estudantes de qualquer curso de graduação, pós-graduação e recém-graduados podem participar!


Líderes dos Partidos Simulados e eu, como Presidente (2010)

AH, não posso esquecer de uma das coisas mais legais! Também há simulação do Comitê de Imprensa, exclusivo a alunos de Comunicação. Nos dias de simulação, a imprensa funciona normalmente, colhendo depoismentos, fazendo entrevistas, coletivas, tirando fotos, enfim, cobrindo todo o evento. E há também um jornal impresso por dia, compilando tudo o que acontece nos corredores do poder!


Presidindo a sessão (2010)


Votação em Plenário (2010)

Vejam abaixo as informações completas, se inscrevam e participem! É a hora de treinar para, quando estivermos lá, subvertermos as práticas  usadas por vários desses malas eleitos, que tanto odiamos!

O POLITEIA é a simulação da Câmara dos Deputados destinada a universitários com interesse no processo legislativo brasileiro.

Durante o evento, que acontecerá de 22 a 26 de junho, estudantes de quaisquer áreas poderão atuar como deputados. O participante irá elaborar, discutir e votar projetos de lei no Congresso Nacional.

Nesta edição serão simulados seis partidos e sete comissões que ficam a escolha do participante.

Já aqueles que estudam Comunicação Social poderão atuar como repórteres e produzir um jornal diário e um site de notícias, vivenciando o dia-a-dia da cobertura política em Brasília.

São 120 vagas para deputados e 10 para repórteres. Os inscritos ainda vão contar com treinamento durante preparação.

As inscrições vão de 10 a 20 de maio, no valor de R$ 90,00 na FA, prédio do Instituto de Ciência Política, no Campus Darcy Ribeiro da UnB ou pelo site www.politeiaunb.com.br. Para participar, basta apresentar identidade original e o comprovante de matrícula em curso de Comunicação, no caso da inscrição para repórter, além da ficha de inscrição preenchida. Para os alunos que comprovarem ser de baixa renda, haverá 7 vagas (5%do total) destinadas aqueles que apresentarem comprovantes de suas respectivas instituições.

POLITEIA é a simulação da Câmara dos Deputados destinada a universitários de qualquer nível ou recém-formados.

Durante o evento, você poderá criar, discutir e votar projetos de lei em seis comissões e no Plenário, assumindo o papel de parlamentar de um dos sete maiores partidos da Câmara.

Estudantes de Comunicação podem ainda simular o cotidiano de jornalistas políticos e produzir um jornal diário e um site de notícias.

Podem participar estudantes de graduação, pós-graduação e recém-formados em qualquer curso superior reconhecido pelo MEC.

Inscreva-se de 10 a 20 de Maio na FA/UnB ou pelo site www.politeiaunb.com – Valor: R$ 90,00

Partidos simulados: PT, PMDB, PSDB, PP, DEM, PR, PSB

Comissões:

- Constituição, Justiça e Cidadania;

- Defesa do Consumidor;

- Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado;

- Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável;

- Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural;

- Administração, Trabalho e Serviço Público.

AGENDA

Treinamento e Convenções Partidárias – 21 e 22 de maio, na FA/UnB

Cerimônia de Abertura e Posse – 22 de junho, no Campus Darcy Ribeiro/UnB

Simulação – de 23 a 26 de junho, na Câmara dos Deputados

PARTICIPE!

Realização:

Projeto POLITEIA

Instituto de Ciência Política (IPol/UnB)

Câmara dos Deputados

Mais informações:

Pelo site oficial, Twitter, Formspring ou pelo e-mail contato@politeiaunb.com

Espero vê-los lá!

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Entrevista concedida à Elisa Chagas

André Dutra | 4 de maio de 2011 | 12:39
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Estou com alguns materiais ainda pendentes para publicação aqui no blog. Hoje deixo aqui a íntegra da entrevista que concedi à Elisa Chagas, estudante de jornalismo do UniCEUB. Ainda fico devendo o áudio e a matéria da entrevista que concedi ao Filipe Marques. Espero que gostem!

1. Idade e Partido?

25 anos, Partido Democrático Trabalhista – PDT.

2. Com que idade entrou para a política? O que te motivou?

Desde que me entendo por gente, já agia politicamente. Fui cara pintada contra Collor em 92, aos 6 anos, nos ombros da minha mãe. Na escola, desde o Ensino Fundamental, passando pelo 2º ano e até o fim da faculdade, fui sempre representante de turma. Curiosamente nunca fui de Grêmios e CA, era sempre oposição. Para a política partidária, entrei em 2008, com 22 anos.

