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Metrô Fora dos Trilhos – Descarrilamento em Brasília

André Dutra | 15 de abril de 2010 | 10:28
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[ATUALIZAÇÃO] – Hoje um piloto foi agredido por um usuário não identificado, que fugiu após socar o funcionário do Metrô numa das estações do trecho que enfrenta graves problemas após o descarrilamento. O caos é um grande desrespeito com a população do DF. Amontoados de pessoas tentam entrar nos trens que já chegam lotados e que faz com que o tempo de espera aumente proporcionalmente à falta de paciência.
Isto nos mostra outra deficiência já apontada aqui: aonde estava a segurança na hora da agressão? O homem simplesmente fugiu e nada pode ser feito depois. Parabéns, Metrô! Cada vez mais insalubre, da operação à administração.
(Esta crítica é voltada aos reais responsáveis por isso tudo – os Governadores malandros que trucidaram nossa cidade e nossos cidadãos e essa Diretoria do Metrô, que nada mais é do que um reflexo dos primeiros).
Veja o vídeo
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Opa, este é o post de número 150 aqui no blog! Já tratei de tudo um pouco aqui: educação, saúde, segurança, transporte, cultura, lazer, esportes, relações internacionais, meio ambiente e por aí segue a lista. Hoje eu trato de uma realidade que vivo há quase 4 anos. O nome dessa realidade é Metrô-DF.

É engraçado, pois há 4 anos atrás eu nunca havia andado de de metrô. A primeira vez que eu usei o serviço foi após ter sido convocado para tomar posse no concurso público no qual eu havia sido aprovado. Eu tomei posse com grande esperança, após quase dois anos delicados que passei trabalhando na Saúde Indígena (FUNASA). O choque da esperança com a realidade foi grande. Eu já havia recebido uma boa carga de experiência em meu tempo de DESAI (Departamento de Saúde Indígena) quanto ao que era e como funciona o serviço público no Brasil. Aprendi aonde não me meter e como fazer meu serviço com responsabilidade social e sem ser aquele funcionário sanguessuga. Curioso que lá eu tinha minha mesa, meu bom computador, meu telefone e por pior que fosse a situação que eu vivia lá, não posso reclamar das condições de trabalho.

Ao mudar da esfera federal para o GDF houve mais um choque de realidades. Cheguei motivado, empolgado. Pra resumir a ópera, passei a picotar bilhetes e mexer com papéis extremamente sujos, mesmo tendo revelado anteriormente que tenho problemas respiratórios crônicos, que não atrapalham em nada minha vida desde que eu previna situações de risco. O que sucedeu foi uma série de crises de bronquite e infecções de garganta/amígdalas que se dava periodicamente, com curtos períodos de melhoras seguidos de períodos péssimos. Numa dessas, fiquei 11 dias de cama e perdi 7kg, o que foi a gota d’água para mim e para o médico do trabalho na época. Com dois laudos (alergista e pneumologista) e a anuência do médico, ainda com muito mal grado, finalmente saí daquela área de trabalho e mudei para onde sigo até hoje.

Vale dizer que nunca tive um computador para trabalhar. Trabalho como dá e nunca acumulo nada aqui. Hoje tenho grandes amigos (e não colegas) de trabalho e um ótimo chefe. Mesmo assim, nossa realidade é a de que se você sai de férias hoje, pode voltar e não ter mais mesa ou cadeira. Computador? Ainda têm 486 funcionando aqui (tem gente que nunca viu um desses). O que importa é que essa realidade de quem trabalha no Metrô é exponencialmente aumentada para os funcionários da operação (pilotos, agentes de estação, agentes de segurança, inspetores de estação, etc etc etc).

