Blog do André Dutra

  • Início
  • Sobre André Dutra
    • Mural de Recados
  • Sugestões
    • Sugestões acatadas
  • Mídia
    • Fotos
    • Vídeos
    • Vídeos de apoio de amig@s
  • Eleições 2010
    • Prestação de contas
      • Prestação Final
      • 1ª Prestação de contas
      • 2ª Prestação de contas
    • Material
  • Propostas 2010
  • Pergunte
  • Contato

Ao povo, as baratas!

André Dutra | 10 de setembro de 2011 | 19:49
[Translate]

Em seu livro “Quincas Borba”, o personagem-título de Machado de Assis conta para Rubião a história de duas tribos famintas diante de um campo de batatas, suficientes apenas para alimentar um dos grupos. Com as energias repostas, os vencedores poderiam transpor as montanhas e chegar a um campo onde há uma grande quantidade de batatas para alimentá-los. Então, Quincas Borba finaliza: “Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas”.

Saindo da ficção e vindo para a realidade, vemos no DF hoje uma situação em que o Estado, bem alimentado, trata seu povo sem o mínimo de compaixão, mas com grandes nuances de ódio. Isso porque o Estado que deveria nos proteger e servir, há muitos anos se serve do povo e subverte todo o sentido de sua própria existência. No último 7 de Setembro, entretanto, o povo mostrou que ainda está acordado e não apenas pode, como deve e está pronto para cobrar por mudanças ao gritar contra a corrupção no Dia da Independência!


Marcha Contra a Corrupção – 7/9/2011

Hobbes dizia que o Estado deveria ser forte, autoritário, para que protegesse o povo dele mesmo. Sua famosa frase “o homem é o lobo do homem” remete ao perigo que a sociedade estaria submetida sem um Estado que controlasse parte de nossas liberdades, por meio de Leis, normas e punições. Mas o mesmo Hobbes diz que se esse mesmo Estado é capaz de cair, quando não for capaz de manter a segurança de seu povo. O “soberano” ou ditador, não existe de fato no Brasil, muito menos no DF, mas nossas autoridades que constituem o Estado não estão fazendo sua parte em relação à sociedade. Não estamos protegidos, não temos saúde, educação e até nosso direito de ir e vir está ameaçado às mais perversas e indignas condições, como podemos ver pelo vídeo abaixo:

httpv://www.youtube.com/watch?v=LCJhbC6pvDE

Esta é a hora em que temos que continuar a agir e reagir. É a hora de cobrarmos aquilo que nos é prioridade, mesmo que as outras ações do Estado também sejam importantes, como algumas obras e investimentos. Mas a prioridade máxima é a proteção e dignidade dos nossos cidadãos, que exigiram no voto um “Novo Caminho” primeiro para a Educação, Saúde, Segurança e Transporte e não esse caminho sinuoso e desvirtuado em que estamos hoje.

 

Só assim para sairmos dessas condições nojentas de vida em que estamos. Afinal, o DF deveria ser o grande exemplo social para todo o Brasil. E só atingimos o status de exemplos de como não fazer, não ser e não seguir. O Estado está de olhos fechados para a população e temos que fazer alguma coisa. Até quando teremos situações de tamanho descaso como a queda da “Batcaverna” na Ceilândia, uma verdadeira crackolândia esquecida pelas autoridades?

Que ao nosso povo, possamos dar as batatas de uma Educação integral de qualidade e igual para todos, segurança e qualidade de vida, Saúde humanizada e universal, transporte digno, rápido e barato; além de oportunidades para que todos possam ter uma vida mais feliz.

Mas por enquanto, ao povo, somente as baratas do descaso.

Me siga no Twitter!

Comentários
2 Comentários »
Categorias
Brasília, DF, Drogas, Educação, Manifestações, Mudança, Política, Políticas Públicas, Saúde, Segurança, Violência
Tags
baratas, Brasília, Crack, descaso, DF, Drogas, Educação, Estado, GDF, Políticas Públicas, Saúde, Segurança, transporte
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

E-mail aberto para o Senador Cristovam e população brasileira sobre o crack

André Dutra | 31 de março de 2010 | 9:14
[Translate]

Cheguei ao limite da tolerância. Não sabia mais o que fazer e resolvi desabafar em mais um texto. Escrevi um e-mail ao Senador Cristovam, figura que eu respeito e admiro no DF, com um desabafo sobre o crack em Brasília, mas que creio ser de conveniente leitura para todo o Brasil.