Minha maior motivação sempre foi combater a desigualdade sócio-econômica. Não venho de família rica, nem tradicional da política. A busca pela melhoria do que era realidade para mim (escola pública, transporte público, moradia, saúde pública e até direitos civis) foi o que me mostrou que a luta política era a que detinha mais poder de transformação da realidade para uma realidade socialmente mais justa.

3. Por que logo a política, tão famosa pela corrupção?

A política, como disse antes, é a ferramenta mais eficaz de mudança da sociedade para uma vida mais justa. A busca que vejo que a política propicia pela justiça social e igualdade de oportunidade para todos é o que me motiva e legitima minha paixão pelo tema.

O grande problema é que hoje, no Brasil e em alguns outros países, temos uma inversão de valores. Conhecemos a politicagem e não a Política, com P maiúsculo. Nos chateamos pela corrupção, sujeira e más práticas e acabamos com as vistas embaçadas para o que as boas práticas nessa área podem fazer para mudar vidas das pessoas que mais precisam do Estado. É coerente uma pessoa de bem pensa “não vou entrar nesse antro, onde se tem uma corja de corruptos e ladrões”. É coerente querer ficar fora da lama. Porém, é ao mesmo tempo um grande erro, pois no que tange à política, nunca haverá espaços vagos. E uma vez que as pessoas de bem, de caráter e compromisso social deixam de se envolver nos assuntos políticos e de Estado, o espaço será obrigatoriamente ocupado pelas ratazanas do poder, pelos corruptos e de interesses escusos. Eu tenho a certeza de que estou desempenhando meu papel e essa vitória ninguém me tira: parto do princípio de que, se não fosse eu, seria alguém pior que eu.

4. Como foi liderar o movimento “Fora Sarney”?

O movimento foi um clamor social, popular e que teve grande repercussão e participação principalmente por parte dos jovens. Não me considero líder do movimento, mas uma das pessoas que não mediu energias e fez tudo o que estava a seu alcance para chamar atenção da sociedade para os desmandos e coronelismo do Senador Sarney. Foi isso que me motivou e a mais alguns colegas de manifestação a criar um grupo que pautou várias vezes a discussão sobre o Fora Sarney, com manifestações que chamávamos de “atos secretos” (parodiando os Atos Secretos do Senado), culminando com nossa prisão no Senado. Ainda há efeitos na minha vida daquela época. Até hoje não posso entrar no Senado sem a autorização da Polícia do Senado e estou buscando meus direitos para que essa violência a direitos como o de ir e vir e de liberdade de expressão seja definitivamente cortado. Hoje é comigo, amanhã não sei com quem pode ser.

No mais, foi um grande aprendizado. Vi como a mídia pautava as manifestações das mais diferentes formas, senti um pouco do que é a repressão raivosa de entes que há décadas atrás reprimiam pensamentos contrários a bala e não a tapas e pontapés (como levei) e por aí vai. Faria tudo de novo, pois além de legal foi uma atitude moral de nossa parte.

5. Como foi ser “preso” no Senado?

Senti tudo que acredito, todos meus direitos e a Constituição violentados. Nunca imaginei ser preso por falar o que penso e, pior, sendo algo legítimo, discutido amplamente pela sociedade, divulgado nos grandes veículos de comunicação, na internet e no próprio plenário do Senado. Vi ali o que é a prática política de velhas raposas que não soltam o osso do poder. Senti a dificuldade extrema que seria suplantar e modificar o sistema que vigora hoje na política brasileira, como é difícil renovar caras, práticas e ideologias políticas.

Nunca havia estado naquela micro-sala do subsolo do Senado. No início foi aterrorizante, apesar de eu sempre manter a calma. Fomos chantageados e ameaçados até a chegada dos Senadores Cristovam Buarque (PDT-DF), José Nery (PSOL-PA), Valter Pereira (PMDB-MT) e Eduardo Suplicy (PT-SP) e, posteriormente, da Deputada Janete Capiberibe (PSB-AP), que ficaram conosco até sermos liberados daquela situação.

Ali vi, de fato, que o poder público vem sendo usado para interesses privados em vários âmbitos já há tempo demais no Brasil.