Novas estações são inauguradas mal e porcamente (como já mostrei aqui no blog) e não há funcionários o suficiente para trabalhar com salubridade nessas situações. O ritmo é puxado e a segurança dos trabalhadores e da população está diariamente em risco. Até que um acidente desses acontece:

Na manhã da última segunda-feira, dia 12, o Metrô-DF saiu dos trilhos. O descarrilamento ocorreu por volta de 11h30 nas proximidades da estação Terminal Ceilândia.
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Máquinas de chave, trilhos de rolamento, dormentes e grampos foram danificados. Além do terceiro trilho que ficou completamente retorcido em um espaço de aproximadamente 50m. Os dois últimos carros permaneceram sobre os trilhos e impediram o tombamento total do trem. Para providenciar a retirada da composição foi preciso aguardar a chegada de um guindaste vindo de fora do Distrito Federal.
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No momento do acidente o centro de controle possuía a sinalização da máquina de chave na posição normal e a rota encontrava-se alinhada, o que, consequentemente, gerou código de velocidade na região, autorizando a passagem do trem. O descarrilamento ocorreu em velocidade superior a 60km/h e a sinalização da rota permaneceu mesmo após o acidente. É importante destacar que, devido ao sistema de condução semi-automático, o trem só é capaz de alcançar tal velocidade após a confirmação da rota alinhada e máquinas de chave travadas, o que exclui qualquer responsabilidade por parte da piloto nesta situação.

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O trem 07 era o primeiro trem do horário de vale e realizaria a transferência de vias na Zona de Manobra.  Após o acidente a operação ficou restrita até a estação Ceilândia Centro e desde o dia 13 de abril os trens estão seguindo da estação Central até a estação Guariroba. Os interessados em seguir para as estações Ceilândia Norte e Terminal Ceilândia devem realizar o transbordo e seguir para outro trem destinado a circular exclusivamente neste trajeto.
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Em abril de 2009 um acidente de mesma magnitude foi evitado graças à destreza do piloto que freou o trem imediatamente ao ser transferido para outra via. Isso ocorreu devido à falha na sinalização da máquina de chave, logo após atuação da manutenção no mesmo equipamento. Embora a diretoria da empresa afirme ser comum esse tipo de acidente, todo o sistema do metrô é projetado para trabalhar com redundância, de modo a garantir que situações como essa jamais ocorram.

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O descaso com que vem sendo tratada a fiscalização do serviço de manutenção já foi objeto de inúmeras denúncias por parte deste sindicato. A falta de comprometimento da empresa com a segurança do sistema coloca em risco os equipamentos e as vidas de empregados e passageiros do metrô. Felizmente o acidente aconteceu em horário de pouco movimento e havia somente 15 pessoas dentro do trem. Ninguém se feriu gravemente.

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Esse acidente, segundo especialistas que preferiram não se identificar, poderia ter se constituído numa tragédia sem precedentes, uma vez que o trem poderia evidentemente ter tombado ou colidido com outra composição, ao contrário do que vem afirmado, de forma irresponsável, o Metrô/DF.
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No entendimento do Sindmetrô, esse acidente é fruto de uma política de sucateamento e terceirização pela qual o Metrô vem passando. A manutenção da via permanentemente em Metrôs como o de São Paulo é feita por meio de trabalhadores concursados que fazem a vistoria a pé, diariamente e munidos de lanternas.
Aqui em Brasília o que se observa é um veículo adaptado que passa a 80 km por hora fazendo a verificação da via.
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O ocorrido foi grave, deve ser apurado e enseja toda a preocupação por parte do poder público. Afinal de contas são vidas que estão em jogo.
Fonte: SINDMETRÔ/DF – SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EMPRESAS DE TRANSPORTES METROVIÁRIOS DO DISTRITO FEDERAL

É notório que esse tipo de acidente não é comum, pelo contrário! Se fosse comum, sinceramente, eu nunca andaria de metrô. No azar do acidente, a Empresa foi extremamente sortuda, pois o trem estava vazio e não houve tombamento total e nem impacto com algum outro trem que viesse do lado contrário. Foi um acidente que mostrou a debilidade do sistema, a crueza da realidade e como as coisas estão podres pelo lado de cá também. O metrô foi e é alvo de denúncias e tem contratos no mínimo esquisitos. Foi sorte, mas MUITA sorte que não ocorresse uma tragédia. Na realidade, todo dia é uma sorte, pois há  um sem número de casos de pessoas que descem na linha (aonde é energizado) e não há pessoal para socorrer, já houve quedas, objetos arremessados e vários outros problemas, onde alguns poderiam resultar em morte efetivamente. O último caso de podre noticiado saiu na Carta Capital:

Lamaçal sobre trilhos (por Gilberto Nascimento)

A investigação sobre a suposta propina paga pela Alstom no Brasil chega a contratos do Metrô de Brasília

Não bastassem panetones, dinheiro na cueca e nas meias e a oração da propina, o lamaçal em Brasília pode se estender ao metrô da cidade. Novas denúncias envolvendo o Metrô de Brasília podem vir à tona e complicar ainda mais o governo do Distrito Federal. Em um convênio firmado entre a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) e a Companhia do Metrô do Distrito Federal foi identificado um sobrepreço

de 11,7 milhões de reais. Em relação ao orçamento de referência, foi constatada uma diferença de 125,13% no preço da obra.

O Ministério Público Federal em São Paulo recebeu um documento enviado por um executivo com detalhes sobre o caminho sinuoso do esquema de propinas das empresas Alstom e Siemens para políticos no Brasil, no qual há menção a supostos pagamentos referentes ao Metrô do DF. A francesa Alstom liderou um consórcio para a manutenção da frota do Metrô de Brasília de 2003 a 2007 e a alemã Siemens assumiu a missão depois disso. O alto funcionário, cujo nome é mantido em segredo, afirmou ao MPF ter acompanhado de perto a atuação das duas empresas nos governos de São Paulo, Distrito Federal e Bahia. Segundo ele, haveria “acordos” na atuação das duas empresas.

O executivo informou a procuradores paulistas, por exemplo, que a Alstom e a Siemens teriam utilizado em contratações no estado um esquema de envio de dinheiro da Alemanha para duas offshores do Uruguai – a Leraway Consulting e a Gantown Consulting –, e daí para duas empresas paulistas, a Procint e Constech, dos lobistas Arthur Gomes Teixeira e Sergio Meira Teixeira, a fim de fazer esses valores chegar a políticos e diretores de empresas públicas, como supostos pagamentos a serviços gráficos ou de consultoria. Investigações do Ministério Público de São Paulo confirmaram a denúncia.

No DF, a propina mensal a um único político chegava a 700 mil reais, denunciou o executivo. “O orçamento foi inflado para acomodar a propina.” Segundo ele, não houve licitação para a concessão dos serviços de manutenção do Metrô de Brasília. O contrato com a Alstom teria sido “adjudicado” (outorgado). Os valores cobrados seriam “extremamente elevados”, afirma, e garantiriam margens líquidas superiores a 50%. Contratos normais variam de 10% a 15%, observou o executivo.

Na nova licitação, em 2007, o edital teria sido formulado de uma forma a assegurar à Alstom a pontuação máxima e, com isso, a vitória, garante a testemunha. A pontuação seria baseada em atestados de experiência da equipe técnica, “cujas exigências foram redigidas de tal forma que somente a equipe original (Alstom) poderia atendê-las plenamente”, relatou no documento.

O presidente da Alstom no Brasil, Philippe Delleur, explicou que o contrato da empresa com o Metrô do DF foi firmado “por inexigibilidade de licitação, conforme previsto na legislação brasileira” e ressaltou que a empresa não teve qualquer participação na construção da obra. Delleur disse que não se manifestaria “a respeito de denúncias anônimas”. Segundo ele, a Alstom está “cooperando com as autoridades competentes e com as investigações ainda em andamento”. O diretor de Comunicação da Siemens do Brasil, Pedro Herr, afirmou que a empresa não foi citada oficialmente em qualquer investigação no País. “A Siemens conduz seus negócios dentro dos mais rígidos princípios éticos e responsáveis.”

Aqui no blog, também mostrei a grande preocupação do Governo Urtiga Arruda com a imagem, a propaganda quase que fascista a que estávamos diariamente expostos. No metrô, ao invés do investimento em estrutura, segurança e pessoal, olha só aonde o nosso dinheiro era investido (clique para ler)…

Bem, esse é um pedaço da realidade que vivo todos os dias. A coisa agora está realmente feia. Não há dia que passe em que eu não consiga enxergar na Intervenção Federal o melhor remédio. Será traumático para o DF? Será. Mas o efeito didático que criará, a relevância histórica e política que um ato dessa dimensão teria é incauculável! O remédio, por mais amargo que seja, tem que ser tomado. Afinal, até quando teremos essa debilidade no DF, alastrada nas empresas públicas, nos órgãos públicos e nas figuras públicas que deveriam trabalhar pelo povo e servir nossa sociedade?