Não trago proposições nem o que realmente deve ser feito. Isso eu já falei um pouco em todas as outras postagens sobre o assunto. Justamente por eu não ver nehum político e/ou “autoridade” discutindo a sério e agindo para solucionar essa chaga que se abre cada vez mais na sociedade brasileira, fiz um apelo, um desabafo. A seguir meu e-mail que é para todos, na realidade. Queria saber a sua resposta a esta mensagem, também!

Caro Senador Cristovam Buarque e querida equipe do gabinete,

mais uma vez nesta semana vimos como Brasília está mergulhada neste terror que se chama crack. Em horário nobre, no canal de maior IBOPE, todo o Brasil viu as Cracolândias do DF em plena luz do dia, à frente da Esplanada dos Ministérios e do Congresso Nacional. Apesar de não ser nenhuma novidade para os moradores da cidade, me doeu muito o coração ver aquilo daquela forma. Nasci, fui criado, cresci e continuo morando nessa cidade e a amo incondicionalmente. E dói ver a realidade crua, tão distorcida ao longo de poucos anos, descaracterizando totalmente a paz e a gostosura de viver em Brasília.

Há mais de um ano venho tentando alertar a sociedade civil sobre o problema das drogas, mas em especial do crack. É um problema complexo que envolve segurança, saúde e educação.
Isso faz com que seja, pessoalmente, mais revoltante. Entre janeiro, data da primeira vez que me preocupei e me incomodei mais com o assunto e dezembro de 2009, quando me dei ao trabalho de pesquisar e ir mais a fundo no tema crack e no sistema público de saúde mental, só vi o problema crescer como bola de neve. E nunca vi nossos políticos discutindo seriamente e profundamente o assunto, muito menos propondo e executando ações, mínimas que fossem, para bloquear este mal.

Viver em Brasília, que tem o Fundo Constitucional, que foi planejada, que é diferente de tudo e saber que temos um dos piores sistemas públicos para atendimento à saúde mental (senão O pior), ver as escolas públicas nas quais estudei caindo aos pedaços e entregues à marginalidade e, aos 24 anos de idade, não ter liberdade de ir e vir nem à luz do dia (quando aos 12 anos eu podia brincar até tarde da noite por toda a Asa Norte ou aos 15 passeava tranquilamente com meu primo em Taguatinga até de madrugada) é simplesmente inadmissível. Creio que alcancei meu ponto final de tolerância com o descaso e o cinismo que as autoridades públicas têm para com a cidade que me construiu e que tem meu amor.

Eu vi, mais uma vez, o Brasil voltar os olhos para Brasília com sentimento de nojo, de repulsa e raiva. Essa não é minha cidade! Onde, segundo a reportagem, “no ano passado, do total de atendimentos de dependentes químicos na saúde pública do DF, apenas 0,2% usava crack. Somente nos dois primeiros meses deste ano, o percentual saltou para 27%”. Aí me pergunto: que atendimento está sendo dado a essas pessoas? Que sistema público temos? Temos a menor rede de CAPS (Centro de Atendimento Psico Social) do Brasil.

O mosquito da dengue contamina ricos e pobres. A gripe contamina ricos e pobres. O crack era um problema tipicamente da parcela menos abastada da sociedade, o que julgo ser uma justificativa (deprimente, mas real) da omissão com que se tratava o problema. Já não é exclusividade da parcela mais pobre da nossa população e nem assim vemos comoção das autoridades competentes para combater essa terrível epidemia. Afinal, não é uma epidemia? E falo só do crack aqui, a mais avassaladora droga que muitos especialistas dizem nunca ter visto nada igual. Não estou minimizando as outras drogas, mas temos uma situação emergencial e diferenciada. Logicamente, uma coisa não exclui a outra. Porém, se mal temos um sistema público de combate e muito menos de reabilitação, como vamos inverter a tendência à desgraça generalizada que paira sobre o Brasil e cada vez mais sobre Brasília?