6. Que experiência levou da eleição passada? Pretende se candidatar novamente?

Foi uma experiência que eu adoraria dividir com todo mundo que conheço. Se fosse possível, queria que todo brasileiro e brasileira pudesse participar ao menos uma vez de uma campanha eleitoral. Claro, se as coisas fossem mais igualitárias, com campanhas mais justas, menos embasadas em poderio econômico e mais voltadas às ideias e propostas dos candidatos.

Aprendi demais e não há dinheiro que compre esse tipo de conhecimento e de experiência. Conversei com pessoas de todo tipo, visitei lugares que não imaginava visitar, pude estar muito mais perto de pessoas que admiro no mundo da política, como o Senador Cristovam e principalmente, levei o que penso para que as pessoas julgassem.

As dificuldades, entretanto são gigantes. Partido que não ajudou em nada na campanha, principalmente pelo fato de termos um Presidente à época que era candidato e “se auto priorizou” em detrimento dos outros; o fato de eu não ter poderio econômico para bancar uma campanha com material, serviços e recursos humanos abundantes (muito material acabou sobrando, pois não consegui distribuir tudo); a própria desconfiança das pessoas com qualquer coisa que se trate de política e por aí vai.

Entretanto, mostrei ser possível impactar a política com pouco. Era o candidato mais novo do meu partido, quase sem dinheiro e mesmo assim tive uma votação relativamente expressiva pautada por ideias e propostas. A experiência adquirida é tão extensa, que poderia ficar falando e escrevendo horas sobre isso!

E sim, pretendo me candidatar, novamente, com absoluta certeza!

7. Quais são os seus projetos atuais? Alguma coisa relacionada à política?

Minhas ambições continuam no sentido de renovar a cara da política no DF, que continua a mesma coisa de antes. Não tenho ambição por cargos ou status, mas quero compartilhar com as pessoas as coisas que aprendi na campanha e nesse processo e continuar a caminhada rumo a esse sonho de transformar a vida da população por meio das minhas ideias e ações.

Ultimamente tenho trabalhado na assessoria da Secretaria de Trabalho do DF (sou concursado do Metrô-DF e fui cedido para a SETRAB), onde estamos desempenhando um grande papel para a mudança social no Distrito Federal, buscando gerar oportunidades de emprego para as pessoas que estão em áreas de risco social, jovens em conflito com e Lei e pessoas em situação prisional e egressos desse sistema, por meio de qualificação profissional e intermediação de mão-de-obra. Além do meu trabalho assalariado, ultimamente estou me especializando em Gestão Pública, para me capacitar ainda mais sobre as coisas da Máquina Pública e da Administração, de forma a me tornar uma pessoa mais preparada para exercer um cargo eletivo.

Por último, sou professor voluntário na minha antiga escola de Ensino Médio e ministro uma oficina sobre Política, conscientização social, falando de ética, cidadania, pensamento crítico, ação social e outros temas, para alunos do 2º e 3º anos. Além das aulas, desenvolvi e ministro palestra sobre o mesmo tema da Oficina e também palestra para Estudantes de Relações Internacionais sobre a importância da participação da política pelo formado no curso. Também pretendo tocar mais alguns projetos pessoais e em grupo, mas que a falta de tempo ainda não me deixam realizar.

8. Como avalia os jovens? Alienados? Sem interesse por política?

Avalio como uma parcela da sociedade extremamente faminta por poder agir, mas em parte desmotivada e em parte sem conhecimentos sobre o tema, ou ambos. Como falei anteriormente, a Política hoje é vista num papel distorcido, o que afasta os jovens (a maioria dos que estão no poder são pessoas já velhas, que estão lá há décadas) e a falta de conhecimento do funcionamento das instituições e estruturas levam a esse afastamento. É, inclusive, de interesse de grande parte dos medalhões políticos que esses jovens não tenham acesso à informação, dificultando a renovação política e perpetuando-os e suas família no poder.

Porém, ao iniciar as aulas da minha oficina, vi que os jovens só precisam ser provocados. No Fora Sarney, não conseguimos fazer uma provocação eficaz a ponto de tirar milhares de pessoas de seus computadores, mas já foi um passo. Os jovens querem participar, mas estão em um enorme quarto escuro, desconhecido e com poucos e fracos pontos luminosos, muitos que acabam apagando rapidamente. Precisamos encher esse quarto de luz, que é simplesmente conhecida como Educação. Hoje temos um sistema precário de ensino e não de Educação, que trata o estudante como aluno autômato e não o prepara como cidadão. Precisamos de uma revolução na e da Educação no Brasil.