Espero viver e fazer minha parte para poder dizer que esse dia não está longe.

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Passe livre para estudantes do Distrito Federal

André Dutra | 25 de junho de 2009 | 23:45
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Pessoal, quase essa importantíssima notícia passa em branco aqui no blog. Final de semestre super corrido, trabalho e vários outros afazeres estão me deixando com pouco tempo para me dedicar ao blog, mas prometo que estou tentando deixá-lo sempre sem teias de aranha!

A câmara Legislativa do DF aprovou a Lei do Passe Livre Estudantil! Essa é uma vitória nossa, estudantes de Brasília! Agora é esperar a sanção governamental. Parabéns estudantes de Brasília! Abaixo segue a íntegra da matéria veiculada no site da Câmara. Grande abraço e para quem quiser me seguir mais de pertinho, vem comigo no Twitter!

Câmara aprova passe livre para os estudantes
Estudantes acompanham votação do passe livre das galerias (Foto: Carlos Gandra/CLDF)

Os estudantes do Distrito Federal conquistaram o direito ao passe livre. Por unanimidade dos 21 deputados distritais que compareceram hoje (23) à sessão extraordinária, a Câmara Legislativa aprovou, com emendas, o projeto de lei 1.245/09, do GDF, que estende o benefício. Para entrar em vigência, o projeto deverá ser sancionado pelo governador.

Estudantes que lotaram as galerias aplaudiram a aprovação do projeto, que  foi aprovado com a inclusão de 12 emendas apresentadas por vários parlamentares, que aumentaram o alcance do passe livre.

Entre as mudanças aprovadas que modificaram o projeto original, por exemplo, estão a extensão do passe livre para alunos de todos os níveis, como alunos em estágios, de pós-graduação e de  pré-vestibulares, como também a inclusão do sistemas do metrô e de microônibus. 

Uma emenda que foi aprovada com a diferença de um voto garante a concessão de 16 passes extras para os estudantes utilizarem livremente, mesmo nos dias não-úteis.

Conforme foi aprovado ainda, por emenda de vários distritais, o passe livre dará direito também ao estudante ter acesso a meia-entrada em salas de espetáculos.

Outra emenda determinou a criação do passe livre estudantil, com competências consultivas e fiscalizadores, para fiscalizar a correta utilização do benefício. Ficou determinado que o uso indeterminado do passe livre sujeitará o infrator à perda do benefício e também a processo administrativo.

"Foi o mais importante projeto aprovado na Câmara Legislativa neste ano e um dos mais relevantes de toda a sua história, por atender a uma luta histórica do movimento estudantil", destacou o deputado Paulo Tadeu (PT), um dos principais defensores da proposta.

O deputado Rogério Ulysses (PSB) também disse que o seu voto em favor do passe livre foi o que mais lhe proporcionava "orgulho" até o momento. O distrital enfatizou que a aprovação do passe livre deve ser creditada à Câmara Legislativa, que apoiou a proposta e convenceu o governo a aceitar a sua concessão.

O presidente da Câmara Legislativa, deputado Leonardo Prudente, parabenizou os estudantes ao final da votação, pela organização na mobilização em favor do passe livre.

A líder do PT, Erika Kokay, destacou que os estudantes do DF "tiveram que ocupar as ruas e enfrentar a polícia" para garantir a conquista do direito ao passe livre.

Zildenor Ferreira Dourado – Coordenadoria de Comunicação Social
 
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Diretório decide pré-candidaturas de Reguffe e Cristovam

André Dutra | 7 de junho de 2009 | 15:11
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Como eu disse no meu Twitter ontem, aconteceu a reunião do Diretório do PDT-DF. A mesa foi presidida pelo Senador Cristovam Buarque e também teve composição de Reguffe, Ezequiel, Vladimir e Peniel e uma pequena participação do Deputado Distrital Claudio Abrantes (PPS), que cumpre mandato como suplente.


