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O acochambrê do incochambrável

André Dutra | 15 de setembro de 2011 | 11:04
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Todo brasileiro conhece a expressão “jeitinho brasileiro“, que é aquela situação em que a malandragem e mesmo a capacidade de adaptabilidade que todo brasileiro nasce de fábrica aflora para solucionar problemas até então insolucionáveis. O “jeitinho” às vezes é usado para o bem (adiantando trâmites excessivamente burocráticos ou com simples pró-atividade de uma pessoa, por exemplo) e muitas vezes para o mau (como furar filas, enganar um consumidor etc etc, não faltam exemplos).

Já a expressão “acochambrê” vem de “feito nas coxas”, expressão que deu-se na época da escravidão brasileira, onde as telhas eram feitas de argila, moldadas nas coxas de escravos. Obviamente, os escravos tinham diferentes portes físicos, causando a fabricação de telhas completamente desiguais e, consequentemente, telhados desnivelados (fonte blog Expressões Populares).

Aqui, vemos um belo exemplo de jeitinho brasileiro de se acochambrar alguma coisa. Como tirar a atenção de um local imundo, que fede a urina, com péssimas condições de mobilidade e que está no coração de Brasília? Coloque umas dúzias de telas de LCD, passando propaganda, horóscopo e desinformando. Um show de alienação, chacota com a cara do contribuinte e, claro, de inversão de prioridades. Afinal, pra que investir em infraestrutura, conserto das escadas rolantes e elevadores e limpeza para oferecer condições mais dignas aos usuários da Rodoviária do Plano Piloto?


Chegando na Rodoviária – Plataforma Superior


Rodoviária – Plataforma Superior

Pelas fotos, deixo o julgamento a vocês, se é realmente uma melhoria urgente para a Rodoviária do Plano Piloto esse tipo de “benesse”.  Sempre fico muito triste quando falam das Rodoviárias de outras cidades, pois esta nossa está no centro de Brasília. Turistas que vão conhecer as lindas obras arquitetônicas do Eixo Monumental e Esplanada dos Ministérios devem guardar mais a imagem da depressão que é nossa Rodoviária, do que o lindo céu e prédios que essa cidade, obra única no mundo, tem a oferecer para nossos olhos. Sou totalmente contra privatização, pois sei que o que falta é coragem e vontade das autoridades competentes. Ah, falta também competência e vergonha na cara. VEJAM O VÍDEO ABAIXO, pequena compilação de como está a Rodoviária:

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Telão com imagens de Brasília (“só” vi dois, mas parece que são três) 



Uma das telas, agora em todas as paradas/”baias” da Rodoviária

Esse tipo de melhoria é bom, no tempo certo. Não é o tempo certo enquanto nossa Rodoviária for o lixo, vergonha e constrangimento que é.  O itinerário e linhas dos ônibus estão dispostos nesses “totens inteligentes” de uma forma burra e pouco clara, confusa e muitas vezes equivocada. Mais interessa a propaganda do que a informação de pra onde,e como ir… Ah, ainda não falei dos decibéis dentro dos ônibus, né? Olha quanto marcou hoje, no meu caminho trabalho-casa (clique nas imagens para ver em tamanho real):

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Tabela que exemplifica potência dos ruídos


Tempo máximo de exposição x Potência do ruído

Façam as contas de uma viagem média de ônibus e o tempo de exposição… E aí, é exagero ou a coisa tá feia?

PS.: “Esse post não foi publicado ontem, porque, enquanto eu escrevia, três meliantes abriam meu carro para tentar furtá-lo. Vi no ato, gritei e os espantei, enquanto a Polícia chegava. Isso atrasou o post e me deixou ainda mais indignado com o DF que tanto amo, entregue às máfias que controlam os serviços públicos e à marginalidade crescente, produtos de uma sociedade politicamente doente, que não tem programas de solução para a educação e saúde de seu povo e queima cérebros, enquanto produz bandidos (com e sem colarinho branco).

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Ao povo, as baratas!

André Dutra | 10 de setembro de 2011 | 19:49
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Em seu livro “Quincas Borba”, o personagem-título de Machado de Assis conta para Rubião a história de duas tribos famintas diante de um campo de batatas, suficientes apenas para alimentar um dos grupos. Com as energias repostas, os vencedores poderiam transpor as montanhas e chegar a um campo onde há uma grande quantidade de batatas para alimentá-los. Então, Quincas Borba finaliza: “Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas”.