A miopia política, a mesquinharia e o egoísmo estão levando nossa cidade ao colapso. Da corrupção ao descaso com saúde, educação, segurança e transporte temos o aumento do número de viciados, que aumenta o número de crimes, aumentando os dramas nos lares, que aumentam o desamparo da sociedade e alimenta a raiva com os políticos, levando a erros e mais erros seguidos em cada eleição, retornando ao ciclo vicioso. É um vício tão destruidor quanto o crack. A única coisa que diminui é o número de crianças nas escolas. A educação perde e todos perdemos. Estamos perdendo para pedrinhas.

Cheguei ao meu limite. Me alonguei demais, mas a paixão fala mais alto. Esse e-mail vai endereçado ao senhor, que considero um amigo e tenho uma especial estima e admiração que não é de hoje, mas este será um documento aberto a todos aqueles que quiserem ler e responder o que venho desabafando aqui. Não podemos ser omissos neste ponto crucial. O nada fazer agora poderá ter fortes consequências no futuro próximo (muito próximo).

Gostaria de saber a sua opinião, Senador e de quem mais ler isto. Gostaria de poder fazer mais, de investir o dinheiro do Estado naquilo em que o Estado tem que investir. De expressar minha revolta e não ser preso arbitrariamente por quem prefere ser surdo a ter humildade de escutar a dor do povo. Faço o que posso e peço que todos que leiam este apelo comecem a fazer, de fato, aquilo que podem.

Um forte abraço,

–
André Dutra
www.andredutra.com
www.twitter.com/andredutra12

Acesse os sites das campanhas: Do Ministério da Saúde – Nunca Experimente o Crack e do Grupo RBS – Crack Nem Pensar.

httpv://www.youtube.com/watch?v=hiTUvI7Kpcc

Me siga no Twitter!

Comentários
7 Comentários »
Categorias
Brasil, Brasília, Drogas, Educação, Manifestações, Mudança, Saúde, Segurança
Tags
Brasil, Brasília, Crack, Drogas, Educação, Manifestações, Mudança, Saúde, Segurança
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Enxurrada de crack em Brasília. No centro da cidade, cracolândias à luz do dia.

André Dutra | 30 de março de 2010 | 2:09
[Translate]

Olha, eu nem vou me prolongar muito neste post. Tem mais de um ano que eu venho tentando falar sobre o problema do crack em todo Brasil e mais especificamente em Brasília, cidade que nasci, fui criado, sempre morei e AMO!

Um ano… eu, pessoa comum. Alertado pela namorada, por amigos meus e dela, estudei um pouco mais, fui atrás de informação e fiquei alarmado com aquilo que vi. Relatei tudo aqui, primeiro em 16 de janeiro de 2009. Falava justamente da onda de crack que vinha entrando na cidade e que era consumida no centro do poder, como falou a reportagem do Fantástico exibida no último domingo, 28/03/2010. Já no final daquele ano, no dia 08 de dezembro de 2009 voltei a falar sobre o crack e sobre a saúde mental no Brasil. Desta vez a coisa estava pior, alastrou-se por todo Brasil e chegou a ser tma de calorosa discussão ao vivo no Jornal Nacional (vídeo e informações no link aí atrás). Sabe o que as autoridades públicas do DF e do Brasil fizeram? Pelo visto, NADA.

Juro que domingo, durante e depois da reportagem do Fantástico (colocarei logo abaixo), me deu uma tristeza… não que eu não soubesse dos fatos, mas eu vi ali na telinha. Todo Brasil viu ali na telinha. Crianças, adolescentes, adultos… pobres ou não. Ignorados. Fantasmas à margem da sociedade. Consumindo crack de frente para um dos mais bonitos cartões postais da cidade: a Esplanada dos Ministérios e o Congresso Nacional. Vejam:

httpv://www.youtube.com/watch?v=AB8126e1V_w

No ano passado, do total de atendimentos de dependentes químicos na saúde pública do DF, apenas 0,2% usava crack. Somente nos dois primeiros meses deste ano, o percentual saltou para 27%.