Peniel, Reguffe, Ezequiel, Cristovam, Vladimir e Claudio Abrantes
 

Após a Mesa dar suas primeiras considerações, Reguffe fez um discurso ótimo. Falou de sua proposta, caso seja o nome escolhido para ir para as eleições de 2010 como candidato a Governador do DF. Falou de segurança, saúde e educação, que serão suas prioridades de governo. Falou em diminuição da Máquina de Estado e de gastos. Falou em cassação de concessão das empresas de ônibus do DF, aumentando a concorrência por licitação, diminuindo o preço das passagens e dando maior conforto para o usuário.

Foi um discurso sólido, cheio de esperança e muito plausível. O governo de Reguffe no Buriti, será um governo para o bem social. Deixou claro que sua maior preocupação será a de entregar de volta à população serviços de qualidade: hospitais com mais médicos e menos tempo de espera, afinal as pessoas são seres humanos e não estatística; transporte público de qualidade; policiamento ostensivo e de qualidade ao invés desses postos policiais que tiram a Polícia das ruas; educação integral, valorização dos professores e escolas decentes, entre muitas outras idéias que nunca tivemos debatidas aqui no Distrito Federal.

A candidatura é histórica e o PDT volta com força ao cenário do DF. A construção dessa candidatura começa desde agora e será referendada (ou não) no dia 30 de junho de 2010, último dia para incluir candidatura no TSE. Mas Reguffe já deixou claro: se a pré-candidatura dele se consolidar dentro do Partido, ele irá até o final. Só não irá até o fim se o Partido achar que essa candidatura irá prejudicar a nominata (lista dos candidatos do Partido) ou o Partido em si.
Mas desde já (e de antes, na realidade) estou com Reguffe. É o nome de mudança, ética, seriedade e renovação que o DF precisa. E não sou apenas eu a achar que o nome de Reguffe é o melhor para o DF!
Uma entrevista completa com o senador Cristovam Buarque, pode ser lida aqui.

Finalmente o DF tem uma alternativa diferente e boa. Parabéns pela coragem, Reguffe!

 

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Metrô DF: Secretário de transportes sente em um dia o que os trabalhadores sentem em todos os dias!

André Dutra | 2 de junho de 2009 | 8:03
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Tenho que confessar aqui, que me surpreendo com o DFTV atualmente. A equipe parece que deu uma renovada (não sei se é factual), mas as pautas andam muito boas. Ontem, segunda-feira (01/06) o DFTV veiculou matéria interessantíssima e, pra mim, de cunho pessoal (pois sou funcionário do Metrô DF, apesar de não ser da operação).

O Secretário de Transportes Alberto Fraga passou na pelo o que milhares de brasilienses passam nos metrôs do DF. Super lotação, desconforto e mesmo perigo, além do desrespeito com idosos é um retrato cotidiano para quem usa esse serviço. E por caríssimos R$3,00 por passagem! Uma das passagens de metrô mais caras do país. Vejam a matéria, que coloquei no meu canal do YouTube e também está no ar no site do DFTV.

Mas no final fica fácil ir embora de carro, com motorista. Hoje na palestra proferida pelo Senador Cristovam Buarque na UnB, um colega estava comentando comigo que seria interessante se político tivesse que usar transporte público. É claro que é uma ação surreal e extremista, mas seria interessante mesmo se pelo menos uma semana no mês eles usassem, para tomar um choque de realidade. Transporte público no DF é sofrível e as empresas do setor não melhoram as condições de ônibus tem um tempo… quero ver um dia a live concorrência nesse setor, oferecendo transporte de melhor nível para os passageiros e diminuindo o preço. Hoje em dia, simplesmente, não dá!

Créditos para o Afonso, que me indicou essa reportagem! Brigadão pela força!

 

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Inauguração meia boca: Estação 112 Sul

André Dutra | 15 de maio de 2009 | 15:54
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Muita gente ouviu comentários de que este governo constrói, constrói, constrói e inaugura um monte de obra mal acabada (no sentido de não ter acabamento final decente) e/ou "picada" (faltando detalhes ou mesmo itens importantes).