Saindo da ficção e vindo para a realidade, vemos no DF hoje uma situação em que o Estado, bem alimentado, trata seu povo sem o mínimo de compaixão, mas com grandes nuances de ódio. Isso porque o Estado que deveria nos proteger e servir, há muitos anos se serve do povo e subverte todo o sentido de sua própria existência. No último 7 de Setembro, entretanto, o povo mostrou que ainda está acordado e não apenas pode, como deve e está pronto para cobrar por mudanças ao gritar contra a corrupção no Dia da Independência!


Marcha Contra a Corrupção – 7/9/2011

Hobbes dizia que o Estado deveria ser forte, autoritário, para que protegesse o povo dele mesmo. Sua famosa frase “o homem é o lobo do homem” remete ao perigo que a sociedade estaria submetida sem um Estado que controlasse parte de nossas liberdades, por meio de Leis, normas e punições. Mas o mesmo Hobbes diz que se esse mesmo Estado é capaz de cair, quando não for capaz de manter a segurança de seu povo. O “soberano” ou ditador, não existe de fato no Brasil, muito menos no DF, mas nossas autoridades que constituem o Estado não estão fazendo sua parte em relação à sociedade. Não estamos protegidos, não temos saúde, educação e até nosso direito de ir e vir está ameaçado às mais perversas e indignas condições, como podemos ver pelo vídeo abaixo:

httpv://www.youtube.com/watch?v=LCJhbC6pvDE

Esta é a hora em que temos que continuar a agir e reagir. É a hora de cobrarmos aquilo que nos é prioridade, mesmo que as outras ações do Estado também sejam importantes, como algumas obras e investimentos. Mas a prioridade máxima é a proteção e dignidade dos nossos cidadãos, que exigiram no voto um “Novo Caminho” primeiro para a Educação, Saúde, Segurança e Transporte e não esse caminho sinuoso e desvirtuado em que estamos hoje.

 

Só assim para sairmos dessas condições nojentas de vida em que estamos. Afinal, o DF deveria ser o grande exemplo social para todo o Brasil. E só atingimos o status de exemplos de como não fazer, não ser e não seguir. O Estado está de olhos fechados para a população e temos que fazer alguma coisa. Até quando teremos situações de tamanho descaso como a queda da “Batcaverna” na Ceilândia, uma verdadeira crackolândia esquecida pelas autoridades?

Que ao nosso povo, possamos dar as batatas de uma Educação integral de qualidade e igual para todos, segurança e qualidade de vida, Saúde humanizada e universal, transporte digno, rápido e barato; além de oportunidades para que todos possam ter uma vida mais feliz.

Mas por enquanto, ao povo, somente as baratas do descaso.

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Internautas tentam ganhar as ruas contra corrupção

André Dutra | 8 de setembro de 2011 | 10:55
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Matéria escrita pela querida Mariana Haubert, onde tem uma pequena participação minha. É de antes das manifestações de ontem, que foram um sucesso! Fico feliz e espero que o povo continue nas ruas, não podemos ficar fadados apenas ao sucesso momentâneo de ontem. Ontem mostramos que o povo pode, quando quer e temos que continuar querendo e lutando!

Internautas tentam ganhar as ruas contra corrupção

Mais de 300 manifestações marcadas pela internet estão previstas para este 7 de setembro em todo o país. Descontentamento com absolvição de Jaqueline Roriz incentiva marcha em Brasília

Vergonha alheia: adesões à marcha contra a corrupção cresceram após Jaqueline Roriz ser absolvida pela Câmara

Fraudes, desvios de verbas públicas, uso de laranjas para destinar dinheiro de emendas parlamentares. O brasileiro já está acostumado a ver diariamente escândalos nos jornais e a reclamar deles também. As redes sociais se tornaram o principal fórum de debate e discussão informal, em que cidadãos indignados despejam suas críticas e trocam informações. Apesar da agitação que certos temas geram nas redes, a mobilização nas ruas ainda não reflete o entusiasmo demonstrado no mundo virtual.