Não canso de repetir: EU AMO ESSA CIDADE! Eu cresci andando livremente, desde meus onze anos andando por aí de skate…. da Asa Norte à Asa Sul, em Taguatinga, no Cruzeiro (onde resido hoje) e só me importava com as manobras. Claro que havia violência, mas era contida e até combatida. As circunstâncias da vida moderna fizeram grande maioria das “crianças da quadra” sumirem de “debaixo do bloco” (tipicamente brasiliense). O individualismo da tecnologia, que une online, mas separa das brincadeiras coletivas em consonância com a crescente violência, tráfico e outros males urbanos descaracterizou a infância em Brasília. E hoje não se pode sair do trabalho um pouco mais tarde no Setor Comercial Sul/Norte, no Setor Bancário (já viram a iluminação lá? Claro que não, pois não dá pra enxergar nada com a ausência dela), CONIC etc, etc.

Depois dessa reportagem não vi NENHUM comentário de políticos e/ou “autoridades” da cidade comentando. NENHUM, nem aqueles que admiro, vale dizer. Na verdade, NUNCA OUVI NENHUM POLÍTICO DE BRASÍLIA falando seriamente sobre o assunto, com propostas, com vontade de investir dinheiro e suor para melhorar a situação da população e da cidade.
Aí eu pergunto uma coisa: como o DF tem o FUNDO CONSTITUCIONAL e temos dos piores sistemas de saúde e saúde mental do Brasil, educação aos frangalhos e  total INsegurança a qualquer hora do dia, em qualquer lugar da cidade? CHEGA, CHEGA!

Brasília envergonha seus cidadãos sendo cenário de corrupção e descaso c/ saúde pública, educação e segurança. Até quando? É necessário atacar crack com políticas públicas integradas nessas áreas (segurança, saúde e educação). CRACOLÂNDIAS em Brasília? Agradeçam Roriz/Arruda!

Quero finalizar com o relato da psicanalista Janete K. Pinheiro, contido na reportagem do Fantástico, que exprime a realidade e como estmos sendo omissos a ela (nós, a mídia – que agora vem alardeando mais – e as autoridades públicas incompetentes, interesseiras e repugnantes desse país e dessa cidade:

“Todo mundo se une, entende? Pro combate à dengue, pro combate à gripe… agora, dá um passeio lá no Setor Comercial Sul. Vê o tamanho das crianças que estão fumando crack. Entendeu? E cadê…?” Ela continua mais à frente “Daqui a pouco é seu filho, meu neto… daqui a pouco a sociedade toda tá com um cachimbo na mão. E aí, fizemos o que no momento em que podia ser feito alguma coisa?”

Claro que a coisa já beira o caos. Afinal a droga deixou há muito de ser “coisa de pobre” e vem afetando a cada dia uma família a mais das classes média e alta. Mesmo assim, os governantes andam a passos de tartaruga. Um bom começo é um site mal e porcamente difundido (achei por acaso) que clama de cara: NUNCA EXPERIMENTE O CRACK (Clique e acesse).

Pois é… Hoje quando passava de carro, já de noite, pela rodoviária/CONIC vi PM’s abordando várias pessoas. Semana que vem, volta tudo ao “normal”, sem fiscalização, sem combate integrado à droga e ao tráfico, sem planejamento… enfim, sem interesse nenhum em melhorar nada. Enquanto não for o filho de um juiz ou de um político (e tenho certeza que tem muito viciado em crack na “alta sociedade”), a sociedade vai afundando! E Brasília, jovem que nem completou seus 50 anos, vai cavando a própria cova.

Obrigado, corruptos. Obrigado por destruirem a cidade que amo.

Me siga no Twitter!

Comentários
9 Comentários »
Categorias
Brasil, Brasília, DF, Drogas, Educação, Políticas Públicas, Saúde, Segurança
Tags
Brasil, Brasília, Crack, DF, Drogas, Educação, Políticas Públicas, Saúde, Segurança
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Entenda mais sobre a ação do crack e outras drogas

André Dutra | 10 de dezembro de 2009 | 18:27
[Translate]

Surge, agora, uma futura esperança. Vacinas “anti-drogas”. Mas ainda são realidades longínquas. Porém, a melhor vacina que temos hoje é o trabalho sério que os governantes podem fazer nas áreas de saúde, educação e segurança. Assistam:

Veja a terceira reportagem do DFTV, de 09/10/2009, sobre o drama do vício para a família dos viciados em crack:

httpv://www.youtube.com/watch?v=8TESnhv0BGc

Me siga no Twitter!