Eu estava assistindo a propaganda do Fantástico neste domingo, 10/05, quando vem aquela linda propaganda do GDF, a GDF TV. Fez isso na segunda, aquilo na terça, não sei mais o que na quarta… bla bla bla. Até que chega ao sábado e simples como não tinha sido antes fala "inaugurou a mais uma estação de metrô, a 112 Sul". Ponto. Uai, não vai falar detalhes da estação? Fiquei curioso, queria ter ido na inauguração mas não pude. Como estou oscilando numa gripe que vai e vem, só ontem tive um tempinho de passar lá, pra ver com meus próprios olhos a nova estação de metrô da cidade. Fiquei ainda mais curioso quando vi, em várias estações, este banner:

Resolvi, então, passar lá. Fui na última quinta-feira, dia 14/05, antes da minha aula começar. Vejam comigo as fotos tiradas (cliquem para ver em tamanho maior):

Cheguei e já dei de cara com um outdoor onde se lia "obra concluída". Interessante. Me dirigi às escadas para descer ao acesso do Metrô. Estranhei uma coisa enquanto descia. Vejam:

            

É isso mesmo que vocês estão vendo. Na entrada da estação ainda tem um monte de entulho, bem desorganizado e um fosso de elevador aberto, isolado por uma fitinha e nada mais. Cuidado se você leva crianças para andar de Metrô, ela pode cair num fosso. AH! Aí me dei conta. Sem elevador para descer, ou seja, pessoas com problemas de locomoção, como deficientes físicos e idosos, não têm como chegar lá embaixo… logo, o casal de idosos que aparece no lindo banner de publicidade do metrô teriam que descer e subir escadas ou pegar um ônibus, ao invés do metrô.

Mas digamos que eles consigam chegar lá embaixo. A estação 112 Sul é subterrânea, então deve-se descer ainda mais para poder embarcar. Após passar o bloqueio (conhecido também como catraca), me deparo com o elevador de dentro da estação:

Mais um fosso aberto. Perigo! Mas tudo bem, dentro da estação poderíamos descer e subir de escadas rolantes, pelo menos. Poderíamos?

  

É, não tem como. Escadas rolantes em fabricação?! Prazo de conclusão: 30 dias?! Por quê inaugurou, então?!

 

Desci e vi uma plataforma vazia, deserta, pois ainda não foram contratados os novos empregados por concurso público. Mesmo assim, inaugura-se a estação, que demanda mais pessoal, sem ter mais pessoal.
Mas tudo bem, pra que se importar com a segurança dos cidadãos, se eles mal tem acessibilidade à esta estação? O importante foi fazer a festa, aparecer e imprimir um tanto de banners e cartazes publicitários, afinal a propaganda da semana tem que sair toda semana!
 

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E a concorrência, cadê?

André Dutra | 4 de fevereiro de 2009 | 11:11
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Hoje de manhã assisti a uma reportagem que não trata de novidade para o morador do DF, mas que me alarmou para trazer a discussão para cá: o "possível" cartel entre postos de gasolina no Distrito Federal.

A matéria foi feita ao vivo, com repórteres passando por postos em várias partes do DF e apontou o preço de R$ 2,680/Litro de gasolina em todos os postos vistos. A lista é grande e a diferença (na gasolina) pode chegar a, pasmem, UM CENTAVO DE REAL.

É horrível, que nem nos dar ao luxo do boicote, podemos. Quem vai deixar de andar pra lá e pra cá? Em Brasília?! Eu até escrevi dois parágrafos grandes, sobre esse assunto, mas vou deixar para um próximo post.

O caso retratado nesta reportagem, com os dados e números explicitados, gera ainda mais insatisfação em quem trabalha o mês inteiro para ser lesado (pra não dizer roubado) por uma patota que está pouco se lixando para os cidadãos, que merecem ter seus direitos resguardados.

Espero que haja uma investigação séria das autoridades competentes e chamo a atenção para que fiquem de olho. Quem souber de algo, denuncie.

 
 
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