No entanto, a recente absolvição da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF) por colegas na Câmara, deu novo impulso às marchas e aos manifestos contra a corrupção marcados para hoje (7), dia em que se comemora a Independência do Brasil. Flagrada em vídeo recebendo dinheiro do delator do escândalo que ficou conhecido como Caixa de Pandora, no ano passado, a parlamentar se livrou da cassação com o aval de 265 deputados, que votaram por sua permanência na Casa. Porém, como o voto foi secreto, não é possível saber quem a defendeu no plenário.

Até o final da tarde de ontem (6), mais de 300 eventos haviam sido convocados em todo o país com o mesmo objetivo: protestar contra a corrupção. Alguns deles contavam com milhares de confirmações. Não há uma pauta definida em comum, mas todos pedem o fim do voto secreto e criticam a absolvição de Jaqueline Roriz. Uma parte apoia a “faxina” que a presidenta Dilma Rousseff começou a fazer nos ministérios e defende a criação da CPI da Corrupção, preterida até o momento pelo governo.

A maioria das manifestações é chamada pelo Facebook. Mas também é possível acompanhar a preparação pelo Orkut e pelo Twitter. Na rede de microblogs, os chamados são feitos por meio de expressões como #todoscontraacorrupcao, #lutopeloBrasil e #setembronegro.

Veja o roteiro das manifestações em Brasília

Cansaço e insatisfação

“Estamos cansados de ver tantos casos e nada acontecer. Se todo mundo se encontra para tomar uma cerveja ou ver os amigos, por que não nos encontrarmos para reivindicar nossos direitos?”, questiona Lucianna Kalil, uma das organizadoras da “Marcha contra a corrupção”, evento divulgado pelo Facebook que já conta com mais de 24 mil confirmações de presença, até o fim da tarde desta terça-feira (6).

A ideia de organizar a marcha surgiu da insatisfação com a proliferação de denúncias contra políticos dos mais diversos partidos. “Antes do acontecimento da Jaqueline Roriz, nós não tínhamos muitas adesões. A gente estava com cerca de 5 mil apoiadores, mas depois da absolvição dela é que deu uma disparada geral mesmo. Ninguém gostou da decisão da Câmara”, conta Lucianna. Apesar do grande número de adeptos na rede social, Lucianna espera que cerca de 10 mil pessoas compareçam ao evento. “Muita gente diz que vai, mas, no fundo, é só para mostrar para os outros. Espero que desta vez as pessoas tenham disposição e participem mesmo”, afirma.

Sem bandeiras partidárias

Sem lideranças pré-estabelecidas, o movimento criado há dois meses define-se como totalmente apartidário e pede que ninguém estampe em bandeiras ou camisetas símbolos de partidos ou políticos. “Nossa ajuda de custo veio apenas de colaboradores. Fizemos tudo no esquema de vaquinha mesmo. Muita gente abraçou a causa e nos ajudou doando materiais e mão-de-obra para confeccionar os cartazes”, afirmou Lucianna.

O intuito dos manifestantes é pedir o fim do voto secreto no Congresso e mais transparência nas ações governamentais. “Só assim para podermos exercer o nosso direito de cidadania que é cobrar dos nossos políticos o que eles prometem. Como a gente vai cobrar se a gente não sabe quem votou a favor ou contra. Então é complicado de exercer a cidadania por debaixo do pano”, ressalta Lucianna.

O publicitário Rafael Vale se inclui entre os que cansaram de ficar parados. Estreante em manifestações políticas, ele conta que decidiu participar por não aguentar mais ver o marasmo das pessoas diante das denúncias. “Eu já questionava se só eu estava indignado com a situação. Como não via muita mobilização, não tinha me interessado ainda em participar. Mas esse convite que recebi no Facebook me chamou muito a atenção e decidi participar. Os caras pintadas conseguiram o impeachment. Nós também podemos conseguir alguma coisa”, afirmou.

Mobilização virtual

Apesar do entusiasmo com as mobilizações marcadas para este feriado, o funcionário público e bacharel em Relações Internacionais André Dutra ainda é cético em relação à disposição dos cidadãos em mudar algo na política. “A internet é a melhor ferramenta de mobilização que existe, mas ainda é preciso ter um propósito final de conscientização”, afirma.