9. Todos os políticos dizem que vão ser diferentes, mas a maioria acaba sendo igual após eleito. Qual é o seu diferencial?

Essa é uma pergunta que se escuta com muita frequência. Eu tenho um objetivo: buscar justiça social e igualdade de oportunidades. Essa busca não é pra mim, é para que não só as pessoas tenham uma vida melhor, mas para que o Brasil se desenvolva e ocupe o lugar que pertence no Sistema Internacional, como a potência que deveria ser.

Meu diferencial é pautar minha vida política nas ideias e propostas tangíveis e na busca por mostrar para pessoas mais jovens que é possível participar da Política sem se corromper. Vou além: é necessário e um gesto de patriotismo participar da vida política de forma socialmente compromissada e ética (isso é o básico). Um exemplo simples é que hoje recebo um salário por volta de 15 (quinze) vezes menor que o de um deputado distrital. Mesmo para uma cidade de altíssimo custo de vida, não passo necessidades básicas. E o serviço público não existe para enriquecer ninguém, quem quer isto que vá para o setor privado, invista no empreendedorismo.

Por último, pontuo como diferencial minha experiência de vida e o fato de eu ser produto da Educação. Vivi situações que não desejo que outros cidadãos vivenciem. Se eu já me incomodo com o que vivi, imagine aqueles que vivem na pobreza e na miséria, abaixo da linha da pobreza? Não é digno, não é humano e não é aceitável que tenhamos isto em nosso país. Diferencio-me por querer que o mais pobre e o mais rico tenham possibilidade de serem o que quiserem, por meio de seus próprios méritos. Assim como eu e qualquer pessoa deveria ter a mesma chance de ser eleito que outros que gastam milhões em campanhas, mais do que receberão de salário nos 4 (quatro) anos de mandato.

10. Como garante que se entrar para a política não vai entrar nos “esquemas” existentes? (Não necessariamente corrupção)

Aprendi que se deve negociar, mas não se negocia com princípios. Meus princípios não mudam. O foco deve ser o trabalho para a mudança social, servir o povo, legislar pelo povo e para o povo. Quem pensa assim e trabalha assim não tem tempo pra perder com esqueminhas e negociatas, muito menos perfil pra se corromper. A visão é muito além dos ganhos pessoais, pois se você melhora a sociedade como um todo, é vantagem até para o mais rico, que terá mais segurança, maior qualidade de vida e conforto.

Deve se ter um lastro de negociação, saber ceder no que é possível, firmar pulso no que é necessário e, o mais difícil, tomar decisões certas nas horas certas. Isso é o que diferencia um político medíocre de um Estadista, “raça” em extinção no Brasil.

11. Como acha que podemos mudar a imagem do Congresso?

Mudando as caras que o preenchem. Para isso, só com uma grande revolução na Educação, com um pacto social e político que direcione o país para onde queremos que esteja em 50 anos. A pergunta que os políticos deveriam fazer para si mesmos deveria ser: que herança social quero deixar para meu país quando eu morrer? Hoje eles se perguntam a cifra da herança que vão deixar para os parentes e a herança política de continuidade no poder para os filhos e apadrinhados.

Isso acontecerá com a mudança de paradigma na Educação Brasileira. Hoje temos um sistema que prioriza o ensino (e olhe lá) e não a educação e formação do cidadão como tal. A mudança do Congresso deve começar pelo povo, mas não é interessante que isso aconteça por parte de quem já está no poder. Então essa mudança deve começar com focos de subversão do atual tipo de administração e política, pessoas que se comprometam com o futuro do país e da sociedade e que sejam foco dessa mudança, seja por meio da luta social, política, com voluntariado, ações pessoais, entre vários outros tipos de contribuições à sociedade que cada pessoa pode dar. O que posso fazer para minha antiga escola? Como posso melhorar meu trabalho? Como posso ser um agente de mudança social? Essas e várias outras perguntas podem trazer respostas para esta pergunta proposta e muitas outras. Afinal, se outros países saem de ditaduras (como nós saímos) e mudam regimes, impactam a vida da sociedade (como a Coréia do Sul em 50 anos), por que nós no Brasil não podemos conseguir isso em uma sociedade que tem como preceitos o Estado Democrático e de Direito, a liberdade de expressão e tantos outros direitos garantidos pela Constituição, a Carta Magna?

Precisamos, sim, da revolução na Educação.

É isso aí!

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