Comentários
Sem Comentários »
Categorias
Brasil, Drogas, Juventude, Políticas Públicas, Saúde, Segurança
Tags
Brasil, Crack, Drogas, Juventude, Políticas Públicas, Saúde, Segurança
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Crack – A droga que destrói o Brasil e invade o DF

André Dutra | 8 de dezembro de 2009 | 21:27
[Translate]

O DFTV, da Globo e o jornal Correio Braziliense iniciaram matérias especiais sobre o crack. Esse é um assunto sério, que não envolve apenas o problema do tráfico de drogas e segurança pública, mas principalmente o gravíssimo problema de saúde pública a que esta droga, em especial, representa.

Neste blog eu já havia falado, EM JANEIRO, sobre minha preocupação com este problema.

Ao longo deste ano, o crack se espalhou como uma praga por todo o país. O problema tem ficado tão grande, que até em jornais que não tratam de temas tão delicados como esse, já se abriu um grande espaço de discussão, inclusive, alvo de debate em horário nobre na TV, no Jornal Nacional (edição de 26/10/09):

No DF, já não é mais uma droga que afeta apenas a população mais carente. Vejam a matéria do DFTV 2ª Edição de ontem e de hoje:

httpv://www.youtube.com/watch?v=TMPCjZFTkiw

httpv://www.youtube.com/watch?v=bnSiR7mBkGg

Não vejo políticos se preocupando com a saúde do povo, principalmente aqui no Distrito Federal. Temos hoje uma das piores redes públicas de saúde mental do país. É um dado vergonhoso, de 2005 (para informções completas, leiam este relatório, de 2005):

E ao que tudo indica, a situação atual é mais degradante: o Distrito Federal teria hoje, a pior rede pública de saúde mental do Brasil.

Me siga no Twitter!

Comentários
4 Comentários »
Categorias
Brasil, Brasília, DF, Drogas, Juventude, Políticas Públicas, Saúde, Segurança
Tags
Brasil, Brasília, Crack, DF, Drogas, Juventude, Políticas Públicas, Saúde, Segurança
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Mais uma vergonhosa notícia para o DF

André Dutra | 19 de janeiro de 2009 | 10:47
[Translate]


Odeio acordar pela manhã e me deparar com notícias como esta…

Novamente, drogas e violência, (provavelmente) interconectadas. Agora é esperar que o caso seja solucionado, o criminiso punido e que fatos como este parem de continuar vergonhosamente se repetindo. E nos remetendo ao passado infeliz deste local, que deveria ser exemplo para que cenas brutais e hediondas assim nunca mais se repetissem.

Creio que os postos policiais que foram construídos em vários pontos do Distrito Federal não consigam resolver casos como este acima ou como este (igualmente preocupante). Medida paliativa de segurança, criadora de falsa noção de segurança pública e para eleitor ver.
É óbvio que naquela região específica as coisas (teoricamente) melhorariam. Sem patrulha, os criminosos simplesmente passam a agir em outros pontos.

Sem muitas palavras a mais para comentar esta triste notícia para moradores do DF e do Brasil…

 

Comentários
4 Comentários »
Categorias
Brasília, DF, Drogas, Políticas Públicas, Segurança, Violência
Tags
Brasília, DF, Drogas, Políticas Públicas, Segurança, Violência
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

Crack, violência e os 3 Poderes

André Dutra | 16 de janeiro de 2009 | 21:18
[Translate]

Logo antes do ano novo, eu estava conversando numa mesa de bar com amigos e namorada sobre a atual situção de aumento da periculosidade nas ruas do DF (ao menos no Plano Piloto e regiões centrais). Temos tanto orgulho de vivermos numa relativa tranquilidade e segurança, em Brasília, que não nos damos conta do que acontece debaixo de nossos narizes. A exatos 3 km de distância do Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal, entre a Rodoviária do Plano Piloto e um grande shopping popular, o "Conjunto Nacional" – área central da cidade.