Para André, a reivindicação dos direitos sociais e o combate à corrupção devem ser feitos diariamente. “Tem que ser algo constante, para pressionar os governantes. Temos que aprender com os outros países. O Chile, por exemplo, está parado há quase dois meses”, disse André, que organizou o protesto intitulado “A corrupção nas prioridades”, que critica o montante investido em estádios e viadutos enquanto a saúde no Distrito Federal está com problemas. O protesto que aconteceu anteontem à tarde contava com 76 adesões em sua página no Facebook, porém apenas uma pessoa compareceu. “Sei que é difícil comparecer durante a semana ou às vezes até nos finais de semana, mas acho que é um esforço válido. Mas as pessoas são muito cômodas, esperam que os outros façam alguma coisa por elas”, afirmou.

Ficha Limpa

Também nesta quarta-feira, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) pretende intensificar a coleta virtual de assinaturas para pedir à presidenta Dilma Rousseff que indique ao Supremo Tribunal Federal (STF) um ministro favorável à aplicação da Lei da Ficha Limpa a partir das eleições de 2012. O movimento é responsável pela coleta de assinaturas que permitiu a apresentação do projeto de lei de iniciativa popular que resultou na norma que proíbe a candidatura de políticos com condenações em órgãos colegiados ou que renunciaram ao mandato para escapar da cassação.

“A presidente Dilma se comprometeu em lutar contra a corrupção. Vamos fazer deste dia 7 de setembro o Dia da Independência da Corrupção”, defende a carta. Em apenas dez horas, mais de 50 mil pessoas assinaram a petição nesta quarta-feira. Quem quiser apoiar a iniciativa, pode assinar virtualmente AQUI.

Excluídos

Sem o apelo da internet, outra manifestação ganhará as ruas de Brasília. É a nova edição do chamado Grito dos Excluídos, promovido há 17 anos em todo o país, sempre no Dia da Independência. Organizado pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em parceria com movimentos sociais, tem como lema este ano “Pela vida, grita a terra… Por direitos, todos nós”.

De acordo com os organizadores, são três os objetivos da mobilização nacional: “Denunciar o modelo político e econômico que concentra riquezas e condena milhões de pessoas à exclusão social; tornar público, nas ruas e praças, o rosto desfigurado dos grupos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome; e por último, propor caminhos alternativos ao modelo econômico neoliberal, de forma a desenvolver uma política de inclusão social”.

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A corrupção nas prioridades

André Dutra | 6 de setembro de 2011 | 0:37
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O Distrito Federal passa há muitos meses, por uma grande carência de valores: entre aquilo que é algo importante para a coletividade e aquilo que é importante para um pequeno grupo. Há, nessa inversão de valores, um esforço maior para determinadas áreas, como as obras e propagandas, deixando em planos marginalizados outras áreas, como a Educação, a Saúde, o Transporte Público e outros.


(Clique na foto para ver maior)

Esse tipo de prática é também uma prática de corrupção. A corrupção nas prioridades do governo para com seu povo. É corrupção construir um viaduto ou um super estádio de futebol, enquanto o caos nos hospitais se mantém (e até piora), enquanto tantos alunos estão sem aulas nas escolas e enquanto pegamos ônibus caindo aos pedaços e infestado de baratas. Sim, baratas, vejam por vocês mesmos:

Não sou contra o estádio e a Copa no Brasil, muito pelo contrário. Mas a inversão de valores proposta pelo governo que propunha um Novo Caminho para o DF, se valendo do que é melhor para pequenos grupos poderosos ao invés de atender às demandas e esperanças da sociedade é algo inadmissível! É um crime com os cidadãos do Distrito Federal construir uma obra que está custeada em quase R$700 milhões de reais (sem contar gramado, fiação de internet e Tecnologia da Informação e outros detalhes, que ainda somarão outros milhões de reais à obra), enquanto pegamos ônibus com infestação de baratas e sofremos nas filas de hospitais, nas escolas e nas ruas, cada dia mais inseguras.


(Clique na foto para ver maior)


(Clique na foto para ver maior)


(Clique na foto para ver maior)

A capital do Brasil está cada dia mais perto de ser o grande exemplo para todo o Brasil, mas o exemplo de tudo errado. Este é o Velho Caminho, que continua a ser trilhado o nos levará a esta péssima posição: a capital da corrupção nas prioridades.


(Clique na foto para ver maior)

PS. Obrigado ao Lelê, grande amigo que me ajudou hoje e fez possível este post existir!

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CEAN, sua história e eu.

André Dutra | 13 de junho de 2011 | 9:41
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Tenho muito orgulho de ter estudado no CEAN durante meu Ensino Médio, entre 2000 e 2002. Foi uma escola que além da educação, me deu formação política, zelo e compreensão da importância da Educação e amigos para a vida inteira. O carinho é tanto, que até hoje estou envolvido com o CEAN, agora na condição de professor voluntário.

Lá comecei a participar mais ativamente das discussões a respeito de política e Educação em Brasília, a me integrar em movimentos estudantis e manifestações por condições melhores na escola. Foi também no CEAN que, pela primeira vez, vi uma palestra do Professor Cristovam Buarque, no ano de 2000, quando eu tinha 14 anos. Enfim, mais que uma escola, o CEAN é parte importante de minha vida e aqueles três anos valeram por muitos outros.

Fiquei feliz e orgulhoso de ver a história dessa escola tão importante em minha vida ser publicada no Correio Braziliense, mostrando que ela sempre foi importante, também, na história de Brasília. Cliquem nas imagens abaixo para ver em tamanho maior.

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Gene Sharp e a revolução por meio da paz

André Dutra | 17 de maio de 2011 | 16:22
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Pra quem não sabe, estou oferecendo uma oficina aos alunos e alunas dos 2º e 3º anos do CEAN, minha ex-escola, chamada “Oficina de ação social – (des)construindo o cidadão, sem ser chatão! É uma matéria optativa e a turma está praticamente cheia.  Minha intenção foi poder levar a eles conhecimento político, social e mesmo de áreas de minha formação, como algumas teorias de Relações Internacionais, economia política, noções de Direito, pensamento crítico etc. Não tive isso quando era estudante do Ensino Médio e acho que tem sido bem legal, tanto pra eles quanto pra mim, que aprendo bastante, também.

Hoje falamos sobre Maquiavel e discutimos sua célebre frase “os fins justificam os meios”. Em dado momento, ao final da aula, recomendei a leitura do livro “Da Ditadura à Democracia – um guia conceitual para a libertação”, de Gene Sharp (clique para baixar, versão em português).

Sharp tem 83 anos, é um cientista político estadunidense, pacifista e seus trabalhos inspiraram o levante popular no Egito, meses atrás. Seu trabalho, por sua vez, foi inspirado nos ensinamentos de Gandhi. Ainda há toques de conceitos como desobediência civil, de Thoreau,  boicotes econômicos e luta por direitos civis*. Para saber mais sobre Gene Sharp, sugiro leitura desse ótimo perfil feito pelo NY Times (em inglês).

Pra finalizar, deixo aqui o blog Da Ditadura à Democracia, onde se pode baixar vários documentos de Gene Sharp e conhecer mais do trabalho deste grande pensador!

* Fonte: Radar Global – Estadão

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Entrevista para o Campus UnB

André Dutra | 14 de maio de 2011 | 21:04
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Ontem concedi entrevista para o Wemerson Fraga, que foi publicada hoje no jornal Campus UnB (versão online). Novamente, falo sobre o Politeia, que já está com as inscrições quase lotadas para deputados e já lotadas (com lista de espera) para jornalistas, sua importância como simulação e impacto na realidade. Abaixo deixo algumas passagens e no link, a matéria completa!

Simulação do Congresso Nacional acontecerá no mês de junho

Participante do evento pela terceira vez e presidente da Câmara dos Deputados no POLITEIA 2010, o graduado em relações internacionais André Dutra é um entusiasta do Projeto. “É diferente das simulações da ONU porque você não trata de uma realidade alheia, mas da sua própria. No POLITEIA, discutimos os problemas cotidianos do país”, diz. Dutra, inclusive, investe em carreira política real e se candidatou a deputado distrital nas eleições de 2010, pelo PDT do Distrito Federal.

História

Foto: Elisa Chagas / Divulgação POLITEIA

DSC_0215

André Dutra e outros participantes na simulação de 2010

O POLITEIA surgiu em 2003, por iniciativa de estudantes do Instituto de Ciência Política (IPol) da UnB que procuravam conhecimentos práticos sobre o processo legislativo. Depois de um período de interrupção, o projeto foi relançado em 2008. A intenção é educar os participantes para a política. “O POLITEIA trouxe conhecimento sobre os processos legislativos, me esclareceu como é viver o papel do deputado, o que ajuda até a exigir mais dos parlamentares reais”, afirma o participante André Dutra.

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