Nessa conversa, uma amiga antropóloga me dizia como uma onda de crack vem assolando a Capital Federal. Curiosamente, a reportagem linkada é de hoje de manhã, o que me alertou para fazer logo este post.
Esta droga, uma das que viciam mais rapidamente e têm preço acessível às camadas menos providas da sociedade, é um caso muito sério de segurança pública. Seus usuários acabam perdendo totalmente a noção e podem agir violentamente, assaltando ou até mesmo matando para conseguir meios de se obter mais droga.

Fica aqui o alerta e os números da reportagem linkada: em 2007, pela primeira vez a droga foi apreendida no DF – 12 gramas. Em 2008, foram 4 quilos, segundo dados da Polícia Civil.

Os órgãos competentes, sejam eles federais ou distritais, devem fazer mais pela segurança da população. Se está assim na Capita da República, o que comentar sobre o restante do país e dos quase 200 milhões de brasileiros?!

A justiça é cega, mas os cidadãos que sofrem o descaso, falta de pulso firme e de políticas públicas em prol da educação e segurança, enxergam cada dia mais e cada vez de mais próxima toda a violência das ruas.

A insegurança é uma violência ao direito de ir e vir de todos os cidadãos.

 

Comentários
12 Comentários »
Categorias
Brasília, DF, Drogas, Políticas Públicas, Segurança, Violência
Tags
Brasília, Crack, DF, Drogas, Políticas Públicas, Segurança, Violência
Comentários RSS Comentários RSS
Trackback Trackback

"Só a educação salva."
Epíteto

Fale comigo!

Escreva para andre @ andredutra.com e mande sugestões, críticas ou o que você quiser falar.

Translator

Pesquise neste blog

Enquete

Arquivos antigos

Categorias

Crack Nem Pensar!

Prêmio

Arruda na Papuda!

Mais sobre o autor

  • Facebook
  • Meu canal no YouTube
  • Meu Orkut
  • Pergunte-me algo – Formspring
  • Siga-me no Twitter

Blogs que recomendo

  • Blog da Juv. Socialista do PDT-DF
  • Blog da Roberta Salgueiro
  • Blog do Alex Alves
  • Blog do André de Castro
  • Blog do Deputado Brizola Neto
  • Blog do Felipe Bittar
  • Blog do Guilherme Galvão
  • Blog do Luiz Antonio Ryff – Nonsense
  • Blog do Marcelo Tas
  • Blog do Marcus Vinícius
  • Blog do Pedro Doria
  • Blog Modeleiro
  • Blog Música e Cerveja
  • Blog Policiamento Inteligente
  • Clube dos Canalhas
  • Minha Circunstância – Leandro Couto
  • Ônibus em Brasília
  • Pedro Camargo – Portfólio
  • Política do Bem
  • Procrastinando

Conheça também

  • ABPC – Júlia Borges, Psicóloga
  • AIB – Internacionalistas
  • Fora Sarney Oficial
  • MBlog – Blog do Mateus Bassan
  • Movimento Saia às Ruas
  • Partido Democrático Trabalhista
  • Portal do Senador Cristovam Buarque
  • Universidade aberta Leonel Brizola

PR Newswire

Movimento Adote Um Distrital

Banner Adote um Distrital

Assuntos

2 em 1 Administrativo Barack Obama Brasil Brasília Crise no Senado DF Direito do Consumidor Drogas Economia Educação Eleições 2010 Energia Esportes EUA Fora Arruda Fora Roriz Fora Sarney Funcionalismo Público Joe Biden Justiça Juventude Lazer Manifestações Meio Ambiente Mudança Mundo Palestras e outros eventos Participação direta Política Políticas Públicas Propostas Recordar é viver Relações Internacionais Renovação Saiu na imprensa Saúde Segurança Sem categoria Tecnologias Transporte Público Violência voteearth Voto Ética
rss Comentários RSS valid xhtml 1.1 design by jide powered by Wordpress get firefox
English Afrikaans العربية български česky Deutsch ελληνική español eesti فارسی suomi français Gaeilge עברית हिन्दी italiano 日本語 한국어 bahasa Melayu Nederlands português русский svenska ภาษาไทย Türkçe українська 中文 (简体) powered byGoogle
Podcast powered by podPress v8.8.10.12